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Altar de são Cipriano © Magias, encantamentos, magia branca, magia negra,
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espiritual aos santos. Mestre Jorge; Mestre
Daniel; Mestre Tiago; Mestre Paulo Altar de são Cipriano e santa Maria Madalena - O caminho dos santos, Culto religioso aos santos; estatutos, fundação e constituição segundo «Manifesto Doutrinário», constante de registo em Oficio nº 5244-MC ; averb. Reg. Nº 5847/2009 ©
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O bem e o mal
Sobre o bem e o mal –
desfazendo equívocos
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o céu e o inferno na visão teológica da santeria Teologicamente a santeria não professa uma visão escatológica
conceptualmente «vertical», mas sim se professa uma visão escatológica
conceptualmente «horizontal», ou seja: O cristianismo católico apostólico romano mais
ortodoxo tende a ver aquilo que sucede após o fim do mundo – após o fim da vida
neste mundo – enquanto uma realidade ascendente ou descendente, ou seja: a
alma humana ou sobe a um céu ou desce a um inferno. Pois a isso chamamos o
princípio de verticalidade escatológica, ou seja: isso sucede quando o mundo
do espírito é encarado enquanto uma realidade que está acima e abaixo do
homem, e para a qual o homem sobe ou desce para ser recompensado ou punido. Já na santeria esse conceito de inferno enquanto
local de expiação e castigo de pecados não existe, nem se professa a noção
vertical na qual almas sobem ou descem algures, mas antes professa-se uma
noção horizontal da espiritualidade, ou seja: é professado que não existe um
céu por cima do homem, nem que existe um inferno por baixo do homem, mas
antes se professa que existe um mundo «aqui» – o mundo físico e da carne – e
um mundo «alem» – o mundo espiritual e dos espíritos – ou seja: é professado que as almas
não sobem nem descem para lado algum, mas antes que as almas seguem em frente
e atravessem para um plano espiritual, para o «outro lado» desta realidade, e
que é o mundo do espírito. Assim sendo: Mundo físico e mundo espiritual não existem um
por cima ou por baixo do outro, mas antes coabitam lado a lado. Pois por isso: Quando o corpo morre então a alma não sobe bem
desce para lado algum, mas sim a alma sobrevive e transita para o outro mundo
– em inglês o termo é «the soul crosses over to the other
side» – ou seja: a alma viaja e faz a passagem para
o mundo espiritual. Exemplo disso podemos encontrar nas escrituras, onde assim está escrito: Abraão expirou e morreu
(…) e foi reunir-se aos seus parentes Génesis 25,7 Isaac (…) morreu e
reuniu-se aos seus parentes Génesis 35,28 Ou seja: Não é dito que nem Abraão nem Isaac subiram nem
desceram para lado algum, mas sim é dito que Abraão e Isaac partiram e se
foram juntar com os seus antepassados, ou seja: Não é jamais falado em subir para céu algum nem
descer para inferno algum, mas sim é dito que o espírito de Abraão e Isaac
desencarnou e transitou para o mundo dos espíritos, onde ali – citando – «foi
reunir-se aos seus parentes» já falecidos, isso significando que: Os espíritos de Abraão e Isaac desencarnaram e
passaram deste mundo carnal para o mundo dos espíritos, onde ali foram
eternamente reunir-se e viver junto dos espíritos também já desencarnados dos
