Estatutos

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Estatutos e Mandamentos do Altar Místico de São Cipriano

cruz-celta-magia (1)

«Multi sunt vocati , pauci vero electi»

  1. Mateus 20,16

«Qui potest capere, capiat»

  1. Mateus 19,12

1-Sobre o Altar Místico de São Cipriano:

O altar místico de são Cipriano é uma associação religiosa, associação de facto – informal e sem personalidade jurídica – constituída ao abrigo da lei de liberdade religiosa ,( ao abrigo do disposto no “f” do art 8º da Lei n.º 16/2001, de 22 de Junho ), conforme os princípios religiosos de Manifesto Doutrinário legalmente reconhecido e registado – conforme constante de registo em Oficio nº 5244-MC ; averb. Reg. Nº 5847

.

A Umbanda é uma religião juridicamente reconhecida no Brasil, conforme art.º 5º da CRFB, assim como paragrafo 1º do art.º 215 da Constituição Federal, e também Lei nº 12.644 de 16 de Maio 2012.

A SANTERIA – ou culto aos santos – é uma religião juridicamente reconhecida nos Estados Unidos conforme jurisprudência do Supremo Tribunal no caso Church of Lukumi Babalu Aye, Inc. v. City of Hialeah, de 1993

Em Portugal exercemos a SANTERIA – ou o nosso culto religioso aos santos, a Deus e ás divindades – conforme a Lei nº 16/2001 de 22 Junho sobre “liberdade religiosa”.

Veja: Lei de Liberdade religiosa

O altar de são Cipriano é um «altar» privado de culto religioso aos santos, e é uma «casa de oração» privada de «dulia» ou culto pessoal aos santos, fundada conforme estatutos, princípios e mandamentos religiosos constantes de manifesto doutrinário legalmente registado.

Toda a actividade religiosa de Altar de São Cipriano é realizada em conformidade no 8º da lei nº 16/2001 de 22 Junho sobre «Direitos individuais de liberdade religiosa».

O altar de São Cipriano foi fundado e constituído segundo estatutos inspirados nos postulados do «Manifesto Doutrinário» ©, constante de registo em Oficio nº 5244-MC / averb. Reg. Nº 5847/2009.

O altar de são Cipriano é por isso um espaço privado de culto aos santos, e é uma casa de oração privada dedicada ao culto pessoal e privado de são Cipriano e santa Maria Madalena.

O altar de são Cipriano é uma associação de natureza religiosa, ( constituída ao abrigo do Art 46º da CRP), ou seja:

é uma livre associação – informal e sem personalidade juridica – de pessoas que professando crenças religiosas comuns, assim se associaram para prestar culto e exercer em comum a prática da sua devoção religiosa comum.

O altar de são Cipriano é norteado por estatutos, fundação e constituição segundo «Manifesto Doutrinário», constante de registo em Oficio nº 5244-MC ; averb. Reg. Nº 5847/2009;

E assim sendo, assim professamos, assim cremos e assim é a nossa fé: Temos pelos 2 grandes livros da nossa fé, a Obra de são Cipriano, e a Bíblia, e nesses 2 grandes Livros de Mistério do espírito  e de Revelação Divina entregamos a nossa fé incondicional e absoluta, crendo que nesses 2 livros residem os mistérios e as chaves das obras dos espíritos, dos santos e de Deus. E assim sendo:

Doutrinariamente, os fundadores do altar de São Cipriano professam-se enquanto praticantes de uma fé que se crê uma ramificação do chamado «caminho dos santos», ou a especial e dedicadíssima devoção aos santos, (prática comummente conhecida por «santeria»), assim como das demais artes místicas e ocultistas associadas e este corpo de saberes teosóficos.

Os fundadores do altar de São Cipriano, professam em particular a sua devoção a São Cipriano e a Santa Maria Madalena.

