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rituais conforme saberes de São Cipriano.
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Como
funciona a Bruxaria?
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1
+ Bruxaria e Maldições +
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Se
queremos entender como funciona a bruxaria, temos de mergulhar nos
conhecimentos mais ancestrais sobre essa pratica espiritual. |
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Havia 5 tipos de finalidades de maldições na bruxaria da
antiguidade:
Como
podemos concluir, ontem como hoje os objectivos da bruxaria permanecem
inalterados.
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As maldições
que a bruxaria produzia nesses tempos, eram realizadas com as 5
finalidades acima descritas e no fundo, e como vamos compreender mais
adiante, toda a bruxaria era, ( e ainda é e sempe será), feita com recurso a
maldições que são materializadas com recurso á necromancia. |
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Podiam
e eram maldições temporárias, condenando alguem a fins como: |
2-
As Bonecas Vodu
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Na
verdade, as bonecas tipo vodu são muito mais antigas do que comummente
se julga. |
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3-
As Placas de Maldição e a origem do termo «Amarração»
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Na
Grecia e em Roma, era contudo mais frequente executar bruxaria através das Placas
de Maldições, que eram folhas de chumbo preparadas para a realização de
actos mágicos e espirituais. |
Na verdade, todo o trabalho de bruxaria era feito por via de uma maldição,
e todo esse trabalho por sua vez era denominado uma «amarração».
Explica-se:
- a amarração visava «amarrar» a pessoa visada pela bruxaria a um certo fim, a
um certo destino.
Por isso se dizia que uma pessoa embruxada tinha sido «amarrada», pois a vida
dessa pessoa tinha sido restringida de forma a que certo efeitos lhe
sucedessem.
Daí o termo «amarração», que era igual a dizer que a pessoa fora «amarrada», ou
«constrangida», ou «condicionada» de forma a que certos efeitos lhe sucedam na
vida.
Na antiguidade, dizer que alguém tinha sido amarrado, era equivalente a
dizer que alguem tinha sido embruxado, fosse para que finalidade fosse.
Mas o termo esotérico de «amarração» tem outra origem e explicação, esta
talvez mais técnica do ponto de vista da metodologia mística.
Nesses tempos ancestrais, atraves do processo magico, entendia-se que a alma da
pessoa visada pela bruxaria era amarrada a um espírito de um morto, sendo que o
espírito desse morto iria ficar na vida da pessoa amaldiçoada, até que esse
espírito do falecido fizesse cumprir o objectivo da bruxaria na vida dessa
pessoa enfeitiçada.
Para melhor entender:
os cemitérios ou as suas imediações, eram por isso tidos como locais
férteis para a pratica de bruxarias, porquanto neles abundavam espíritos de
mortos.
A placa de maldição, onde estavam inscritas orações de conjuro, a
maldição e o nome da vitima, era amarrada á mao do morto, ou amarrada ao corpo
do morto.
Desta forma, procurava-se que o espírito do defunto a quem a bruxaria foi
amarrada, se encarregasse de ir para a vida da pessoa embruxada e cumprisse a
missão que lhe foi encomendada.
No fundo, o contacto da placa de maldição com o morto, deveria
levar a vitima e ser restringida pela acção do espírito desse mesmo morto.
A vitima era quase sempre assinalada na Placa de Maldição pelo seu nome
e pelo nome da sua mãe, pois a mãe era uma fonte segura de identificação certa
da vitima, ao passo que a identificação do pai poderia levar a equívocos.
Dessa situação, falava o provérbio latim, ao declarar: «Pater incertus,
Mater certa».
4-
Locais de Despacho das Placas de Maldição
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As sepulturas
eram os locais fundamentais para se proceder ao deposito das Placas de
Maldição, e assim a completar execução de um trabalho de bruxaria por meios
de uma maldição. |
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Como essas almas vítimas de morte violenta ou prematuras, faleceram antes dessa
hora, dizia-se que esses espíritos estavam condenados a percorrer este mundo
como fantasmas em tormentos. Ora, os campos de batalha e os locais de execução
de criminosos eram locais ferteis em pessoas que tinham sido mortas de forma
violenta e certamente abreviando a sua vida, ou seja, provavelmente em alguns
casos seriam pessoas que faleceram antes da sua hora.
Sabia-se igualmente que mesma sorte sofrem aqueles que morreram sem
oportunidade de se lhes prestar um funeral condigno e os últimos ritos de
enterro.
A esses, os Gregos denominavam «Atelestoi».