seus antepassados. Pois por isso mesmo também assim está escrito: Javé, Deus dos seus antepassados Deuteronómio 29,24 Eu sou o Deus dos teus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de
Isaac, o Deus de Jacob Êxodo 3,6 Pois então: Deus
é diversas vezes chamado o «Deus dos antepassados», e isso não sucede por
acaso, ou seja: Deus é chamado
«Deus» dos «antepassados», pois que Deus é anunciado como o «Deus» do «mundo
dos espíritos», mundo esse para onde os espíritos já desencarnados vão e habitam
para toda a eternidade. Assim sendo: O mundo do espírito não é nem um mundo superior de
recompensas nem um mundo inferior de punições, mas sim o mundo do espírito é
o mundo onde os espíritos habitam, e esse mundo não é um mundo nem de
castigos nem de benefícios, mas sim é um mundo de perpetuação eterna da vida
do espírito, onde ali as almas continuarão eternamente existindo, havendo
mesmo a possibilidade dessas alma contactarem e interagirem com este mundo. Pois então: É por isso professado que tudo aquilo a que chamamos
de anjos, de demónios, de santos, de aparições, tudo isso são espíritos, e
tudo isso são na verdade espíritos – uns mais ancestrais, outros mais
recentes, uns criados no momento da própria criação e outros espíritos
antepassados de pessoas que já desencarnaram – tudo isso são espíritos que
habitam no «outro lado», ou seja, no mundo espiritual que existe lado a lado
com o nosso mundo, sendo que ambos os mundos – seja o físico e o espiritual –
foram criados por Deus. Muitos
perguntam: mas como podem anjos, demónios, espíritos desencarnados, santos –
e ate mesmo outras entidades – todas habitarem no mesmo mundo? Assim
respondemos: o reino do espírito é como uma casa, e uma casa tem muitos
quartos, muitos compartimentos, muitas divisórias. Pois assim sendo: O reino
no espírito é também como uma grande propriedade onde existem muitas
habitações, muitas moradias e muitas casas. Pois por isso: nesse reino existe
espaço para todas as casas e todas as moradias. Pois então: cada uma das
classes de espíritos que habita no mundo do espírito habitam na sua própria
casa ou moradia, e porem todas essas casas e moradias coabitam no mesmo
reino, e nisso não existe contradição, pois que o mesmo Deus que criou o
homem também criou anjos, criou demónios, criou santos, criou entidades e
criou o seu próprio reino, onde cada um dos seus habitantes assim habita na
sua própria habitação – todos eles habitando no reino de seu Pai – e nisso não existe
contradição.
Assim está escrito: Diante do bem esta o mal,
diante da morte esta a vida (…)Considera portanto
todas as obras do Altíssimo que, duas a duas, estão em frente uma da outra Eclesiásticos 33,14 Pois então: Deus é O Criador de todas as coisas, e por isso
Ele é o criador da luz e das trevas, do sol e da lua, do frio e do calor, do
positivo e do negativo, do bem e do mal, do corpo e do espírito, de anjos e
de demónios, de bênçãos e de maldições, e tudo na obra de Deus foi assim
disposto «uma coisa em frente a outra», pois que não há nada que não tenha
sido por Deus criado. E quando assim se diz, então muitos logo se
apressam dizendo: «MAS AFINAL DEUS É MAU? AFINAL DEUS PRATICA MALDADE, OU
MANDA PRATICAR O MAL?» A isso, logo respondemos: «COM CERTEZA QUE NÃO!
