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Veja aqui: Trabalhos de
Magia segundo saberes ocultos de s.Cipriano Consulta gratuita: e-mail: prf.jorge@gmail.com Tl: 967 04 09 06 |
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Bruxas e Demónios
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Certos estudos Antropológicos defendem que a bruxa foi em
tempos encarada como um ser sobrenatural, uma espécie de vampiro ou mais
concretamente um «succubus» que á
noite invadia o lar das pessoas, fosse na forma de um gato negro, ou de uma
traça, ou de neblina, para ter relações sexuais com um ou mais dos humanos
daquela casa, extraindo assim as forças vitais desses humanos para seu
próprio alimento. |
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È desse tipo de lenda que nasceram diversas superstições que
ainda hoje perduram, como superstições relativamente a gatos negros ou a traças. |
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Colocar uma vassoura ao contrário atrás de uma porta, ainda em
certos locais é uma superstição que supostamente afasta pessoas indesejáveis
de entrar naquela casa. Tambem essa superstição tem
raízes na bruxa, pois acreditava-se que as bruxas tinham a capacidade de usar
vassouras para se deslocarem até á casa da pessoa
que iam atacar. Ao inverter uma vassoura junto da porta, estava-se no fundo
querer influenciar o voo do ser nocturno, ( a
bruxa), invertendo-o a afastando o voo daquela residência. |
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O Papa Eugénio IV, em
1437, escreveu uma missiva na qual descrevia a bruxaria.
Na carta são
referidos:
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1 Sacrifícios e/ou
adoração aos demónios |
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2 O conceito de
«pacto demoníaco»,
por via do qual são concedidos grandes poderes para praticar
malefícios |
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3 O uso de imagens de
cera para praticar feitiçarias |
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4 A inversão ou
reversão de símbolos cristãos, assim como a perversão da liturgia cristã – a
missa negra - |
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5 O contacto carnal
com demónios, ( «incubi»
ou «sucubi»), por via do qual a luxúria com os demónios é porta aberta á celebração de pactos infernais com entidades das trevas
que possuem aquela que se ofereceu como consorte de um demónio, o que
consequente configura um meio de obtenção de poderes maléficos |
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Uns acreditavam assim que a bruxa era invadida pelo demónio
através de um pacto infernal, que era geralmente consumado através de união
sexual entre a bruxa e o diabo. Estas noções são na verdade herdadas das mais ancestrais
tradições místicas hebraicas. Já no I Livro de Henoc
é possível observar que a Bruxaria é praticada pela primeira vez quando Satã,
Azazel e outros 198 anjos descem á terra. Na verdade, o I Livro de Enoch descreve como 200 anjos caíram,
ou seja, abandonaram a esfera celeste e habitaram neste mundo. E assim
continua o apócrifo Enochiano: |
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Eles, tal como os seus
chefes, tomaram as mulheres para si. Escolhiam quem queriam. Penetram-nas e
desonraram-nas. Ensinaram-lhes bruxaria, fórmulas magicas
e como cortar raízes e ervas para usarem nos seus conjuros
(….) começaram [ os anjos caídos] a
revelar segredos mágicos ás suas mulheres I Livro Enoch |
Segundo o I Livro de
Enoch, no inicio da humanidade, ( após a expulsão de Adão
e Eva do paraíso), alguns anjos
estavam encarregues de
vigiar o ser humano na terra , chamando-se esses os «vigilantes».
Entre eles,
encontrava-se Satã, Azâzêl, Samîazâz, Arâkîba,
Râmêêl, Kôkabîêl, Tâmîêl, Râmîêl, Dânêl, Êzêqêêl, Barâqîjâl, Armârôs, Batârêl, Anânêl, Zaqîêl, Samsâpêêl, Satarêl, Tûrêl, Jômjâêl e
Sariêl.
Os anjos vigilantes, desejaram as
filhas dos homens, as mulheres.
Em conjunto, decidiram abandonar o céu para se unirem
carnalmente ás mulheres.
Assim o fizeram, e 200 anjos abandonaram o céu e uniram-se
carnalmente ás mulheres, escolhendo dentre elas todas as que quiseram. Os anjos
penetraram-nas e amaram-nas e com elas casaram.
Foi nesse momento que os anjos rebeldes ensinaram ás suas
mulheres os segredos das artes da magia negra em troca do sexo que com elas
tinham, e assim nasceu a magia negra.