Ora, juntar ao cadáver dessas pessoas a Placa de Maldição com uma
bruxaria ( sempre que possível, a Placa de Maldição era amarrada
ao defunto), era influenciar o espirito atormentado desse defunto a
atormentar a vida da pessoa visada pela bruxaria, causando-lhe assim
restrições. Essas restrições que a vitima iria sofrer, iriam a seu tempo
conduzir á produção dos objectivos ditados pela magia que fora feita.
Se por exemplo uma maldição tinha sido lançada para que um desportista
perdesse uma competição, o espírito do morto ao qual essa pessoa foi «amarrada»
iria actuar na vida dessa mesma pessoa de forma a afectar-lhe e restringir-lhe
a saúde tanto psicológica como física. A seu tempo, a vítima acabava por ficar
desconcentrada, descontrolada e mesmo fragilizada tanto mentalmente como fisicamente,
o que facilmente podia conduzir ao aparecimento de lesões e subsequentemente á
perda de uma competição. Por este breve exemplo, é fácil entender como um
espírito que foi «amarrado» á vida de uma pessoa, pode «restringir» essa mesma
de forma produzir os efeitos desejados por uma maldição.
Ao espírito do atormentado era endereçado um pedido, e o atormentado iria fazer
com que esse pedido fosse realizado na vida da vitima dessa bruxaria.
5-
Como funciona a Bruxaria: as Maldições na forma das Amarrações
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Tal
como se pode verificar por todo o exposto, o termo «amarração»
descrevia nao apenas uma bruxaria com fins sentimentais ou eroticos, mas
antes tudo aquilo que era uma bruxaria. |
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. Que sintomas
revela uma pessoa amaldiçoada, ( ou enfeitiçada) ? Toda a feitiçaria, funciona através de maldições que
visam insinuar-se e influenciar alguém no sentido de se produzir um certo
efeito. Existem maldições
de feitiçaria que podem ser lançadas para todos os fins: Eróticos, de vingança, de aproximação, de domínio, de
afastamento, de submissão, de impotência, de exaltação, etc… Um dos exemplos bíblicos de uma pessoa sob maldição,
podemos encontra no Faraó que avisado por Moisés para libertar o povo Judeu,
viu a sua vida «enguiçada» com praga sobre praga a um ponto que tanto a sua
vida pessoal, como a a existência do seu estado, se viu ameaçada. Outro dos exemplos bíblicos de uma pessoa sob maldição,
podemos encontrar no rei Saul, que atormentado por demónios vindos de Deus,
ficou de tal forma fragilizado que acabou por ceder o seu trono a David. Por tudo isso, crê-se que uma pessoa que se encontre
sobre efeito de uma maldição oriunda de um malefício, ( feitiçaria),
normalmente exibe o seguinte quadro de sintomas, ( nem sempre exibe todos
estes sintomas, pode exibir apenas um ou alguns deles): 1-ocorrência de problemas sistemáticos na vida da vitima,
sejam revezes, contratempos, imprevistos, tribulações, etc 2-ocorrencia de estados de acentuada irritabilidade, e por
isso estados reveladores de desequilíbrio e perturbação espiritual 3-ocorrencia de distúrbios no sono ou sonolências
anormais, e que costuma ser um sinal da infestação de espíritos 4-ocorrencia de estados espirituais perturbados, inclusive
pesadelos e sonhos intensos, ( alguns recorrentes), ou completa amnésia
quanto ás suas actividades oníricas tal é o grau de intensidade das mesmas 5-um certo alheamento relativamente á vida, ou a súbita
tomada de decisões quase inexplicáveis ate pela própria pessoa 6-ocorrencia de falta de interesse sexual , ou um ávido
interesse, conforme a finalidade de uma maldição no seu sentido erótico 7-Ocorrencia de climas de desarmonia, intranquilidade e
falta de paz na família, no trabalho ou em geral na vida da vitima 8- Ocorrência de estados psicológicos fragilizados, ou de
isolamento, ou de indecisão e que teimam em fazer a pessoa cair em atitudes
erráticas ou contraditórias 9- Por vezes mesmo, a persistência de dores de cabeça que
se verifiquem não possuir qualquer explicação médica, mas que teimam em
perseguir a pessoa 10-. Um estado geral de má sorte, bloqueios e
impedimentos que parece perseguir de
tempos a tempos a vida de uma pessoa 11-A pessoa
amaldiçoada pode mesmo revelar comportamentos rebeldes, ou que evidenciam uma