JAMAIS!» O que estamos dizemos é coisa diferente, e é: È a forma como o homem decide usar da Criação de Deus,
que determina a ocorrência do bem ou o mal neste mundo. Olha por isso: O mal é como uma faca afiada que Deus criou, e
que deixou para a o homem usar conforme a liberdade da sua escolha. Pois então: se a mão do homem usar dessa faca
para cortar pão e distribui-lo aos necessitados, então eis que se usou uma
coisa potencialmente má para causar um bom fim; ao contrário, se a mão humana
decidir usar essa faca para matar, oprimir e afligir os seus irmãos, então
eis que faca estará servindo a um mau fim, e o mal manifestou-se neste mundo. E porem: Não é a faca que – em boa verdade - é má nem é boa,
mas sim é a utilização que a mão humana dá a essa faca que acaba causando a
manifestação do bem ou do mal neste mundo. Da mesma forma. A obra de Deus é complexa, e na Criação de Deus
existem todos os tipos coisas, sendo que cabe ao homem ir pegar nas coisas
boas para fazer o bem, e não ir pegar nas coisas más para fazer o mal. E olhai que a complexidade da Criação de Deus é
tão imensamente tremenda, que ate mesmo é possível pegar em coisas de luz e
boas para ir causar destruição, pois que os anjos de Deus serviram para
destruir e devastar cidades reduzindo-as a cinzas, e ate mesmo dizimaram
exércitos inteiros, e fizeram perecer de uma vez todos os primogénitos do
Egipto; Da mesma forma que é possível pegar em coisas
supostamente más para ir fazer o bem, pois que o demónio que afastou os 7
noivos de Sara assim o fez para que ela – apesar da insistência de seu pai -
se mantivesse pura e esperasse até que se unisse a Tobias, que era o amado
que lhe havia sido por Deus destinado; o demónio actuou junto do rei Saul
para desnorteá-lo e abrir caminho a que David - o ungido - ocupasse o trono de
Israel; o demónio laçou confusão e temores entre senhores inimigos de Israel,
assim preservando a nação que Deus escolheu; o demónio tentou Job, assim
fazendo-o prevalecer na fé e mais aproximar-se de Deus; Pois por tudo isso assim se diz: Este á assunto complexo, que não pode ser olhado
com olhos redutores e simplistas. Pois por isso: Quanto ao ser humano «em si», eis que assim se
sabe que o centro da questão nesse assunto – o bem e o mal - não reside nem
no Criador, nem na Obra do Criador, mas sim no uso que o ser humano dá a essa
obra que o Criador lhe concedeu, pois que é a partir daí - e apenas daí – que
floresce o bem ou o mal deste mundo. Pois então: Se bem que é verdade que Deus criou o bem e o
mal, porem Deus jamais disse: «Ide meter a mão no mal». Não. Aquilo que Deus fez foi dar a liberdade de escolha
ao homem, na esperança que ele anseie ao bem e não vá meter a mão no mal. Pois então: Se mal existe neste mundo, esse mal não foi Deus
quem o mandou ir fazer, mas sim foi o homem que optou por ir meter mão no mal
e pratica-lo, e isso não é – jamais - culpa de Deus. Pois por isso mesmo, assim está escrito: É o que sai da boca da
pessoa que a torna impura, pois que é de dentro do coração da pessoa que saem
as más intenções Marcos 7,20-21 Pois que assim sabe: O mal do mundo provem das más intenções dos
corações maldosos que se dedicam a ir laborar no mal, ao invés de trilharem
no bem. Já coisa inteiramente diferente disso, é que Deus
tenha dado ao homem a capacidade de – justamente – diante dos seus tormentos
então ir e invocar sejam as bênçãos ou as maldições de Deus, pois que - isso
assim - foi autorizado na Palavra de Deus a todo o seu sacerdote - Números 5,23;29-30 |
Na doutrina dos santos, assim se professa: A «magia branca» é a
invocação das «bênçãos» de Deus, e que a «magia negra» é a invocação das «maldições» de Deus, e
ambas são instrumentos de Deus para em espírito o Senhor operar
nos destinos dos homens. E na verdade isso é atestado na palavra da Escritura, onde assim está
escrito: por causa da maldição [ de Deus], (…)