São Cipriano, ( já depois de convertido, de ter recebido os seus sacramentos de sacerdócio e de ser um pio Bispo),  afirmou num dos seus textos, que existe uma igreja «visível», e uma igreja «invisível».

Cremos que do sentido oculto das suas palavras, emanam os pilares da nossa crença, e eles são:

A igreja visível é aquela que os olhos vêem, com a sua hierarquia máxima no Vaticano.

A outra, é aquela a que são Cipriano chamava da igreja «mística», ou a igreja «invisível».

Essa é a «igreja» da pratica da espiritualidade, a «igreja» «pura», a «igreja» assumida e fiel ás suas mais ancestrais raízes místicas, aquela que não tem receio de acreditar nos espíritos, aquela que não tem receio de afirmar que existem demónios e magia negra, aquela que não tem vergonha dos exercícios de exorcismo e do contacto com demónios conforme Jesus os praticou pois que esse trabalhou como exorcista itinerante de terra em terra expulsando demónios por toda a Galileia, aquela que não tem receios de lidar com pecador, ( como Jesus lidou ao comer e beber com prostitutas e cobradores de impostos e ao salvar um ladrão crucificado ao seu lado), aquela que não receia afirmar claramente que a feitiçaria e os santos existem e são realidades.

Pois assumimo-nos como essa igreja invisível, no sentido de um movimento religioso de crentes informalmente reunidos  numa CASA DE ORAÇAO  e que constituem uma «igreja» sem hierarquias visíveis, e que sempre crendo em Deus, contudo revêem-se e crêem nas mais ancestrais tradições místicas e que, desde as mais imemoriais raízes do cristianismo, crê nos santos, crê nos espíritos, crê no oculto, e que por isso professa o «caminho dos santos».

O altar Místico de São Cipriano, fundamenta-se teologicamente nessa crença no caminho dos santos e da igreja invisível, ( enquanto igreja praticante do misticismo), manifestando-se por isso enquanto um espaço de culto religioso informal e privado, onde se presta culto a São Cipriano e aos seus saberes ocultos, onde se exerce a crença nos ensinamentos místicos de São Mateus, onde se pratica a devoção aos santos, ( em especial a São Cipriano e a Santa Maria Madalena), bem como onde se professa a fé nos espíritos e no mundo espiritual, bem como no  Ocultismo, no Esoterismo, e no Mundo Espiritual.

O Altar Místico de São Cipriano é por isso um santuário e um templo, um espaço religioso privado onde as esferas da espiritualidade são celebradas com fé e veneração.

A nossa fundação, e a nossa fé em São Cipriano, parte do princípio que todos os saberes de São Cipriano concorrem para a fé em Cristo, embora por caminhos distintos. Se uns são levados a Cristo pela luz, (pelas bênçãos de Deus), outros o são pelas trevas, (pelas maldições de Deus), e contudo todos actuamos para que um rebanho seja colhido, jamais disperso.

A nossa fundação, e a nossa fé em são Cipriano também parte do principio da pratica do exorcismo enquanto forma de comunicação com espíritos das trevas, ou seja:

Professamos que um acto de exorcismo ( palavra que advêm do gregoexorkismós e que significa:«fazer jurar»),  é um acto de comunicação com seres das trevas, ( aquilo a que comummente se chama «magia negra»), servindo esse acto para obrigar esses seres a algo, ( isto é, «faze-los jurar algo»), seja isso: ou para afastar esses seres da vida das pessoas, ou para pedir a esses seres que em nome de Deus actuem com certa finalidade.

Cremos assim faze-lo justificados na seguinte revelação:

João disse a Jesus: «Mestre, vimos um homem que expulsa demónios em teu nome. Mas nós proibimos-lhe porque ele não nos segue. Jesus disse: «Não lho proibais, pois ninguém faz um milagre em meu nome e depois vai falar mal de mim»

Marcos 9,39-40

Pois assim:

Julgamos que nenhuma igreja – esta ou aquela –  se pode arrogar «dona da verdade», e por isso toda a igreja que opera em nome de Deus e na fé em Deus está operando conforme este Mandamento, e está por isso dando a sua contribuição em Deus e para Deus.

