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Veja aqui: Trabalhos de
Magia segundo saberes ocultos de s.Cipriano Consulta gratuita: e-mail: prf.jorge@gmail.com Tl: 967 04 09 06 |
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Profetas,
Magos, Milagres
Os
milagres de mestres e profetas.
Jesus fez milagres e
profecias, pois tinha com ele o poder do espírito de deus.
Sabe-se contudo que
outros homens o longo da história também fizeram milagres,
porque igualmente
possuíam consigo o poder de outros espíritos:
I
O deus grego Asclépio era venerado com um espírito
que favorecia grandes cura e realizava grandes milagres.
Os sacerdotes do seu
culto, (principalmente estabelecidos em Epidauros),
deixaram provas
documentais de incontáveis milagres e curas que sucederam a quem procurava a ajuda
deste espírito.
As curas eram
normalmente realizadas naqueles que pernoitavam no templo e
a quem o espírito
comunicava mensagens na forma de sonhos. O facto é que depois de abandonarem o
templo,
essas pessoas viam-se
curadas.
II
Também na Grécia, Apolónio de Tiana, um filosofo e
curandeiro itenerante, era conhecido pelo
seu milagroso poder
de cura, assim como pelos exorcismos que realizava.
III
Hanina
Bem Dosa, foi também um famoso curandeiro Galileu. Também ele curou
imensas pessoas,
entre as quais o
filho do fariseu Gamaliel.
IV
O palestiniano Honi, mais que uma vez serviu os
hebreus convocando chuva quando as secas ameaçavam
as vidas dos hebreus.
Certa vez ele terá convocado o fenómeno com tanta força, que os habitantes de
Jerusalém foram
para o monte do templo devido á força das
águas invocadas.
V
Jamnés e Jambrés, dois dos mais celebres magos
ao serviço do faraó,
( os mesmos que
defrontaram Moisés),
fizeram inúmeros
prodígios que todos observaram a olhos vistos, facto que ficou registado para a
historia.
VI
Outros profetas que viveram no tempo de Jesus
realizaram milagres e curas,
tal como os
evangelhos o mostram ( Mt 12, 27-29)
VII
Por volta de 30-33
d.C., entrando em Jerusalém por altura das festividades da Páscoa,
Jesus fez profecias
relativas á destruição do Templo de Jerusalém,
e de facto, elas
vieram a ser cumpridas.
Dizem os factos históricos que na verdade, em 70 d.C., o
templo foi arrasado pelas forças militares Romanas,
tal como Jesus havia
profetizado.
Estes são apenas
alguns exemplos que a historia nos faculta de como os milagres,
profetas e mestres
sempre existiram e realizaram tremendos feitos a favor de quem procurou a sua
ajuda espiritual.
Todos estes exemplos
históricos atestam que foram inúmeros os homens ao longo da historia,
usaram o poder dos
espíritos para realizar milagres e profecias
com um tal sucesso,
que os seus feitos são conhecidos ainda hoje.
As
curas e os milagres do mestres e profetas da antiguidade.
Como podemos
verificar nos evangelhos, as curas de doenças e outros problemas sucede porque
essas doenças e
problemas variados advêm de males espirituais que afectaram uma pessoa.
Um mal atinge
espiritualmente uma pessoa, e colateralmente afecta outros aspectos da sua vida,
como a saúde ,
o seu comportamento,
etc.
Nas escrituras
podemos verificar que Maria Madalena teve sete demónios dentro dela e que por
isso,
teve comportamentos
pessoais problemáticos; o possesso de Gerasa tinha fortes espasmos, condutas
violentas
e ia habitar em
cemitérios ( Mc 5; 1-20); uma
criança mandava-se ao fogo ( Mc 9,22),
etc
Diz-se que as pessoas
acreditavam em milagres porque nesses tempos eram ignorantes; contudo na
verdade
verificamos que não
era assim, pois na bíblia vem expressamente descrito que uma das pessoas que
Jesus curou
era um epiléptico.
Isso bem demonstra que as pessoas não eram ignorantes, e sabiam perfeitamente
distinguir
entre um epiléptico,
( uma pessoa que sofria de uma doença,
hoje em dia tida como psiquiátrica),
e uma
pessoa possuída por
demónios. No entanto, em ambos os casos Jesus curou.
Se os milagres que
existiram na antiguidade fossem apenas uma questão de mera ignorância, nem as
pessoas
saberiam distinguir
entre ambos os estados,( uma doença clinicamente visível, ou um mal espiritual), e muito
menos os autores dos
evangelhos o poderiam ter relato com um tal rigor.