Não só nasceu a magia negra, como da união sexual entre os anjos
caídos e as mulheres, nasceram filhos:
os neffilins.
Deus desaprovou tanto a fuga dos anjos, como a união entre esses
e as mulheres, e gerou o dilúvio que tudo destruiu á
face da terra.
Ao faze-lo, lançou uma maldição:
I
as mulheres dos anjos seriam
mortas, bem como os seus filhos;
II
não só perderiam para sempre as
suas mulheres e filhos, como próprios anjos caídos seriam para sempre espíritos
sem descanso nem paz aprisionados num dos cantos do reino dos mortos;
III
os espíritos dos filhos que
nasceram do amor entre os anjos e as mulheres, ( entretanto mortos no dilúvio),
passariam a ser espíritos terrenais, espíritos impuros, espíritos maus.
Assim sendo:
Segundo Enoch, é neste momento que nascem os demónios, ou seja:
eles são tanto os 200
anjos caídos que amaram as mulheres, como os seus filhos, ( ou os espíritos dos
seus filhos), condenados a vaguear eternamente na terra.
Sobre demónios leia : demonologia e dicionário de demónios.
Rezam as crenças Enochianas, que os anjos caídos e os seus filhos continuam
vagueando neste mundo, amando as mulheres, desejando a carnalidade com elas, e
concedendo-lhes o seu poder e sabedoria. A essas mulheres, chamam-se bruxas, e
aos homens que por causa dessas mulheres possuem uma aliança com esses
espíritos chamam-se bruxos.
Os demónios facultam
ás bruxas:
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I Conhecimento sobre
o passado, o presente e o futuro |
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II Saber sobre as
propriedades secretas tanto de ervas como de pedras que servem de base ao
fabrico de pós ou essências místicas. |
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III A alteração de
certos eventos, ( tanto a nível de fenómenos
naturais, como na vida das pessoas), através da sua acção ou influencia
sobrenatural sobre esses mesmos, a pedido da bruxa e com a finalidade de
causar a concretização de certa finalidade. |
Os espíritos
terrenais, (ver: dicionário de demónios),
manifestam-se nas bruxas através de incorporação, (
incorporação sucede quando um espírito desencarnado habita
momentaneamente no corpo de um humano, ao mesmo tempo que a alma desse mesmo
humano), que é permitida através do
processo de possessão voluntária, sendo que essa é angariada através da
carnalidade.
Sobre tal tipo de
processos místicos entre bruxas e demónios, recomenda-se leitura do Malleus Maleficarum e sobre o Sabbath.
Ora, verifica-se assim que a mais ancestral
teologia hebraica revela que a bruxaria foi oferecida ás mulheres em troca do
acto sexual com os anjos caídos, e assim nasce a arte da bruxaria tal como ela
é conhecida.
Tanto as visões teológicas medievais, como as revelações místicas e
apócrifas, são unânimes em encarar as
bruxas como «consortes» do Diabo, muitas das vezes apelidando as bruxas de
«prostitutas do Diabo», ou «amantes do Demonio», etc....
Mais que uma vez a bruxaria é nas escrituras relacionada com a sexualidade
impura, com a relação e os pactos que se estabelecem entre bruxas e demónios
através da carnalidade. Senão vejamos:
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quem recorrer aos
necromantes e adivinhos para se prostituir com eles (….)
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As obras dos instintos (…) são bem conhecidas: fornicação, (….)