Pois por isso:

Julgamos por isso a nossa acção justificada nesta revelação, pois que se praticamos e oficiamos o exorcismo, eis que fazemo-lo conforme a Fé de São Cipriano, e a fé do santo era em Jesus.

Mais assim cremos:

Cremos e veneramos a Moisés que professamos ser um mago que praticou feitos de ciências ocultas iguais e maiores que os magos do Egipto, (Êxodo 7,8-11;17;21-22;  8,1-3; 12-18;  9,8-11);  a Balaão que foi um mago iluminado pela revelação profética de Jesus, (Números 21,6-7;18;  24,13); a Daniel ,( também chamado de Baltazar), que foi ummago da corte do rei da Babilónia e um profeta de Deus(Daniel 4,5;6; 16;  5,12-14); aos 3 magos que testemunharam a vinda de Jesus a este mundo, (Mateus 2,1-12); a Salomão que foi um dos maiores magos de sempre e um santo do Senhor; a  Jesus que foi maior que Salomão, ( Mateus 12, 42), assim como a são Cipriano e a santa Maria Madalena. ( Consultai também sobre a nossa «mensagem espiritual», assim como sobre «santeria, o caminho dos santos»)

Professamos que «magia branca» é na verdade o apelo ás «bênçãos» de Deus, e que a «magia negra» é na verdade o apelo ás «maldições de Deus», e que porem a «magia», seja ela «branca» ou «negra», toda ela é coisa do «mundo do espírito» e do «espírito», e que por isso toda ela provem de Deus, pois que está provado e escrito: «Ponho diante de vós a bênção e a maldição» – Deuteronómio 11,26 , atestando-se assim que é Deus que é Dono e Senhor de toda a «bênção» e de toda a «maldição», e que todas elas d’Ele provem, e por Ele operam, e foram por Ele criadas. Mais se crê e professa que a tanto a bênção de Deus, ( a chamada «magia branca),como a maldição de Deus, ( a chamada «magia negra»), ambas podem ser operadas clamando a Deus, e isso assim se atesta neste mandamento que assim está revelado: «O sacerdote escreverá esta MALDIÇÃO num documento (…)e o sacerdote fará este ritual – Números 5,23;29-30 – Pois assim se sabe: aos sacerdotes que veneram a Deus é instruído não apenas clamar ás bênçãos de Deus, como lhes é instruído clamar ás maldições de Deus, e isso assim se testemunha e confirma neste mandamento. E por isso assim se crê que com Deus todas as bênçãos e magias dão fruto, e sem Deus nenhuma delas dará fruto algum, e que assim todas elas devem ser exercidas dentro de Deus, em Deus, e jamais fora de Deus. Por isso: é professado que Deus não é Senhor de apenas «algumas coisas» mas sim de «todas as coisas», e que por isso tanto as bênçãosde Deus, (a chamada «magia branca»), como as suas maldições, (a chamada «magia negra»), podem ser clamadas a Deus em favor do sofredor, e assim sendo podem essas bênçãos ou maldições manifestar-se neste mundo através de um santo de Deus, tal como se manifestaram através de Moisés, tal como se manifestaram em Abraão, tal como se manifestaram em Balaão, e tal como professamos que se manifestam em são Cipriano e em Santa Maria Madalena.

São Cipriano, foi aquele a quem se deu o cognome de «o grande dos Magos», tal é o poder e profundidade dos conhecimentos ocultos de São Cipriano, ( previstos no Direito Canónico como a «artes prohibitae» desde 1456), e que permitem realizar prodígios através de encantamentos, feitiços e sortilégios que apelam tanto ás infernais forças dos demónios e génios, como aos espíritos, como ás forças celestiais.

