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Altar S. Cipriano e bruxa Évora

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Altar de são Cipriano

Altar de são Cipriano e Bruxa Évora

Foto do autentico e verdadeiro altar místico de são Cipriano e Bruxa Èvora ©

 

O altar místico de são Cipriano é um altar privado de culto religioso a são Ciprianoe aos seus saberes ocultos, e tem a sua sede oficial em Portugal, na cidade de Setúbal, assim como diversos terreiros de santo fechados – por isso sagrados e ocultos – assentados em locais por natureza apropriados ao ofício de variados tipos de trabalhos de são Cipriano.

O altar de são Cipriano é uma congregação e comunidade religiosa on line de pessoas que partilhando e professando a mesma fé comum na religião da Santeria, assim livremente se associaram on line, ( numa livre associação e comunidade religiosa online, informal e sem personalidade jurídica), para prestar culto aos santos e exercer a sua devoção á obra mística e espiritual de são Cipriano. Por assim ser, o altar de são Cipriano presta os seus atendimentos online, conforme a tradição de atendimento á distancia que foi por são Cipriano ensinada, ( veja: tradição de atendimentos á distancia). Os nossos sacerdotes tem presentemente mais de 1000 seguidores online, e a nossa comunidade religiosa online tem mais de 500 seguidores e fieis.

O altar de são Cipriano possui terreiros de santo privados e fechados – para a execução de trabalhos de são Cipriano – em Setúbal, em Èvora, em Fátima e em Braga – Portugal –  e também tem irmãos – associados na fé –  no Brasil, Angola, Moçambique e Guiana Francesa, onde ali estão fieis da origem crioula e herdeiros da ancestral tradição de são Cipriano que foi levada de Portugal para o Brasil.

Pois por isso, alguns assim perguntam:

Porquê essa sede,  aí em Setúbal?

Então:

O antigo e verdadeiro manuscrito de são Cipriano foi encontrado na Torre do Tombo – em Portugal – onde foi parar depois de ter milagrosamente escapado ao fogo das célebres queimas de livros ocultos que a santa Inquisição realizou. Era um livro de feitiçarias e magicas, todo escrito em pergaminho com tinta preta e vermelha, que continha formas mágicas dos Assírios, dos Caldeus, dos Hebreus e dos fenícios.

È nesse livro que se fica sabendo que são Cipriano foi chamado «o feiticeiro da Fenícia» ou «o mago Fenício», pois não apenas são Cipriano era fenício e nasceu na Fenícia, como aprendeu todas as artes da magia fenícia.

Pois então:

Setúbal foi fundada pelos Fenícios cerca de 1.000 a.C., justamente o povo e a civilização na qual são Cipriano nasceu e viveu, e na qual aprendeu todas as suas artes magicas.

Setúbal e muitas das terras á sua volta foram dedicadas a Baal – setu-BAAL –  o Deus venerado pelos fenícios,  cujo o panteão de Deuses são Cipriano foi crente e estudioso durante a sua juventude e todo o período pré-conversão.

Então:

Setúbal foi ponto geográfico onde o povo Fenício chegou quando chegou no seu ponto mais ocidental do seu império, e por isso certas lendas dizem que os fenícios tendo estabelecido porto comercial nessa área da península ibérica, então chegando e tendo adorado essa terra, ( pela sua singular beleza), assim a baptizaram e a consagraram ao seu deus Baal, (assim abençoando esta terra, conforme o fizeram com cidade de Zebub – 1 Reis 1,2; 5-6 ), para sempre a consagrando a Baal e a todo o panteão de Deuses e Deusas Fenícios, que era justamente o panteão de deuses que sao Cipriano – enquanto pagão – venerou, do qual estudou os seus segredos magicos, e através do qual fez as suas famosas bruxarias e portentosas feitiçarias.