libertinagem, idolatria, feitiçaria
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A bruxaria é tida como uma «prostituição com os seres do
oculto», sendo que se trata de uma «prostituição aos demónios», um meio
esotérico por via da qual se obtêm poderes ou favores dos «filhos das trevas»
(Tl 5,5). |
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A sedução satânica era considerada uma sedução realizada pelo
Diabo ou pelos dos seus demónios, numa tentativa desses se infiltrarem nos corpos
dos que se lhe oferecessem, assim possuindo-os. O que essas pessoas ganhariam
em troca de serem possuidas atraves
do sexo com os demónios, seriam poderes sobrenaturais, poderes ocultos cuja a
fonte reside no poder satânico do próprio Diabo. |
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Por isso mesmo, consideravam os manuais inquisitórios que o Diabo
ou Satã:
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I procurava
ter relações sexuais essencialmente com mulheres bonitas e com maior apetite
sexual, tal como Eva teve relações com
Lúcifer, ou outras mulheres tiveram relações com Satã e Azazel,
em troca das quais receberam sabedoria e poder. Tal como aconteceu no passado
histórico descrito na Bíblia e nos escritos de Enoch, essas lindas, desejáveis e lascivas
mulheres eram o «alvo» preferido do
demónio, ao passo que as mais permeáveis á tentação
da carne, sendo essas as bruxas; |
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II ou então que o diabo procurava também
homens que aceitassem servi-lo. E os homens poderia faze-lo submetendo-se ao
poder do Diabo. Por via dessa submissão, renunciavam a Deus e oferendavam as
suas belas mulheres o demónio, tal como Adão aceitou mansamente que Eva fosse
amante de Lúcifer ,( dessa relação nasceu Caim), ou
da mesma forma como os descendentes da tribo de Caim aceitaram que Satã, Azazel e os restantes 198 anjos caídos fossem amantes das
suas esposas em troca de grande poder, saber e prosperidade; assim,
acreditava-se que o homem que em troca de poder sobrenatural, compactuasse e participasse como o
demónio na sua luxúria, tornar-se-ia seu servo e sacerdote, sendo esses os bruxos. Para mais informação histórica, consulte: Malleus Maleficarum |
São Agostinho, o mais elevado dos filósofos e teólogos do catolicismo,
escreveu diversos tratados retratando a magia, a bruxaria e o fenómeno mágico.
Sobre tais noções, por favor consulte São
Agostinho e a Magia.
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Dizia-se que dessas
relações carnais,( a génese do pecado original que
desgraçou Adão e Eva, assim como gerou a causa do dilúvio – ver Dicionário de Demónios ), nascia o pacto satânico que facultava os
poderes sobrenaturais que as bruxas e bruxos possuíam, que eram na verdade os
poderes das trevas, ou o «dom das trevas». Acreditava-se também que eram nas
missas negras e nos Sabbath, que o pacto demoníaco
era não só selado, como ciclicamente celebrado e repetido para agrado dos
prazeres demoníacos. ( Ver Sabbath e Missas Negras ) |
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Na verdade, havia mesmo quem defendesse que essas bruxas e
bruxos não possuíam poderes «em si» e «por si», mas antes eram consortes ou
amantes do Diabo e que por isso, podiam invocar os favores de Satã ou da sua
corte de anjos caídos, para realizarem as suas obras magicas neste mundo. As teses que
professavam que a Bruxa nascia de um Pacto com o Diabo assinado em sangue ,( sangue da própria bruxa), e celebrado através de
sexo, ( com o próprio corpo da bruxa que assim se prostituía ao demónio),
alegavam igualmente que uma das características identificativas das bruxas, (
de acordo com os manuais inquisitórios), é a «marca da bruxa». Essa marca corporal
confirmava que a bruxa era na verdade uma bruxa. A marca não pode ser um
sinal de nascença, mas sim algo adquirido no momento em que o Diabo assume
poder sobre essa pessoa, ou que o demónio escolheu essa pessoa para ser seu
servo, aliado e sacerdote. A «marca do Diabo»
é um sinal deixado pelo demónio no corpo da bruxa como forma de assinalar a
obediência dessa pessoa para com o Diabo. Tradicionalmente,
acreditava-se que a «Marca do Diabo» era criada de diversas formas: ou pelas garras do
Diabo ao passar pela carne do seu servo, ou pela língua do Diabo que tocando
o individuo, lhe deixa a marca demoníaca. Professava-se por
isso que a «marca» podia-se manifestar em diversas formas: Uma verruga, uma cicatriz, um sinal, e especialmente um pedaço
de pele totalmente insensível. Nas teses
ocultistas de magia negra, a «marca da bruxa», ou o «sinal do Diabo», possui
o nome de: a «marca de Caim». |
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Hoje em dia muitos
ocultistas acreditam que a «marca do diabo» não é na realidade uma marca
física que é impressa pelo demónio no corpo da bruxa, ( tal
como um selo é marcado com ferro em brasa na carne de um animal), mas antes
trata-se de uma marca espiritual que fica impressa na alma da bruxa, ou seja:
o seu «nome espiritual», ou o seu «nome demoníaco», por oposição ao seu nome
de baptismo cristão . Alegam essas teses
ocultistas, que quando um pacto é realizado, o demónio que apadrinhou uma
bruxa concede-lhe um «nome espiritual», que é um
«sinal» que ficará marcado para sempre no espírito de quem vendeu a alma ao Diabo.
