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Trabalhos de Magia segundo saberes ocultos de s.Cipriano

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Garantia de Satisfaçao, ou DEVOLUÇAO do Dinheiro.

 

AS 6 REGRAS DOS TRABALHOS ESPIRITUAIS

As 6 regras dos trabalhos espirituais, e os 3 mandamentos da ajuda dos espíritos, 
de acordo com as Sagradas Escrituras.


A descrição das regras dos trabalhos espirituais encontram-se inscritas nos próprios textos sagrados.

 

Ali, no I Livro de Samuel, estao enunciadas as normas que devem conduzir um trabalho espiritual, o tipo de resultados que derivam de um trabalho, a forma como esse deve ser concretizado pelo mestre, assim como aquilo que cabe ao consultante observar no decorrer de um trabalho mistico. Tudo isso se passa a revelar.

No I Livro de Samuel, podemos verificar que Saul procurou a ajuda do vidente e mestre Samuel. E através do vidente, cumpriu-se a vontade do espírito de Deus, sendo que dessa forma Saul saiu da situação difícil em que se encontrava e chegou a ser rei de Israel.

Este episódio bíblico, revela claramente as regras segundo as quais os espíritos actuam na vida das pessoas através dos mestres que trabalham com as realidades invisiveis.

De acordo com as escrituras, ( mais concretamente dos saberes inscritos no I Livro de Samuel), são 6 as regras sobre a consulta aos espíritos e os trabalhos espirituais, conforme se descreve:

I
Regra sobre a missão dos mestres espirituais

O empregado porem sugeriu: Olha, na cidade vizinha há um homem (…) muito famoso.Tudo o que ele diz, acontece de facto. Vamos até lá. Quem sabe? Talvez ele nos possa orientar sobre o caminho que devemos de seguir
I Sm 9, 6


Nestes versos, verifica-se que Saul se encontra num momento complicado da sua vida, sem saber o que fazer. Perante o problema, o empregado de Saul sugere-lhe que visitem um vidente que os ajude a encontrar solução para o problema.
A passagem demonstra que a função do profeta e do mestre espiritual é dar orientação quanto aos caminhos a seguir, de forma a que se possam conquistar os objectivos que se desejam.
Quando queremos ir para algum lugar, mas estamos perdidos, há que procurar quem nos indique o caminho certo, o caminho que nos leve a esse destino a que desejamos chegar.
O mesmo se passa quando desejamos algo na vida: por vezes parece que tudo está perdido e é impossível obter aquilo que se quer; no entanto, se alguém nos indicar o caminho certo para conquistarmos o que queremos, poderemos lá chegar com sucesso, ao invés de andarmos perdidos.
Um mestre espiritual não faz cair do céu os desejos de quem sofre, ele antes faz abrir os caminhos para que esses desejos se cumpram. Quem procura um mestre, não deverá pensar que vai ficar de braço cruzado esperando que a solução lhe bata á porta; Antes deverá procurar no mestre a orientação e as revelações que indiquem os caminhos certos a percorrer para que se conquiste a solução de um problema.

II
A regra de consulta aos mestres espirituais

Podemos ir. Mas que vamos oferecer a este homem? Não temos nada para oferecer (….) O empregado respondeu: Tenho aqui uma (….)moeda de prata.Vou oferece-la ao homem(….) e ele dar-nos-á uma orientação
I Sm 9, 7-8


Nesta passagem, verificamos que Saul não deseja consultar o vidente sem ter algo que lhe possa oferecer. Pior: Saul verifica que não tem nada para oferecer ao vidente em troca da sua ajuda. A este dilema, o seu empregado e amigo responde que possui algo que oferecer ao vidente, e oferece-se para ajudar Saul na consulta ao mestre.

Isto revela duas coisas:

Primeiro: Sobre a honestidade de quem procura um mestre de espíritos:

Quem procura a ajuda dos espíritos, deve ter respeito por aquele que trabalha com os espíritos. O respeito traduz-se na oferenda, pois oferendar aquele que ajuda, é como oferendar os espíritos que ele serve, e é por tudo isso uma demonstração de crença e de fé. Saul foi honesto quando desejou consultar o mestre, desejando pedir os seus serviços, contudo verificando que não tinha nada para oferecer ao mestre ficou com receio de o visitar e pedir-lhe auxílio. Isso demonstra que Saul estava actuando com um espírito de honestidade e fé, assim como revela que a oferenda feita a um mestre deve ser feita com confiança, respeito, fé e honestidade, e não como quem compra um bife num talho.