os pastos dos campos ficaram secos Jeremias 23,10 Pois assim se sabe: Deus é Senhor de bênçãos, e porem Deus é também Senhor de maldições, e
todas essas coisas existem em Deus, e podem a Deus ser clamadas, pois que
assim está revelado: «O sacerdote escreverá esta MALDIÇÃO num
documento (…)e o sacerdote fará este ritual Números 5,23;29-30 Pois assim se sabe: Aos sacerdotes que veneram a Deus é instruído não apenas clamar ás bênçãos de Deus, como lhes é instruído clamar ás
maldições de Deus, e isso assim se testemunha e confirma neste mandamento. E mais assim está escrito: Se obedecerdes (..,) a
Deus (…) serás abençoado (…) contudo se não obedecerdes a Deus (…) virão
sobre ti e atingir-te-ão estas maldições (…) Deuteronómio 28,1-3;15-16 Pois assim se atesta: Deus é Senhor tanto de bênçãos como de maldições, e todas as coisas,
sejam bênçãos ou maldições, sejam forças de espíritos bons, sejam forças de
espíritos de maldição, todas as coisas estão sob o poder de Deus e são por
Deus comandadas. Por isso: As Sagradas Escrituras atestam inúmeros exemplos de como Deus tem ao seu
serviço tanto espíritos bons como espíritos de
trevas, e que por isso tanto uns como outros podem ser usados por Deus
conforme a sua vontade. E por isso se sabe que Deus usou anjos ao seu serviço, como aquele que auxiliou Tobias, ou aquele que se dirigiu a Balaão, ou aquele que falou com o profeta Daniel, ou aquele que
anunciou a Maria o nascimento de
Jesus; Porem igualmente se sabe que Deus usou demónios e espíritos malignos ao
seu serviço, como aquele que Deus usou contra o Rei Saul para o desgraçar, ou como aquele que Deus usou contra Job para lhe testar a fé, ou como
aquele que Deus usou para colocar discórdia entre Abimelec e os senhores de Siquem, ou como aquele que Deus usou para tentar David a fazer o recenseamento. E por isso se crê que Deus é senhor de todas as coisas, e que para o
Senhor usar de anjos e bênçãos, (aquilo a que comummente se chama «magia branca»), como de demónios e maldições,
( aquilo a que vulgarmente se chama «magia negra»), tudo é possível a Deus
e tudo d’Ele provem. E prova disso é que também assim está escrito: Vede, hoje
ponho diante de vós a bênção e a maldição Deuteronómio
11,26 Diz por isso a nossa fé que as
bênçãos e maldições foram criadas por Deus, e tudo aquilo que por Ele é
criado jamais pode ser contestado pelo homem. E por isso: Então assim professamos que «magia
branca» é o apelo ás «bênçãos de Deus», e que «magia
negra» é o apelo ás «maldições de Deus». E porem, quando se pergunta: «Então vocês afirmam que Deus é autor do mal que os
homens praticam uns com os outros?» A isso respondemos: Não, jamais! Jamais afirmamos isso, pois que ao afirmardes isso então confundis a
maldade que vem dos corações maldosos dos homens, com aquilo que estamos
afirmando na nossa mensagem religiosa. E por isso, olhai que assim está escrito: Não digas: «Foi por culpa de Deus (…)» Desde o
princípio, Deus criou o homem e entregou-o ao poder das suas próprias decisões.
(…) Ele pôs-te diante do fogo e da agua, e poderás
estender a tua mão para aquilo que quiseres Eclesiástico 15, 11-16 Pois então: O homem tem liberdade de optar entre o bem e o mal, e Deus quanto a isso
nada faz pois que desde sempre lhe deu essa liberdade. E assim: Muito do mal que ocorre no mundo, provem dos corações que optam pelo
mal, ao invés de optarem pelo bem, e
nada disso tem que ver com Deus. E por isso: Quando um homem
decide fazer mal a outro homem, isso foi opção do seu coração maldoso, e isso
não é coisa de Deus, nem Deus tem nada que ver com isso, pois que Deus não
ordena que o homem vá ferir o seu irmão, mas sim Deus ordena que o homem ame
o seu irmão. E por isso: Se este mundo está
cheio de violência, de maldade, de corrupção, de crime, e de abominações,
isso são os frutos amargos das escolhas do homem, que prefere entregar-se ás vilanias, que andar no caminho do bem. E isso….isso