È com esse nome que
a bruxa passará a viver, a trabalhar nas artes da bruxaria, e mesmo será
recebida no mundo dos espíritos depois da sua morte neste mundo. |
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Por esse motivo, todos os grandes
bruxos adoptaram nomes esotéricos diferentes dos seus nomes de baptismo
cristão:
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Papus, cujo o nome de baptismo era Gerard Encausse; |
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Eliphas Levi, cujo o nome de baptismo era Alphonse
Constant; |
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Aleister Crowley, cujo o nome de baptismo era Edward Alexander |
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etc |
Se os «nomes de baptismo» cristão identificam uma alma perante
Deus, o «nome espiritual» que provem de um Pacto é o «sinal» que identifica um
bruxo diante do demónio.
Sendo a bruxa o resultado de um Pacto por via do qual lhe é
concedida uma nova e eterna vida ao serviço do Diabo, então no momento do Pacto
a bruxa é «baptizada» com o sinal, ( «nome»), que para
sempre a identificará perante o Demónio.
§ § § §
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Outras crenças porem,
apontavam para a natureza demoníaca da bruxa, defendendo que a bruxa já
nascia bruxa tal como uma cabra já nasce cabra, ou seja, a bruxa já nascia
com um com um espírito de bruxaria dentro de si, pois tinha sido fruto de uma
união sexual impura entre um humano e o demónio. Segundo essas teses
defendidas em alguns manuais inquisitórios, a bruxa era um ser condenado,
pois a alma humana da bruxa, ao conviver intimamente
,(desde a nascença), com o espírito demoníaco que habita no corpo
dela, era uma alma impura, uma alma contaminada pelo espírito de feitiçaria,
uma alma contagiada pelo espírito das trevas que habita no corpo da bruxa,
uma alma condenada a não ingressar no céu e a permanecer eternamente
aprisionada nesta terra. Dizia-se por isso
que alma da bruxa nunca descansaria em paz após a morte, vagueando neste
mundo, procurando prazeres carnais, procurando instigar a actos de bruxaria,
apadrinhando outros bruxos, atacando vitimas
inocentes, etc. |
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Prova dessa mesma noção, encontramos no antigo Livro de São Cipriano, (Cap. V – Poderes ocultos – Secção 11, p.
183), onde o santo depois de ter renegado a bruxaria e se ter convertido á fé em Deus, ainda foi atormentado por fantasmas que
eram os espiritos de bruxas mortas, vagueando sem descanso por este mundo. Por isso mesmo a
bruxa era queimada, pois julgava-se que pelo fogo era possível expulsar o
espírito demoníaco daquele corpo, ao mesmo tempo que enviando a alma
condenada da bruxa aos infernos de forma a que ela não pudesse regressar a
este mundo para atormentar os fieis de Deus. Outra forma de evitar que o
espírito da bruxa regressasse a esta mundo e vagueasse pela terra atacando
vitimas inocentes, era amarrar o corpo da bruxa a uma pesada pedra e atirar a
bruxa a um rio, ou a um poço, ou a um lago, acreditando-se que assim a alma
da bruxa permaneceria enclausurada no corpo, não podendo abandona-lo para
regressar a esta mundo e «vampirizar» os filhos de
Deus. |
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Tais versões teológicas
existentes na idade media, defendiam por isso um certo tipo de praticas
medievais de combate á bruxa, (
para mais informações consultar:
Malleus Maleficarum), um certo tipo de forma de eliminação do
espírito demoníaco da bruxa, da mesma forma que se defendia que um vampiro
apenas poderia ser morto trespassando o seu coração com uma estaca e cortando
a sua cabeça, ou que um lobisomem apenas poderia ser eliminado através do uso
de prata e da sua degolação, ou que um demónio apenas poderia ser expulso
deste mundo através do ritual de exorcismo e água benta, ou que o Diabo
apenas respeitava o poder da cruz de Cristo. |
Veja
também:
como
funciona a bruxaria
Demónios,
demonologia – Dicionário demónios
Os 6 dons das trevas, e as 5 formas de Magia Negra
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