Não era incomum entre o povo fenício que cidades tivessem nomes associados com o Deus Baal, e um dos muitos exemplos históricos disso ocorre precisamente na Bíblia, (1 Reis 1,2; 5-6), onde se fala de «Belzebu», quando Belzebu, ( ao contrario do que se pensa!), na verdade não é um demónio, mas sim uma cidade chamada Zebub, e que por ser consagrada a uma das manifestações do deus fenício Baal, então assumiu o nome de «Baal- Zebub», ( que significa: «a cidade Zebub, abençoada por Baal»), que mais tarde acabou, (pela evolução linguística),  virando «Balzebu», e depois «Belzebu».

Então:

são Cipriano foi conhecido como «o mago da Fenícia», pois ele foi instruído justamente nas artes magicas dos fenícios, e por isso:

outro lugar não seria tao apropriado senão a terra que foi por Fenícios sagrada e consagrada ao seu Deus Baal e a todo o panteão de Deuses e Deusas fenicios, e que fica justamente no território geográfico onde são Cipriano pisou, se cruzou e se encontrou com a bruxa Évora – aqui na península ibérica, entre Setubal e Évora  – assim como foi a terra onde alguns dos mais famosos escritos de são Cipriano e a bruxa Évora foram encontrados para depois serem depositados na torre do tombo – em Lisboa – ,em Roma – no Vaticano – , e na torre de Malta.

Da mesma forma:

Setúbal fica perto de Évora – a 85 Km em linha recta – que é justamente o local onde a bruxa de Évora viveu – e onde ainda hoje perdura a existência de um belíssimo templo romano pagão dedicado a uma deusa – ou seja: onde viveu a bruxa de Évora, a maior das feiticeiras do seu tempo, e cujos feitos mágicos perduram ate hoje.

sobre são Cipriano e sobre a bruxa Èvora, assim diz a antiga sabedoria:

Frei Antão de Assis era grande estudioso de fenómenos mágicos e de feitiçaria, havendo sido esse frei que descobriu a velha casa abandonada onde morou Lagarrona, a bruxa de Évora.  Dessa casa existente na localidade de Évora em Portugal – onde tambem ali perdura o templo pagão de Diana no centro da cidade –  hoje só há ruinas, pedras sobre pedras, uivos de lobos e chacais, sendo que é um local de arrepiar, um local diabólico e infestado de assombrações e espíritos, e foi – justamente –  aí que o frei encontrou os manuscritos da bruxa Évora.

Num dos cantos dessa casa assombrada estava a figura de um ser estranho – meio monstro, meio homem, como um cavalo-homem – e uma estátua de uma mulher-serpente repousava noutro canto, uma magica figura e deusa propicia a bruxarias.

Essa casa era um antro de feitiçaria onde nas paredes estavam desenhadas caracóis, rãs, escaravelhos sagrados, símbolos do Egipto, tudo isso em gravuras espalhadas por esse antro de feitiçaria. O chão era negro, e no chão estavam escritos saberes que Lagarrona, a grande bruxa, deixou para passar os seus segredos a quem os soubesse interpreta-los.

Durante seculos os segredos dos pergaminhos mágicos da bruxa de Évora – descobertos por Frei Antão de Assis – ficaram conservados na torra do castelo de Malta, pois o frei apos os encontrar traduziu-os para Português e conservou-os fechados a sete chaves.

Diz a lenda que a bruxa Évora mesmo depois de morta ainda hoje encarna em serpente que ronda as ruinas da sua casa, matando todos aqueles que ela não considerar dignos de ali pisar nessas ruinas e ler aquilo que resta dos saberes ali inscritos.

Olhai que assim se pode saber da obra de são Cipriano:

Certa vez são Cipriano , o mago da Fenícia, encontrou-se com a bruxa Évora numa caverna onde pernoitava durante as suas viagens. Esse encontro sucedeu há meia-noite, e a bruxa evora – a maior das feiticeiras – pediu a Cipriano passagem por aquela gruta.