nada tem de ver com Deus, nem com religião, nem com as obras do espírito. Isso são coisas das
escolhas maldosas dos corações maldosos que infestam este mundo, e isso não
são coisas do espírito, nem de Deus, pois que assim está escrito: O céu pertence a Deus, mas a terra ele deu-a aos homens Salmo 115,16 Pois então: As coisas do espírito são as coisas de Deus, e porem coisa diferente são
as coisas deste mundo e das decisões do homem, pois que terra está entregue
aos homens e ao poder das decisões do seu coração. E se os corações dos homens optam pela violência e pelas barbaridades,
então isso é coisa da maldade dos homens, e não de Deus, pois que Deus nada
tem que ver com essas coisas que são mero fruto das opções dos corações dos
homens. Coisa inteiramente diferente é falar das obras que Deus em espírito
opera, e é disso que estamos falando quando falamos das bênçãos e maldições
de Deus. Por isso: Coisa que jamais se pode dizer é que Deus não é Senhor de todos os
espíritos, pois que isso seria dizer que existem espíritos com a mesma
autoridade de Deus, então: Isso não sucede, pois que – professamos – ninguém tem mais autoridade
que Deus, pois que nós cremos num Único Deus acima de todas as coisas, e não
em dois, nem três, nem quatro Deuses. E na verdade: Não podem existir mais que Um Deus, pois que assim está revelado: Fora de Mim não existe outro Deus Isaías 45,21 Por isso: O que dizemos é que Deus tem poder sobre todos os espíritos, e que as
escrituras revelam incontáveis exemplos de como o Senhor usou tanto espíritos
bons como maus ao seu serviço, a as escrituras demonstram incontáveis
exemplos de como Deus dispõem de bênçãos e maldições, e que todas essas
coisas podem ser clamadas a Deus conforme a sua Palavra. È isso que dizemos, e é isso que professamos. E por isso, não digais jamais: «Fui vítima de
um mal! Como é que Deus permitiu isto?» A isso vos respondemos: Deus não vos fez mal algum. Ao contrário, vós haveis sido vítimas de uma
maldade de pessoas maldosas que vos feriram por maldade, e olhai: Isso foi obra dessas pessoas de coração maldoso e não de Deus, pois que
Deus não tem nada que ver com isso, e Deus não foi ordenar a essas pessoas
para que elas vos ferissem. E assim sendo: Se essas pessoas porventura vos fizeram mal, então eis que a culpa é
desses corações maldosos e das suas maldosas decisões, e não de Deus. Pois por isso: Se vós sentis que um maldoso vos lançou um mal, então eis que Deus vos
deu a sua Palavra e os seus Santos, para que vos protegêsseis do mal, e
vencêsseis em todas as coisas, e por isso Deus não vos abandonou, nem vos
deixou á mercê do mal. E por isso: Se sentis o mal, então tendes apenas um caminho, e ele é: Deus realizava milagres extraordinários pelas
mãos de [são] Paulo Actos Apóstolos 19,11-12 Pois assim se sabe: Através dos seus santos, Deus pode operar os maiores milagres. E assim sendo: É pelos seus santos, que Deus manifesta neste mundo todo o seu poder,
obra e prodígio. Pois então: É precisamente a esta mensagem, a esta fé, e a este desígnio de
espiritualidade que anunciamos, e que vos convidamos a vir trilhar. E por isso: Vinde aos santos, e conquistai tudo aquilo que vos é negado, seja no
amor, seja na família, seja na prosperidade, e então: Vinde com fé e de coração aberto. Pois então: Se ficardes de braços cruzados e não vierdes aos santos, então não
culpeis a Deus, pois que sois vítima da maldade dos homens e não de Deus, e
Deus nada tem que ver com as más intenções de corações maldosos que vos
possam ter roubado a felicidade. Ao contrário: Deus dá-vos solução, e Deus dá-vos a salvação, pois que o Senhor na sua
Palavra aponta-vos o caminho através dos santos. E porem: Se a Deus Lhe compete mostrar o caminho, já porem não é a Ele que Lhe
compete fazer esse caminho, pois que esse caminho compete-vos a vós trilhar
pelos vossos pés, e ir. Tomai então o caminho, e vinde a são Cipriano. |
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