Esta escrito que «a fé (…) é o meio de conhecer realidades que não se vêem», ( Hebreus 11,3) , e por isso, a quem diz a um mestre:
«acreditarei apenas quando vir, por isso oferendar-te-ei apenas depois de ver»,

o mestre responderá apenas:

«Vereis apenas quando acreditares, e se oferendares é prova que tiveste fé».
Quem procura um mestre com desdém e desconfiança, nada mais levará senão mau resultado e igual desdém, pois por via desse mestre os espíritos darão aquilo que receberam.
Quem procurar um mestre com confiança, fé e honestidade, receberá ajuda verdadeira, pois por esse mestre os espíritos oferecerão um remédio de verdade.

Segundo: Sobre o que há a oferecer a um mestre de espiritos:

Verificamos também nesta passagem que quando julgamos que não temos aquilo com que oferendar a um mestre para o consultar e resolver os nossos problemas, há sempre quem nos ajude nessa oferenda, pois há sempre quem nos ajude a encontrar solução para os nossos problemas. Basta querermos e lutarmos, que a ajuda de um mestre virá sempre a nós, desde que não fiquemos de braço cruzado chorando pelo leite derramado.

III
A regra da conduta mediante os mestres espirituais

Samuel respondeu: «Sou eu, o vidente. Sobe á minha frente até a lugar alto. (….) Vou resolver a questão que te preocupa. Não te preocupes com as jumentas que perdeste (…)» Saul respondeu: «Eu sou de Benjamin, a menor das tribos de Israel»
I Sm 9, 19-21


No decorrer da conversa entre Saul e Samuel, ambos falam sobre o que sucedeu e que ali levou Saul.

Pois Saul que o consultou, é totalmente honesto sobre si mesmo no diálogo que mantêm com o mestre.
Isto revela que quem procura revelações junto de um mestre, tenha em atenção a seguinte regra:
Quem diz a verdade a um mestre, dele receberá a verdade, pois por ele os espíritos revelarão verdades.
Quem mente a um mestre, dele apenas receberá mentiras, pois por ele os espíritos responderão com igual mentira.
Entrega ao mestre, aquilo que quiseres receber dos espíritos:

*  entregais verdade e recebereis solução,

*  entregais mentira ou desdém, e recebereis engano ou contradição.

IV
A regra do silencio e o sigilo

Diz ao empregado que vá á frente. Quanto a ti, espera um momento, para que te comunique a palavra
I Sm 9, 27


Sabemos das anteriores passagens deste livro sagrado, que foi o empregado e amigo de Saul que o ajudou a consultar Samuel, pagando a consulta com uma moeda de prata.
No entanto, sem olhar a quem pagou a consulta, o mestre Samuel pede a Saul que o seu amigo e empregado se afaste quando se trata de lhe revelar as verdades que os espíritos tem para oferecer.
Isto revela que a verdade resultante da consulta aos espíritos deve de ser revelada apenas ao próprio e a mais ninguém.
A revelação é pessoal e não pode ser dada a conhecer a mais ninguém, pois os espíritos actuam invisivelmente, em silêncio e em segredo, pelo que a invisibilidade, o silêncio e o segredo dão a regra que garantem o cumprimento das suas acções.
Revelar a outrem aquilo que foi a consulta de um mestre, é invalidar a ajuda dos espíritos que operam através dele.
Quem consulta um mestre, apenas para depois divulgar ao mundo que o consultou ,( por vezes injuriando-o), não espere resultados positivos nem grite «injustiça», pois desse mestre não verá boa ajuda.
Conservai do mestre apenas 3 coisas:
a consulta, o mestre, e as suas revelações… em segredo;

Se o fizerdes, os espíritos actuarão.