Pois então, olhai que mais assim está escrito na obra de são Cipriano:

Cipriano teve de se levantar para dar passagem á bruxa Évora, quando escutou estas palavras:

– Ò Lucifer, Filho da Luz, ergue-te e vem a mim, Lagarrona, para que eu vença a Cipriano da Antioquia, já que rompendo com a prática da feitiçaria se converteu á fé cristã. Eu, a bruxa Évora, consolo as esposas infelizes, traídas e escorraçadas, assim como curo e trago dinheiro, e porem são Cipriano hoje nada mais faz, pois apenas hora e dorme –

São Cipriano apesar de convertido ainda praticava a magia, e porem aceitou o atrevimento da da bruxa Lagarrona, e disse:

– Estás fazendo o feitiço da forma errada, velha bruxa, e pelo demónio, apenas eu te posso ajudar.

– Pelos Deus Lucifer, eu tenho as formulas corretas! Que erro é este ? – Perguntou a bruxa de Évora

– O feitiço que andas tentando fazer é o feitiço de amor, que leva pele de cobra, e raiz de urze, que deve ser queimada em nome de Baal das Moscas.

– Sim, esta falando certo. Mas onde esta o meu erro ? – Indagou a bruxa Évora

– É porque não usaste o ingrediente principal, que tua mãe a bruxa Bambina te revelou – disse são Cipriano

– Tu és um pagão ainda, Cipriano ! E qual é esse ingrediente ?

– É a raiz de arruda, planta protetora e que traz sorte – disse são Cipriano, fazendo o sinal de Satã.

Comprovando que afinal são Cipriano apesar de já convertido porem ainda era o grande feiticeiro da Fenícia, a triste bruxa sentiu-se vencida e desatou a chorar.

são Cipriano apiedou-se da bruxa, e disse-lhe:

– tu eras capaz de mil feitiços mas não o do amor, mas agora aprendeste. Agora pergunto-te: és capaz de praticar a magia Fenícia?

Cipriano perguntava isso pois a ele foram administrados todos os segredos dos deuses Fenícios, como Baal e todas as demais divindades masculinas e femininas dos panteões pagãos. Passados muitos anos apos esse estudo, são Cipriano aprendeu com Satanás, numa sexta-feira, as praticas da bruxaria, e por pena da grande bruxa de Évora – também ela sabia e magnânima feiticeira – Cipriano iria ensinar-lhe os segredos de Pompeia, dos pós de amarração, dos pós de cascavel e de sapos, e da sorte.

Ate o raiar do dia os dois riscaram fórmulas e fizeram preces demoníacas.

De repente, o demónio apareceu. Trazia fórmulas certas e corretas, revelando a são Cipriano e á bruxa de Évora como evocar os espíritos dos mortos, e ficaram os dois donos da grande sabedoria da magia negra.

Dessa forma, são Cipriano e a bruxa de Évora viveram uma vida de exercício das mais ocultas artes mágicas, ficando imortalizados na historia por serem os maiores feiticeiros de todos os tempos.

Muitos anos mais tarde apos a noite deste encontro, Cipriano morreu degolado em Roma, e a bruxa Évora também foi lapidada nas ruas escuras do lugarejo Português.

Porem, a memoria desses dois maiores bruxos de todos os tempos é lendária, e perdura ate aos dias de hoje.

Obra de são Cipriano, Capitulo sobre «a Vida, e episódios da vida de são Cipriano», versando sobre «Encontro de Cipriano com Lagarrona», Pag 40-41

Os escritos de são Cipriano foram alguns conservados na torre do Tombo em Portugal, e outros no Vaticano, ao passo que os manuscritos da bruxa de Évora foram traduzidos pelo frei Frei Antão de Assis e são ainda hoje conservados em segredo.

Assim dito:

Pois assim se fica a saber o motivo pelo qual as terras de Setúbal são importantes para são Cipriano, pois que são terras que foram consagradas ao deus fenício Baal, e onde se acredita que são Cipriano visitou na sua grande peregrinação pelas rotas fenícias

Da mesma forma:

assim como se compreende como as terras de Évora são importantes para a bruxa Évora, pois que foi ali que a célebre bruxa praticou as suas artes, e veio a falecer.