Mais: Os evangelhos
descrevem a história de uma mulher que «sofrera muito nas mãos de médicos e
gastara
todos os seus bens,
continuando a piorar cada vez mais» ( Mc 5,26), mas que procurando Jesus, se
curou.
Os evangelhos mais
uma vez revelam que as pessoas na antiguidade não procuravam a ajuda dos
espíritos quando
padeciam de doenças
por mera ignorância, pensado que deviam ir a um profeta ao invés de procurar a
sábia ajuda de um
médico.
As pessoas de então
agiam como as de hoje, e quando estavam doentes procuravam os médicos como
fazemos
hoje em dia, ou seja,
não actuavam com superstição ignorante. O facto é que em certos casos, o medico
não
consegue resolver
aquilo que é do domínio dos espíritos, e disso são prova os milagres.
Por tudo isso, as
desculpas que alegam que os milagres apenas sucederam por ignorância de quem
viveu na antiguidade,
estão por isso afastadas
quando analisamos as escrituras e verificamos, tanto que os seus próprios
autores sabiam bem
o que eram estados
clínicos e não os confundiam com possessões, como que as pessoas na antiguidade
não confundiam
os problemas de saúde
com os problemas espirituais e actuavam tal como nos o fazemos na actualidade.
Se os milagres não
são apenas o produto de crendices, muito menos de processos psicológicos
nem fruto da
ignorância, como sucedem estas curas?
A verdade é que, por
muito que se queira negar, de facto existe um mundo físico e um mundo
espiritual.
As forças espirituais
podem entrar no nosso mundo e afectar negativamente as nossas vidas, assim como
se
pode fazer uso dessas
mesmas forças espirituais para obter auxilio e curar problemas.
Uma das provas mais
fortes que podemos encontrar sobre a existência desse mundo espiritual e da sua
influência no nosso
mundo, são os milagres. Por eles encontramos prova da manifestação de forças
neste mundo que
ultrapassam
completamente a nossa compreensão, e que a ciência não pode entender. Podemos
não ver o ar, mas
quando o vento
derruba arvores e destrói casas, como negar a evidencia que o ar existe e que
flúi em
correntes
termodinâmicas? Neste caso, ( como no caso do mundo espiritual), somos forçados
a concluir que pelo efeito que vemos,
conhecemos a causa,
apesar de não podermos ver a causa.
Jesus falou desse
mundo espiritual referindo a palavra «ru’ah»,
uma palavra hebraica
que significa
simultaneamente «espírito» e «vento».
A correspondência
grega da palavra «ru’ah» é «pneuma». E no evangelho de João, o termo
grego é usado
para descrever aquilo
que Jesus disse sobre o mundo espiritual:
«O vento sopra por onde quer, assim acontece com que nasceu dos espírito».
Jesus esta declarando
que os espíritos são realidades invisíveis como o vento, mas que contudo são
tão reais como
o vento e que, essas
mesmas entidades interagem com o nosso mundo da mesma forma como o faz o vento:
constantemente a ao
sabor dos seus desejos.
Pois na verdade o vento
é como o mundo espiritual: não o podemos ver, mas podemos senti-lo
nas nossas vidas
todos os dias. Não podemos vê-lo, mas nega-lo é impossível.
Jesus,
o Mago
Na suas curas, ( por
muito que desagrade aos teólogos mais ortodoxos), a verdade é que Jesus usou
processos mágicos.
Nalgumas das curas
que Jesus realizou, Jesus diz palavras
com poder e peso mágico, que curam.
Ora, isso é uma das
características do processo mágico:
o poder da palavra que invocada com fé
e com sabedoria do divino,
faz realizar fins
milagrosos.
Disso é prova o
evangelho de Marcos .
O evangelho de Marcos
, apesar de ser um texto escrito em grego,
nele constam as
palavras que Jesus usou originalmente quando fez os milagres.
Essas palavras, ao
contrario do
restante texto que se
encontra escrito em Grego, estão
escritas em Aramaico,
de forma a conservar
a noção do poder
das palavras misticas que Jesus usou para
realizar as suas curas através de processos espirituais.
Quando realizou
ressurreição da filha de Jairo, Jesus tomou a rapariga pela mão e disse:
«Talitha
qûm».
E a rapariga
levantou-se, apesar de estar morta.