Sobre Magos e a sua missão, também revelou São Mateus no seu evangelho. Professando tanto os ensinamentos de São Mateus , como de São Cipriano, assim se justifica a missão e acção do Altar Místico de São Cipriano.

È a pratica da fé, e o exercício dos mais ancestrais saberes místicos, que permitem o contacto e dialogo com espíritos e forças do oculto, bem como a Intercedência a favor dos desejos de cada um,  que o Altar Místico de São Cipriano favorece e realiza.

O altar místico de São Cipriano, é por isso reconhecido entre os seus fiéis servidores, pelo lema de ser:

«Local de veneração e pratica do esoterismo,

sede da fé e do exercício magico,

templo de misticismo e dos grandes espíritos do Oculto, casa dos prodígios e milagres que se observaram, observam e observarão.»

A «Magia» de acordo com os saberes de São Cipriano, é «a arte de submeter as potências da natureza á vontade humana.» Mais afirmam os saberes de São Cipriano, que «entre essas potências, encontram-se espíritos, génios e demónios que podem ser invocados mediante fórmulas, orações, encantamentos, talismãs, pentáculos e filtros.»

Os «bruxedos», segundo a obra de São Cipriano, são «uma forma de controlar e fazer aparecer espíritos benignos ou malignos».

Também segundo os saberes de São Cipriano, o «bruxedos» podem consistir na «evocação de demónios para permitir utilizar os poderes que eles possuem e que Deus concedeu ao Diabo depois de expulsa-lo do céu», ao passo que a «feitiçaria» é a «evocação de espíritos» feita com a finalidade de «os levar a cometer certos actos», sendo esses favorecedores dos nossos desígnios.

Nos conhecimentos das «forças e poderes ocultos sobre ódio e amor» praticados por São Cipriano no seu 16º artigo, é revelado que São Cipriano embora bispo e já não praticando bruxaria, pode contudo ensinar aos que se revelam dignos de tal saber místico, os segredos das artes de feitiçaria que podem conduzir ao alivio de aflições, se assim de tal alguém se revelar merecedor.

Também segundo os saberes espirituais e místicos de São Cipriano, assim se revela:

«Deus deu ao homem poder e sabedoria para fazer feitiços, assim como deu remédios para os combater.»

São por isso os conhecimentos mágicos e ocultos, por vezes infernais, outras celestiais,  e contudo sempre poderosos, que são exercidos com grande fé e sabedoria no Altar Místico de São Cipriano.

A bíblia atesta sobra a existência de magos e da magia, confirmando historicamente a sua existência e o seu poder. DanielSalomãoSamuel eBalaão foram magos. Há mesmo quem afirme que Moisés foi um mago, e que os seus prodígios advêm dos saberes mágicos que Moisés aprendeu junto dos Egípcios.

A existência de Magos foi também atestada nos Evangelhos, onde São Mateus , ( S.Mateus II), revela que foram Magos aqueles que vindos do Oriente, presenciaram o nascimento de Jesus – Vide Artigo 9º destes mandamentos –

Na antiguidade, o Egipto e a Babilónia foram provavelmente os maiores centros de sabedoria mística e ocultista do mundo, sendo que São Cipriano foi um mago instruído em todas essas artes e saberes, tanto através da sua formação religiosa politeísta nos templos da Deusa, como nos seus estudos praticados com a bruxa Évora.

Os saberes que São Cipriano deixou no seu legado místico, incluem conjuros, rezas, encantamentos e feitiços provenientes das mais ancestrais fontes de sabedoria místicas, nomeadamente dos Egípcios, Assírios, Caldeus, Hebreus, Mouros e Fenícios.

São esses os saberes que são praticados no Altar Místico de São Cipriano, abram eles as portas aos poderes da magia negra, como aos poderes da magia branca.

2-Missao do Altar Místico de São Cipriano:

Consideramos que ocorre um milagre, cada vez que o mundo espiritual intervêm no nosso mundo, alterando a vida de alguém que sofre, abrindo-lhe portas que antes estavam fechadas e teimavam em não se abrir.