Assim sendo:

A importância dessas terras, ( ou de terras onde pisaram ou viveram santos ou bruxas), é grande, pois olhai:

Da mesma forma que um cemitério é um local por natureza habitado por espíritos desencarnados, e da mesma forma que uma casa assombrada é uma casa por natureza habitada por assombrações, pois então:

da mesma forma a pratica da magia requer o uso de locais da terra que – por um motivo ou por outro – sejam portas de acesso a forças espirituais, e energias mágicas e a divindades que tenham ligação com essa terra, e que por isso se faça sentir  manifestar nesse local.

Pois por isso:

Todo o altar de santo e todo o altar de magia deve ser erigido e assentado numa terra que foi dedicada e consagrada a deuses, deusas, espíritos e entidades de magia, pois a terra que for consagrada a essas entidades ao longo dos séculos acaba desenvolvendo fortes conexões espirituais e pontos de energia mágica que potenciam a prática da magia.

Então:

Melhor ainda é, se esse local for ao mesmo tempo não apenas uma terra consagrada a deuses e deusas, como também for a terra onde um santo e uma poderosa bruxa ali pisaram e se cruzaram para juntos conjurarem magias e conjurações mágicas, pois esse local acabará sendo um ponto ideal para o assentamento de altares, terreiros e lugares mágicos.

Olha então a tríade de terras onde são Cipriano e bruxa Évora pisaram:
Serra da Arrábida

Serra da Arrábida – local de magias e pontos mágicos onde o povo fenício desembarcou, e que em antigo dialeto árabe significa «al rabit», ou seja: «local de oração», querendo isso dizer: um «local de espíritos e forças espirituais»,  local de Setúbal, cidade consagrada aos deuses e deusas fenícios. Não foi por acaso que são Cipriano viajou tao longe para vir pisar nessa terra – que ficava no extremo oeste do império Fenício –  e ali viajar a caminho de Évora, onde se encontrou com a bruxa de Évora.
castelo palmela

Castelo de Palmela – castelo dos Templários, onde essa famosa e herética ordem religiosa assentou sede, e onde residiu a ordem religiosa conhecedora dos mais secretos e ocultos segredos mágicos. Não foi por acaso que essa ordem veio assentar sede junto de Setúbal, terra dedicada ao Deus Baal e todo o panteão de deuses e deusas fenícios.

Templo de Diana em Évora

Templo de Diana em Évora – monumento que comprova a forte presença dos deuses e deusas pagãos numa terra onde a mais famosa bruxa pagã viveu, ou seja: a bruxa de Évora.

Então:

Entre Setúbal, Palmela e Évora – entre essa tríade de pontos geográficos – estão tais locais de força magica e magnetismo espiritual.

Então:

Por esse motivo o altar de são Cipriano foi assentado onde foi, por esse motivo o altar de são Cipriano está há cerca de uma década edificando com sucesso na obra de são Cipriano.

Leia também:
São Cipriano, o Mago dos magos
São Cipriano e bruxa Èvora

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Veja video:

amarrações amorosas de são Cipriano? escreva-nos!

*

Informação legal sobre o altar de são Cipriano:

a)

O altar de são Cipriano é:

uma Associação religiosa online,( ou comunidade religiosa online), na forma de uma associação de facto –  informal e sem personalidade jurídica – constituída ao abrigo da «Lei de liberdade religiosa» ,( ao abrigo do disposto no “f” do art 8º da Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho ), conforme os princípios religiosos de «Manifesto Doutrinário» legalmente reconhecido e registado – conforme constante de registo em Oficio nº 5244-MC ; averb. Reg. Nº 5847

b)

Do ponto de vista religioso, assim se declara:

1

A Umbanda é uma religião juridicamente reconhecida no Brasil, conforme art.º 5º da CRFB, assim como paragrafo 1º do art.º 215 da Constituição Federal, e também Lei nº 12.644 de 16 de Maio 2012.