Quando realizou a
cura do homem surdo-mudo, ( Mc 7, 31-37), Jesus disse no momento da sua
realização:
«Effathá»,
e o homem ficou
curado.
Em todos estes
exemplos de curas milagrosas,
a palavra original de Jesus em Aramaico é
transcrita no
Evangelho de Marcos,
apesar do mesmo estar totalmente escrito em Grego.
Aqueles que possuem
conhecimentos sobre as ciência ocultas, sabem que o uso de poderosas palavras ou
fórmulas
místicas, são a chave de um
trabalho espiritual.
A manipulação do
mundo físico através da palavra mística
que convoca o forças espirituais para
as fazer actuar
nesta realidade, é o processo mais comum da magia.
No evangelho de
Marcos, a palavra usada por Jesus e
que funciona como processo magico ou espiritual
foi fielmente transcrita e respeitada pelo
autor do sinóptico sobre a vida de Jesus.
A noção da palavra magica associada aos processos místicos, é profundamente respeitada
por Marcos na sua
versão da obra e vida
de Jesus.
Jesus,
o exorcista
Jesus era um mestre e
professor da lei de Moisés, que nas sinagogas falava sobre a sua
visão das escrituras
e do reino de Deus.
Contudo, Jesus era
também um exorcista.
As suas curas foram
obtidas não só através da palavra magica
que invocava as mais
poderosas forças espirituais, (magia),
como os evangelhos
revelam claramente
Ele andava de terra
em terra realizando exorcismos, e foram esses exorcismos, ( Mc 1,39)
( e das curas que
resultaram), que muita fama Lhe deram.
Nos evangelhos
podemos ler que Jesus expulsou muitos demónios e assim realizou muitas curas e
que por isso,
multidões o
procuravam de tal forma
que ele não conseguia
entrar nas cidades (Mc 1, 45)
No entanto os
exorcismos não era vistos sempre com bons olhos:
se bem que as pessoas
gostavam de ficar
curadas por via dos
exorcismos que Jesus praticava,
contudo o exorcismo é
tido como um processo por via da
qual uma pessoa entra
em comunicação com demónios para lhe pedir ou impor algo, ou seja:
é o mesmo que magia
negra.
A Magia negra
acontece quando se entra em contacto com demónios para se pedir algo, ou para
se lhes ordenar algo;
A Magia branca sucede
quando se entra em contacto com entidades espirituais celestiais para lhe pedir
algo.
Ora, se Jesus entrou
em contacto com entidades celestiais, ( Deus), também entrou em contacto
directo com demónios,
e fê-lo para vários
para vários fins:
*
desde expulsa-los (Mc 1,23-26; 32-34)
*
a falar com eles e pedir-lhes silêncio sobre a sua identidade
divina (Mc 3,12)
*
a autoriza-los que entrassem em animais, como porcos (Mc 5,
12-13)
*
etc.
O exorcismo neste
aspecto é um processo de magia negra,
e a verdade é que
Jesus praticou-o diversas vezes.
Mais que isso:
Na época de Jesus, os
exorcistas costumavam fazer uso de complexos processos e rituais místicos
para proceder á
expulsão de um demónio;
Jesus, ao contrario,
entrava em contacto directo com os demónios e falava com eles directamente, (Mc
1,25)
ordenando-lhe aquilo
que bem quisesse.
E em consequência
desse diálogo directo, os demónios obedeciam-lhe.
Ora, segundo as
crenças e saberes teosóficas hebraicas,
este acto de contacto
directo e dialogo com demónios é uma pratica de «magia negra».
Por isso mesmo,
depois de Jesus fazer um exorcismo,
as escrituras revelam
que as pessoas pedem a Jesus que ele abandone a sua aldeia.(Mt 8,28-34)
Fazem-no, porque Jesus praticava uma forma de
trabalho espiritual que era considerado perigoso e impuro,
tão perigoso e impuro
como o conceito que hoje temos da «magia negra».
Jesus não expulsava
demónios através de fórmulas e processos mais ou menos inatingíveis e
incompreensíveis;
Jesus expulsava
demónios comunicando directamente com eles e falando-lhes.
Ora, o próprio acto
de comunicar com demónios e falar-lhes, (seja para que efeito for),
é um acto de magia
negra.
E isso preocupava
profundamente quem assistia á sua obra, e tanto assim foi que acusaram Jesus de
expulsar demónios
por estar possuído e
em pacto com o próprio demónio (Mt 12, 27-29).