V
A regra dos eventos despertados pelos trabalhos espirituais

Hoje, quando saíres daqui, encontrarás dois homens junto ao tumulo de Raquel (….) Prosseguindo o caminho, chagarás ao carvalho do Tabor, e então encontrarás três homens que sobem para o santuário de Deus em Betel, um levando três cabritos , outro três pães, e o terceiro com uma vasilha de vinho. Eles vão cumprimentar-te e oferecer-te dois pães. (….) Entrando na cidade, encontrarás um grupo de profetas (….) profetizando (…) Quando esses sinais se realizarem, faz o que achares melhor, porque Deus estará contigo (….)E todos esses sinais aconteceram
I Sm 10, 2-9


Uma vez consultado, Samuel indica que um conjunto de eventos será despertado na vida de Saul, e que esses eventos sucederão de forma a que o rumo de vida de Saul seja novamente traçado, a fim que um destino desejado seja alcançado. Samuel, ordena assim que Saul observe os eventos desenrolarem-se na sua vida, pois os eventos que Saul vai começar dali em diante a observar, atestarão  que o espírito esta actuando na sua vida. Assim também deve fazer quem inicia um processo espiritual: observar serenamente os eventos que se são desenvolver, pois eles levarão aos novos rumos que estão a ser construídos.  


VI
A regra das instruções

Espera sete dias. Depois (….) dir-te-ei o que deverás fazer
I Sm 10, 8


Quando Samuel acaba de indicar que certos eventos serão despertados na vida de Saul como consequência da acção do espírito na vida dele, o mestre ordena que Saul deveria aguardar um certo prazo , e depois obedecer ás instruções do mestre.

 

Saul assim fez. Fê-lo e assim se tornou Rei, contra todas as probabilidades. 

 

Em resumo:

 
As escrituras revelam claramente através de estas 6 regras da consulta de Saul a Samuel, que há que em ultima consequência que respeitar 3 mandamentos num trabalho espiritual:

1- Aguardar pelo cumprimento dos eventos que os espíritos farão despertar na vida de uma pessoa

2- Observar o prazo que o mestre determinar

3- Seguir fielmente as instruções que foram facultadas pelo mestre

As escrituras revelam que assim fazendo, um processo espiritual pode operar milagres.

 

 

Sobre os prazos dos trabalhos espirituais?

 

 Sobre o prazo dos processos espirituais, o assunto encontra-se esclarecido nas escrituras, onde assim se diz:

 

Então Deus respondeu-me:

«Escreve esta visão, guarda-a com clareza em tabuinhas(….)

È uma visão sobre um tempo determinado,

fala de um prazo,

e não vai decepcionar.

Se demorar, espera-a, pois certamente ele virá e não tardará.

Habacuc 2; 2-4


Os prazos dos processos gerados pelos espiritos, são ditados pelos espíritos.

Podem vir com celeridade ou podem tardar, mas se as regras espirituais forem cumpridas, e assim se aguardar serenamente,

os espíritos não decepcionarão.

 

 

Porque uma feitiçaria não funciona?

 

Na obra Malleus Maleficarum, ( 1486), é claramente declarado que uma bruxaria apenas poderá resultar se Deus o permitir.

 

Ou seja:

 

Se Deus consentir que um certo encantamento espiritual produza resultado, então o sortilégio produzirá o seu fruto.

 

Contudo, se uma feitiçaria se destinar a produzir um efeito totalmente contrario aos desígnios de Deus, então o Criador não permitirá que os intentos de um feitiço resultem.

 

Nesse caso, nada haverá a fazer senão aceitar a vontade de Deus, pois contra a vontade Dele, toda a feitiçaria é impotente.

 

A feitiçaria funciona invocando espíritos e as forças que influenciam este mundo terreno.

 

Se Deus permitir, então essas forças e espíritos irão gerar todos os frutos que tanto desejamos e na maioria das vezes, a feitiçaria tem sucesso nessa missão.

 

Contudo se Deus não o permitir, então todos os espíritos e forças são impotentes para contrariar o grande desígnio do Criador.

 

O feiticeiro e o mago não é mais senão um homem de fé que intercede junto dos espíritos e forças terrenas.

 

Se Deus permitir, a fé do mago resultará em milagre e prodígio.

 

Contudo, se Deus não o permitir, então nem o mago, nem os espíritos por ele invocados,  poderão fazer gerar seja que efeito for.

 

 

 

A lei do mundo espiritual

Quando procurais ajuda dos espíritos, observai as regras e os mandamentos que as escrituras revelam e acima são expostos.

 

Contudo jamais procureis auxílio espiritual, seja numa igreja, seja num mestre, seja num mago, seja num pai de santo, seja num vidente…. se não acreditais, nem tendes crença.

 

Se procurares a ajuda dos espíritos com arrogância, pensando que porque pagais dinheiro podeis abster-vos de cumprir com as regras do mundo espiritual, então apenas encontrareis a perda irreparável dos vossos desejos.