Da mesma forma:

2

A SANTERIA – ou culto aos santos – é uma religião juridicamente reconhecida nos Estados Unidos conforme jurisprudência do Supremo Tribunal no caso Church of Lukumi Babalu Aye, Inc. v. City of Hialeah, de 1993

Assim sendo:

3

Em Portugal exercemos a SANTERIA – ou o nosso culto religioso aos santos, a Deus e ás divindades – conforme a Lei nº 16/2001 de 22 Junho sobre “liberdade religiosa”.

c)

Pois por isso:

1

O altar de são Cipriano é um «altar» online privado de culto religioso aos santos, e é uma «casa de oração» online privada de «dulia» ou culto pessoal aos santos, fundada conforme estatutos, princípios e mandamentos religiosos constantes de manifesto doutrinário legalmente registado.

2

Toda a actividade religiosa de Altar de São Cipriano é realizada em conformidade no 8º da lei nº 16/2001 de 22 Junho sobre «Direitos individuais de liberdade religiosa».

3

O altar de São Cipriano foi fundado e constituído segundo estatutos inspirados nos postulados do «Manifesto Doutrinário» ©, constante de registo em Oficio nº 5244-MC / averb. Reg. Nº 5847/2009.

4

O altar de são Cipriano é por isso um espaço online privado de culto aos santos, e é uma casa de oração online privada dedicada ao culto pessoal e privado de são Cipriano e santa Maria Madalena.

5

O altar de são Cipriano é uma associação de natureza religiosa online, (constituída ao abrigo do Art 46º da CRP), ou seja: é uma livre associação online –  informal e sem personalidade jurídica –  de pessoas que professando crenças religiosas comuns, assim se associaram para prestar culto e exercer em comum a prática da sua devoção religiosa comum.

6

O altar de são Cipriano é norteado por estatutos, fundação e constituição segundo «Manifesto Doutrinário», constante de registo em Oficio nº 5244-MC ; averb. Reg. Nº 5847/2009;

d)

Assim sendo:

1

O altar de são Cipriano não é obra de uma pessoa em particular, mas sim um movimento religioso online de todos os irmãos que nela participam,  e que constituem a fraternidade de são Cipriano e santa Maria Madalena, que é uma associação online e informal, sem personalidade juridica, e de natureza religiosa, de irmãos professando a mesma fé, e exercendo em comum uma mesma doutrina religiosa, e exercendo essa celebração de fé sem fins lucrativos, e ao serviço de todos aqueles que se revendo na nossa fé, então nela procuram orientação espiritual.

Todas as informações sobre o altar de são Cipriano e esta casa de oração, podem ser consultas aqui no nosso blog.

Assim sendo:

O altar de são Cipriano não é uma empresa, mas sim é uma associação religiosa informal, online sem personalidade jurídica, ou seja, é um movimento religioso de pessoas que partilhando uma crença religiosa comum, então livremente se associam – sem qualquer espécie de vínculo jurídico, nem de personalidade jurídica, nem de fim lucrativo – a fim de juntos professarem e praticarem as suas crenças espirituais e religiosas.

2

Ao abrigo do «c» do art.º 9º da Lei n.o 16/2001 de 22 de Junho, o altar de são Cipriano reserva-se o direito de manter a identidade dos seus utentes e fieis sob máximo sigilo!, pelo que se cada fiel – de sua livre vontade – desejar publicamente expressar a sua crença religiosa, então assim o fará de sua livre vontade!, e porem ministros de culto, ( ou sacerdotes), jamais poderão violar o seu sigilo profissional!, e divulgar sem consentimento as identidades de fieis ou utentes do altar –  nem de assuntos relacionados – e que sejam do seu conhecimento em função do seu ministério.

3

para os termos do Artº 2ª do «d» destes estatutos, assim se declara que ministros de culto serão aqueles que – conforme os princípios desta comunidade religiosa congregada na forma de associação informal e sem personalidade jurídica – sejam por essa comunidade assim reconhecidos, nos termos do 1º e 2º do Artº15 da Lei n.o 16/2001 de 22 de Junho

Altar místico de são Cipriano e bruxa Évora © 

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