revolta mais ou menos inexplicável, ou que manifestam uma tendência para
vícios que não tem causa lógica, ou ate mesmo um sentimento de frustração e
desconforto que persiste em acompanhar a pessoa, pois que ela esta sendo
infestada por espíritos e mesmo não tendo disso consciência, ( pois que os
seus olhos não os vêem), a pessoa contudo pressente no seu intimo que algo
não esta certo e acaba por manifestar condutas algo desorientadas,
contraditórias, impacientes, revoltosas, indecisas, atípicas, como se a
pessoa parecesse não estar totalmente «em si mesma», ou não soubesse bem o
que quer, ou tanto hoje actuasse num sentido e amanha noutro, ou pareça
evidenciar um estado de irritabilidade
e intolerância. 12-Ocorrencia de
ruídos estranhos, barulhos e sons e inexplicáveis no seu lar, especialmente
em períodos nocturnos 13- Ocorrência de
desaparecimentos inexplicáveis de objectos que por vezes tendem a mais tarde
reaparecer sem qualquer explicação lógica 14- Ocorrência de
visões de espíritos em visões nocturnas, ou a nítida sensação da presença
deles, ou a avistamento inexplicado de vultos 15- Ocorrência de
experiencias estranhas com animais que tendem a teimar em aparecer ou a
comportar-se de forma estranha diante da sua presença, (animais como: cães,
gatos, cavalos, serpentes, pombas, mochos, aranhas, moscas, corujas,
lagartos, abelhas, vermes, etc) 16-Uma
sistemática e inexplicável ocorrência de fenómenos estranhos á sua volta com
equipamentos eléctricos ou electrónicos que tendem a parar de funcionar, ou
funcionam de forma estranha, ou a avariar-se sem explicação e de forma
anormalmente persistente 17-Ocorrência
sistemática e sem explicação médica de uma sensação de angustia que teima em
perseguir a sua vida, e que normalmente decorre da sua alma poder encontrar-se
sob influencia de uma
maldição ou malefício Alguns dos efeitos de uma maldição
operam-se de forma visível aos olhos, ( nomeadamente aqueles que correspondem
a eventos negativos que sucedem na vida de uma pessoa, ou a comportamentos
exteriores que ela evidencia), ao passo que outros efeitos operam-se de forma
invisível pois que se manifestam em tormentos espirituais internos na pessoa
amaldiçoada. Uma maldição não é algo visível, pois que é um fenómeno que
opera a nível espiritual, infestando a alma de uma pessoa. Assim, embora não
sendo maioritariamente visível, a maldição é um fenómeno terrível e
devastador. As sagradas escrituras atestam que o criador das bênçãos e das
maldições foi Deus, pois que Ele assim o anunciou em Deuteronómio 11,26 ao
revelar: «Vede! Hoje eu ponho diante de vós a bênção e a maldição». Porque alguns crêem por isso que a
maldição é uma poderosíssima obra de Deus, e é um dos instrumentos pelos
quais opera a magia, ( a magia opera fundamentalmente através de processos de
conjuração espiritual - como intercedências ou consagrações -
que visam apelar a forças espirituais para que se gerem bênçãos ou maldições
sobre alguém ou sobre algo), uma
pessoa, instituição ou local que seja amaldiçoados por um processo místico
como os de são Cipriano, ( a isso se chama comummente um «feitiço»),
permanecerá amaldiçoada ate que ceda aos fins da maldição, e amaldiçoada
fique enquanto não ceder, e que assim sucede ate que ceda ou amaldiçoada
permaneça. Depois de
lançada uma maldição sobre uma criatura, que sucede á sua vitima? Depois de uma maldição, ( seja qual for o seu fim), estar
lançada com sucesso sobre a criatura amaldiçoada, será a sua força, ( ou
fraqueza espiritual), que irá ditar em quanto tempo ela sucumbirá aos fins
que ela maldição pretende impor. Ela será infestada de forma gradual mas
firme, a fim de ser lentamente torturada ate ser forçada a cair no objectivo
da maldição. Ensina-nos a bíblia que perante a maldição de Deus, ( que
Moisés lhe transmitiu), o Faraó foi forçado a libertar o povo hebraico, ao
passo que o rei Saul atacado por uma maldição, (por um espírito mau ao
serviço de Deus), foi induzido a uma
série de circunstâncias que o levaram a perder o seu trono. Cada um deles,
demorou o seu tempo a cair na maldição. O Faraó avisado por Moisés,