 

Não procurais também ajuda dos espíritos com o coração cheio de dúvidas. As dúvidas geram ansiedades e estados espirituais desequilibrados. As ansiedades e os desequilíbrios levam ao desespero. Do desespero nasce agitação e incerteza. A incerteza, é apenas prova de descrença. E se não tendes crença que sereis recompensados pelos espíritos, então porque procurais a sua ajuda? Apenas para os importunar?

 

Não se invocam espíritos nem aparições, por qualquer ninharia. Uma vez invocados, eles podem influenciar as nossas vidas com enorme poder. Use-se esse devastador poder com prudência e bom-senso, ou os resultados podem ser imensamente trágicos.

 

 

Por isso, assim dizem as escrituras:

 

Quem se aproxima de Deus, deve acreditar que Ele existe, e que ele recompensa aqueles que o procuram

Hebreus 11,6

 

Quem procura o espírito de Deus, ou espírito de um Orixá, ou o espírito de um santo, ou do espírito de um anjo, ou do espírito de um demónio, deve faze-lo acreditando que será recompensado pela sua procura.

 

Quem acredita que será recompensado pelos espíritos, esta acreditando nos espíritos. E acreditar neles com temor e respeito, é a única coisa que eles pedem, seja o espírito de um anjo ou de um demónio, de um Exum ou de um Orixá, de Nossa Senhora ou de um Santo, de Deus ou do Diabo. Todos eles, pedem apenas isso: crença e respeito.

 

Quem acredita verdadeiramente que será recompensado, não tem em dúvidas, nem é assolado por ansiedades, nem é atormentado por descrenças, nem cai em desesperos, nem cede a desequilíbrios, pois sabe que o seu desejo será satisfeito. E quem assim actua, observará o prodígio suceder.

 

Nunca digas: «ver para crer».

 

Diz antes: «crer para ver».

 

No capítulo XI, verso I do Livro de Hebreus, esta escrito que a fé é o meio através do qual conseguimos ver aquilo que não é visível.

 

Por isso:

 

Se apenas acreditais quando vires o milagre, então nada vereis.

 

Se tiverdes crença antes de ver seja o que for, então é certo que verás o milagre acontecer.

 

Esta é a lei, e todo o mundo espiritual, seja qual a crença, a religião ou o credo, obedece a esta lei.

 

Assim:

 

Se procurais a ajuda de um espírito com descrença, ou arrogância, ou duvidas, então desrespeitais esse espírito que procurais, seja ele o espírito de Nossa Senhora, de um anjo, de um Orixá, de um Exum, de Deus ou do Diabo.

 

E que espereis receber em troca, se em vez de humildade e crença, procurais um espírito apenas para o desrespeitar?

 

Esperais boa recompensa? Claro que a resposta que tereis do espírito é apenas devastação e ruína.

 

Não façais do vosso pagamento a um sacerdote, a um mestre, ou a um templo, um motivo de exigência ou arrogância, pois para o espírito que procurais o dinheiro nada vale. Pensais que a Deus ou ao Diabo, que a um Orixá ou a Nossa Senhora, que a um anjo ou a um demónio, interessa o vosso dinheiro? Eles são espírito, e nada querem saber do vosso ouro.

 

O vosso pagamento constitui apenas uma oferenda que permite interceder por vós.

 

Contudo apenas a vossa postura humilde e crente é a chave que abre a porta aos vossos desejos.

 

Os espíritos tudo podem conceder, contudo os espíritos exigem crença, temor e respeito.

 

Sem isso, os espíritos tudo podem tirar.

 

Olhai portanto com respeito antes de entrar pela porta dos espíritos.

 

Entrar na casa dos espíritos, exigindo e desrespeitando o dono da casa, apenas vos trará miséria ainda maior que aquela que vos persegue.

 

Muitos podem não crer nesta lei, e contudo ela é tão real como o vento que vos rodeia e não se vê, mas que tem o poder de devastar montanhas.

 

Estas regras espirituais encontram-se declaradas nas escrituras, na Torah, nos evangelhos e em todos os textos sagrados.

 

Os profetas que escreveram estes textos desde há 5.000 anos atrás, seguramente não o fizeram para enganar seja quem for.

 

A verdade esta escrita nos textos sagrados.

 

Cumpra-se com a lei do mundo espiritual, e seremos beneficiados.

Em resumo:

Estas são as  regras dos trabalhos espirituais, conforme ditadas pelas próprias escrituras.

 

 

 

 

 

 

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