Consideramos um milagre, cada vez que os espíritos tocam a vida de uma pessoa, concedendo-lhe oportunidades de felicidade, onde antes persistia em nada existir senão constante dor, frustração e caminhos fechados.

Por isso:

De cada vez que – paulatinamente – o mundo espiritual toca o nosso mundo e as nossas vidas, em virtude da nossa fé, consideramos que um milagre acontece, e esse milagre é abrirem-se-nos portas que antes se consideravam impossíveis de abrir, desbloquearem-se-nos caminhos que antes se julgavam impossíveis de trilhar, e assim transformar um chão apodrecido, estéril e morto numa sementeira cheia de vida e repleta de oportunidades.

Então:

Procuramos por isso semear no espírito a semente de uma nova vida, sendo que tendo sucesso nessa empreitada, o que era perdido terá oportunidade de ser reconquistado.

Assim sendo:

No Altar Místico de São Cipriano, ao longo dos anos, tem-se assistido a dezenas e dezenas de milagres no decorrer dos processos místicos ali realizados e Intercedências espirituais ali celebradas. Por assim ser, os servidores do Altar Místico de São Cipriano prestam testemunho desses milagres, professando, (fundamentados na sua fé, e justificados pelos factos que os seus olhos assistiram), que o mundo espiritual pode auxiliar quem sofre a conseguir, tanto aliviar os seus tormentos, assim como a abrir portas a uma vida melhor.

Por isso:

Professa o Altar Místico de São Cipriano, que aqueles que com verdadeira fé procuram nos espíritos remédio para as suas aflições, podem ver concedidas , (pelo mundo espiritual), oportunidades para a cura dos seus tormentos .

Por assim ser:

a missão do Altar Místico de São Cipriano consiste em:

1º- Pois a quem como nós testemunhou os milagres que os espíritos podem fazer, cabe a missão que nos foi entregue de espalhar a fé nos espíritos e no mundo espiritual, divulgando um testemunho justificado pelos factos por nós vistos e que, atesta que o mundo espiritual pode ajudar todos aqueles de fé e que sofrem. Assim, cabe-nos a missão de divulgar esta mensagem religiosa por todos os meios possíveis, sempre respeitando as leis dos homens.

2º- Professamos também, ( e assim é nossa missão divulgar), a crença nos ensinamentos de São Mateus, (S.Mateus XVII), segundo os quais nos é revelado que aos de fé, o mundo dos espíritos pode mover montanhas e realizar milagres de favorecimento. Também segundo os mesmos ensinamentos, é revelado,( e nós assim cremos),  que o contacto com os espíritos é possível, e dele podem advir evolução e boas-novas aos que neles procuram remédio para as suas vidas. Somos assim, tanto na nossa missão, como na nossa acção, justificados pelos ensinamentos de São Mateus.

3º- Prestar culto e veneração tanto a são Cipriano, assim como aos espíritos e ao mundo espiritual.

4º- Exercer a pratica da magia para ajudar o semelhante que sofre, não olhando a que forças tenham de se operar, sejam elas de luz ou trevas, tal como fizeram os Magos descritos por São Mateus, tal como fez Salomão em favor do seu povo, e tal como ensinou São Cipriano.

5º- Realizar, (no espírito do 3º desta missão), processos espirituais, místicos, mágicos, esotéricos e ocultistas, dessa forma intercedendo espiritualmente em favor daqueles que procuram a ajuda do Altar de São Cipriano.

6º-Auxilio espiritual de todos aqueles que procuram alivio para os seus tormentos no mundo espiritual, e assim o escolhem fazer neste Altar

7º- Divulgação das mensagens doutrinárias do Ocultismo, do Esoterismo e da crença na existência do mundo espiritual, das suas leis, forças e entidades.