necessitou de 10 pragas e mesmo assim insistiu em perseguir o povo de Deus,
não se vergando perante a maldição e levando o seu exército a uma enorme
perda. Por assim ser, sabe-se que se a pessoa for espiritualmente mais forte poderá
resistir, e se for espiritualmente mais fraca irá mais facilmente cair aos
fins do malefício. Saul foi amaldiçoado e atormentado
por um espírito mau vindo de Deus ( I Samuel 16, 14-15) O Faraó foi atormentado por uma
maldição constante de 10 pragas, anunciadas por Moisés Job foi amaldiçoado e infestado
por Satã, que actuando ao serviço de Deus assim o infernizou a fim de testar
a sua fé ( Livro de Job, capitulo II). Por isso, uma coisa se sabe: As maldições conforme foram criadas
por Deus , se promulgadas pelo Seu poder e conforme actuaram tanto no Rei
Saul , como no faraó que Moisés afrontou, como em Job … são imparáveis. |
Ensina-nos a bíblia
que perante a maldição de Deus, o Faraó foi forçado a libertar o povo de
Deus, e que o rei Saul foi induzido a uma série de circunstâncias que o
levaram a perder o seu trono. Cada um deles, demorou o seu tempo a cair na
maldição. O Faraó avisado por Moisés, necessitou de 10 pragas e mesmo assim
insistiu em perseguir o povo de Deus, não se vergando perante a maldição e
levando o seu exército a uma enorme perda.
Toda a
feitiçaria, funciona através de maldições que visam insinuar-se e influenciar
alguém no sentido de se produzir um certo efeito. Toda a maldição apenas
produz o seu fruto apenas se Deus permitir, sendo que as maldições segundo se
crê em certos círculos ocultistas, tendem a começar a produzir os seus
efeitos entre 6,7 a 12 dias depois de estarem lançadas, sendo que os seus
efeitos podem fazer-se manifestar com mais insistência na vitima do malefício
por um período ate 12 ciclos lunares, a fim de insistirem com a criatura
atingida e que possa ela assim cair nos objectivos da maldição. Porem, se
assim sucedendo por 12 ciclos lunares a maldição não atingir os seus fins, é
comum que a mesma continue persistindo na vida da pessoa, atormentando-a ate
que ela ceda. Algumas maldições contudo podem atingir famílias, e nesse caso
poderão operar ao longo de gerações, sendo que se crê que nesses casos elas
podem atingir entre 3 a 7 gerações.
Toda
a maldição pedida a um santo de Deus e estabelecida com a anuência de Deus,
constitui um malefício irrevogável, pois que Deus é o Senhor de todas as bênçãos
e de todas as maldições, uma vez que assim foi revelado: Quando Deus te tiver introduzido na terra para onde te
diriges, deverás colocar a bênção sobre o monte Garizim e maldição sobre o
monte Ebal Deuteronómio 11,29 Pois
que assim se sabe que Deus é o senhor tanto de bênçãos como de maldições,
sendo que Deus sobre ambas tem poder, e pelo Seu poder elas se estabelecem. Sabemos
também porquanto tempos elas se estabelecem numa alma, pois que assim está
revelado: Pedro aproximou-se
de Jesus e perguntou-lhe:«Senhor, quantas vezes devo perdoar, se o meu irmao
pecar comtra mim? Até sete vezes?» Jesus
respondeu:«Não te digo sete vezes, mas até setenta vezes sete, porque o Reino
do céu é como um rei que resolveu acertar contas com os seus empregados (…)» Mateus 18, 21-12 Pois no perdao de Deus perdoa-se não 7 mas 70 x 7
vezes vezes, e por isso igualmente na maldiçao de Deus a perseguiçao do
Senhor ocorre não 7 mas 70 x7 vezes. O 7 é por isso o numero de Deus, o numero pelo qual
Deus gerou toda a sua criaçao, e o numero pelo qual ocorrem tanto as Suas
bençaos como as suas maldiçoes, o numero pelo qual de edifica tanto o seu
perdao como a sua condenaçao, pois que está escrito que «o reino do ceu é como um rei que resolveu acertar contas com os seus
empregados», e por isso quando deus impoem a sua vontade e resolver
«acertar contas», Ele o fará conforme a sua lei de 70x7. Por assim ser, por
periodos de 7 anos será essa pessoa atingida pela maldiçao que se renovará 70
vezes mais a cada 7 anos, ate que ceda, e se não ceder ao fim de um periodo
de amaldiçoamento, entao outro periodo sobre ela recairá, e assim será
perpetuamente e até há hora da sua morte. |
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