A própria mãe de Jesus,( bem como seus
irmãos),
também disseram que
Jesus estava «fora de si», ( Mc 3,21) e tentaram apanha-lo de forma a faze-lo
parar com as suas
actividades
exorcistas.
Em Actos de Pilatos,
( também conhecido por Evagelho de Nicodemo), afirmam sobre Jesus:
«É um mago», ( I,1),
«um feiticeiro»( I,12) .
Não o faziam por
maldade, mas sim porque entendiam que as suas praticas espirituais eram
controversas,
pois Jesus usava de
processos, impuros, ( «magia negra», ou o contacto directo com demónios para os
fazer obedecer),
para fazer o bem.
E fazer o bem usando
as entidades do mal,
Era, ( e é), considerado como «feitiçaria».
Disso mesmo atestam
diversas fontes rabínicas,
revelando que Jesus
no seu tempo foi visto como alguém que realizava
prodígios que eram
tidos como «fruto de magia» (b. Sanh 43ª; b. Sanh 107b; sanh. 107b)
Tudo isso porque os
hebreus entendiam, ( com razão), uma coisa simples:
Jesus estava entrando
em contacto directo com os demónios e falando com eles,
( para os expulsar
das pessoas espiritualmente enfermas, para os fazer obedecer á sua vontade,
etc),
ou seja, Jesus estava
invocando e comunicando com demónios para atingir um certo fim , como por
exemplo:
exorcismos ou curas.
E isso, (usar
demónios para conseguir um certo fim), constituía, ( como ainda constitui),
um perigoso acto místico, algo considerado
impuro e que hoje em dia é descrito como:
«magia negra».
Foi por ela, ( a
magia negra,
ou a capacidade de
entrar em contacto com demónios para os obrigar a realizar certos fins),
que, com autoridade,
Jesus contactou com espíritos malignos,
Jesus fez os demónios
obedecerem-lhe e assim, curou muitas
pessoas,
realizando alguns dos
mais históricos milagres e prodígios da humanidade.
Salomão não só foi o
maior dos reis Hebreus, como também foi um Mago.
Salomão foi um mago
de enorme sabedoria, que tinha poder sobre as forças demoníacas,
e as usava ora para
edificar a sua obra neste mundo, ora para curar e fazer o bem.
Também Jesus usou as
forças demoníacas para realizar o bem, assim como Salomão. E assim disse Jesus:
«E aqui
está, quem é maior que Salomão»
Lc
11,31
È o próprio Jesus que alude a Salomão,
comparando-se e
afirmando-se superior a este,
pois também Jesus, (
tal como Salomão), exerceu poder sobre
os espíritos da trevas, para assim obter resultados neste mundo.
E ao processo
espiritual que consta em usar as forças
das trevas, (obrigando-as a obedecer),
para realizar actos
neste mundo, chama-se:
«Magia Negra».
Destino
dos profetas:
Jesus curou 10
leprosos,( Lc 17, 11-14), e apenas 1
voltou para lhe agradecer.
Este facto bíblico
revela que lamentavelmente, muitas
pessoas tendem a procurar avidamente o profeta
quando estão padecendo
de um tormento, para logo depois de curadas desdenharem dele,
ou ate mesmo
mancharem o seu nome com calunias e difamações;
Jesus curou inúmeras
pessoas, expulsou demónios e fez milagres de ressurreição.
No entanto, muitas
das pessoas que viveram nesse dias, disseram:
« È um homem que
engana um povo» (Jo 7,12).
O profeta, por mais
milagres que faça, está sempre sujeito à calúnia e à difamação.
Mais ainda pode
esperar o profeta:
apenas 1 dos leprosos
curados por Jesus voltou a Jesus para lhe agradecer,
enquanto que os
outros 9 nada fizeram para o defender
quando ele foi
acusado se ser uma fraude, um impostor, um homem que «engana o povo» (Jo 7,12).
Por isso, a missão do
profeta é sempre ingrata.
Quem abraça essa
missão, não pode apenas ter um dom espiritual,
( como Apolónio, Hanina ou Honi) ou um
profundo conhecimento das ciências ocultas,
( como Nostradamus possuía da Astrologia e da
Cabalah),
pois apenas o dom ou
a sabedoria não chegam. È preciso um profundo sentimento de missão
e desejo de cumprir a
sua tarefa, pois a historia já ensinou que o profeta raramente é pago com
gratidão.
Veja também:
Profecias na historia da humanidade
Como praticar magia branca e magia negra
Uniões no amor por magia branca
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