Saiba-se também:

O altar de são Cipriano é santuário privado e particular, onde um grupo de pessoas livre e informalmente associadas praticam e professam a sua fé espiritual e as suas convicções religiosas.

Assim sendo:

Esse grupo de pessoas, constitui uma irmandade religiosa de natureza privada e iniciática, dedicada ao exercício de um corpo hermético de saberes espirituais e ocultos.

Então:

Devido á natureza secreta dos saberes ocultos que executamos, e da natureza iniciática da irmandade religiosa que constituímos, ( á imagem da Maçonaria, da Rosa-Cruz, da Opus Dei, etc), obrigamo-nos ao dever legalmente previsto de exercer a nossa fé em recintos privados, sem ofender as convicções de terceiros, sem ofender a moral e bons-costumes vigentes, nem jamais violar a legalidade.

Contudo:

Igualmente ao abrigo do artigo 41º da Constituição da República Portuguesa, reservamo-nos igualmente o direito constitucionalmente previsto de não responder sobre a nossa fé, sobre as nossas crenças e sobre as nossas praticas religiosas, nem de em sua função nos identificarmos enquanto crentes, fiéis e praticantes da irmandade religiosa á qual pertencemos

Mais assim se afirma:

Os elementos do altar de são Cipriano que jurando votos de fidelidade á fraternidade de são Cipriano e santa Maria Madalena ,então receberem consagração, sacramentos,  e investidura para exercerem os ofícios desta casa de oração, esses denominar-se-ão de «sacerdotes» conforme o mandamento que assim diz:

Quem anda no caminho dos íntegros, esse será meu ministro

Salmo 101,6

Pois assim se sabe:

À luz deste mandamento, ser «sacerdote», ( ou ministro de Deus), é-o todo aquele que anda nos caminhos de Deus e nos caminhos da fé em Deus.

Mais assim está escrito:

Os sacerdotes (…) são eles que apresentam a Deus (…) o alimento do seu Deus

Levítico 21,5-6

Pois assim se sabe:

«Sacerdote» é todo aquele que apresenta a Deus o alimento de Deus, ou seja, todo aquele que serve a Deus e que segue o caminho da fé.

Por isso se chamarão aos elementos da fraternidade de são Cipriano e santa Maria Madalena de: «sacerdotes»

E assim:

Terão os sacerdotes deste corpo religioso na sua principal função espiritual, a missão de olhar a este mandamento, conforme assim está revelado:

Três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porem, é o amor

1 Coríntios 13,13

Pois então:

Eis as três principais funções dos sacerdotes, e que são:

1-Espalhar a  a todos aqueles que quiserem de corações abertos partilhar da nossa fé

2-Semear a mensagem da esperança na recompensa de Deus, pois que é a firme, paciente, persistente e inabalável esperança na recompensa de Deus, que abre portas a que ocorram todos os prodígios em Deus.

3-Dedicar a sua obra espiritual ao amor, pois que é o amor que é fonte e guia de vida, e é o amor o maior de todos os mandamentos em Deus, e é no amor e pelo amor que todos os maiores prodígios podem suceder aos corações de fé

E assim:

È conforme estes mandamentos que os membros que oficiam neste altar se denominam «sacerdotes», e é conforme estes mandamentos que é edificada a sua missão espiritual e religiosa, sempre guiada que é através dos saberes de são Cipriano e dasSagradas Escrituras, os dois livros fundamentais da nossa .

3- Serviços espirituais prestados no Altar Místico de São Cipriano:

No Altar Místico de São Cipriano, são prestados os seguintes serviços espirituais gratuitos:

  1. Atendimento espiritual
  2. Confissões espirituais
  3. Aconselhamento espiritual
  4. Orientação e motivação espiritual

Todos os acima descritos serviços espirituais, são totalmente gratuitos, sendo que é expressamente proibida a cobrança de qualquer valor pela sua prestação.

São também realizados no altar místico de São Cipriano, os seguintes serviços místicos, de forma onerosa:

1-     Processos místicos, mágicos, esotéricos e espirituais, em conformidade com o 7º destes estatutos.

Quanto a esses, importante é que se saiba:

Pelo altar de São Cipriano, apenas e exclusivamente podem ser aceites:

1-Pagamentos para financiamento de DESPESA de missas e rituais, tal como em qualquer igreja são cobradas missas de intenções

2-Donativos, que são aceites como esmola que é um tributo ou um dizimo que permite a subsistência da obra espiritual do altar.

Isto posto, assim se afirma:

O altar de São Cipriano é um santuário fundado sobre os pilares de uma fé séria e profunda devoção aos santos, a são Cipriano e a santa Maria Madalena, assim como de crença nos ensinamentos e doutrina oculta de são Cipriano.

4- O Altar Místico de São Cipriano apenas aceitará donativos e contribuições, para fins de:

I

Manutenção do Altar e das suas instalações, bem como subsistência da sua obra, e dos seus servidores

II

Celebração de Missas Esotéricas de Intenções, como indicado no 3º destes estatutos, e conforme descrito no 7º destes mandamentos

Quanto a assuntos de dinheiro, eis que assim se declara:

Muita gente diz:

Obra de santo e de Deus não pede por dinheiro, pois que obra de Deus não se edifica dando dinheiro.

A isso assim respondemos:

Não, a obra de santo e de Deus não se edifica com dinheiro, e porem ela edifica-se no sacrifício, no dízimo e no tributo conforme Deus ordenou, pois que assim está escrito:

Deus disse a Moisés: «Diz aos filhos de Israel que me ofereçam tributo»

Êxodo 25,1

As escrituras revelam como lei que Deus pede aos homens tributo pelas suas bênçãos e graças, pois que dando na obra de Deus estais dando aquilo que de Deus recebereis.

E mais assim está escrito:

Lembrai-vos disto: Quem semeia pouco, pouco há-de colher; quem semeia com abundância, com abundância há-de colher

1 Coríntios 9, 6

Pois então:

Não está escrito:

Na hora de procurar a um templo de santo ou de Deus, ficai de mão fechada regateando o preço da vossa felicidade.

Não.

Antes está escrito:

Quem com pouco semear, então pouco vai colher.

E porem:

Quem com muito semear, então muito colherá.

Pois então:

Assim diz o Mandamento de Deus:

Aquele que em templo de santo e em obra de Deus se entregar para com muito semear, então o santo olhará e Deus apreciará esse sacrifício, e assim será retribuído conforme foi concedido.

E porem:

Aquele que diz: «primeiro quero ver para crer», e aquele que assim dizendo então vai regatear ao Santo na hora de oferendar ao Santo, então esse com pouco semeia no Santo, e esse por isso pouco vai do Santo colher.

E quem disso duvidar, então olhai que assim está escrito:

Deus ama a quem dá com alegria. Deus pode enriquecer-vos com toda a espécie de graças

1 Coríntios 9, 7-8

Pois então:

Àquele que dá com abundancia então o santo responderá em abundancia, e Deus concederá toda a espécie de graças.

E porem:

Aquele que com avareza dá a Deus, então esse de Deus colherá avareza de graças na hora da necessidade, e por isso esse não se admire de pobre colheita receber, pois acaso pode alguém colher aquilo que não plantou?

E porem muitos dizem:

Então e aquele que tem dificuldade?, pois que esse que não podendo dar porem acaso não merece receber?

Assim respondemos, conforme assim está escrito:

O pai bem sabe que tendes necessidade destas coisas. Portanto, buscai o reino dos céus, e Deus dar-vos-á essas coisas em acréscimo

Lucas 12, 27-31

Pois então:

Quem na hora de ir ao Santo consegue encontrar meio de dar sacrifício e tributo conforme a grandeza do seu pedido, então grandeza de recompensa lhe será retribuída.

E porem:

Aquele que diante da dificuldade fica de braço cruzado olhando a nuvem passar no céu e apenas lamuriando, esse pouco vai colher pois – mais uma vez se diz – ninguém colhe aquilo que não plantou.

Então:

O caminho não é cruzar o braço e fazer birra com Deus, mas sim o caminho é fazer de tudo para ir em Deus semear para então de Deus colher.

Pois então:

Na hora da dificuldade – seja que dificuldade for – aquele que colocar Deus á frente de todas as coisas – dando a Deus o primeiro e o maior de todos os tributos – então esse de Deus colherá a maior das retribuições e vitorias.

E porem:

Aquele que na hora da dificuldade porem fica olhando a dinheiro ao invés de recorrer do Santo, então esse pouco do Santo colherá, da mesma forma que aquele que ficando doente ao invés de comprar o remedio que o medico manda antes ficar olhando o dinheiro, então esse – sem sombra de duvida – acabará ficando sem o dinheiro e sem a vida.

Pois então:

Acaso não está escrito: «buscai primeiro e antes que tudo a Deus, e em retorno Ele vos dará todas as coisas que necessitais»?

Então:

Se assim fizerdes então assim será, e porem se vos agarrardes ás vossas avarezas então avareza de resultados colhereis em todas as coisas da vossa vida.

E porem, você responde:

Então nesse caso, apenas o rico pode ter retribuição do santo e de Deus?

Respondemos:

Não, pois olhai que assim está escrito:

O Jovem disse a Jesus:«(…) o que me falta fazer?»

Jesus respondeu: «(…) vai, vende tudo o que tens, dá o dinheiro aos pobres e terás um tesouro no céu. Depois, vem e segue-me».

Ao ouvir isto, o jovem retirou-se (…) Então Jesus disse aos discípulos:« Eu vos garanto (…) é mais fácil um camelo entrar por um buraco de uma agulha, que um rico entrar no reino d Deus»

Mateus 19,20-24

Pois então:

Tao difícil é ao rico «largar mão» e dar tudo aquilo que tem a uma obra de Deus, como é difícil ao pobre sacrificar-se para dar aquilo que não tem a uma obra de Deus.

Então:

Tanto o rico como o pobre podem fazer sacrifico por forma a em Deus semear com abundancia, para de Deus colher abundancia em todas as coisas da vida.(*)

Pois por isso:

Não é riqueza nem pobreza que comanda no homem, mas sim é a força de vontade e o empenho que abrem caminho no prodígio de Deus.

E assim sendo:

Estes são Mandamentos de Deus, e quem quiser que os observe para deles colher aquilo que Deus prometeu, ou seja:

Dai, e dar-se-vos-á

Lucas 6,38

Pois então:

Quem em obra de santo dá, então de obra de santo recebe.

Então:

Aquele que ao Santo dá do Santo recebe, e aquele que no santo nega do santo será negado.

5- Considera-se património do Altar Místico de São Cipriano:

O Altar de São Cipriano, a sede onde se encontra fixado o Altar, e todas as demais instalações gratuita ou onerosamente adquiridas em seu nome, ou para exercício das suas funções religiosas e místicas.

O património do Altar de São Cipriano, a sua obra espiritual, bem como a assistência material e de subsistência prestada a todos aqueles que gratuita e voluntariamente servem o Santuário/Templo, é provido exclusivamente através de donativos livremente cedidos por todos aqueles que livremente escolheram assim contribuir para a sua obra, manutenção e existência.

6- O Altar Místico de São Cipriano foi elaborado de acordo com ancestrais saberes bíblicos, e a sua fundação procedeu-se da seguinte forma:

O Altar de São Cipriano começou a ser concebido a 2 de Outubro 2005, ( dia de São Cipriano), havendo sido espiritualmente consagrado a 31 Outubro 2005,  no dia das bruxas, ou também conhecida como a noite dos mortos, e que antecede o dia de finados, ou o dia de todos os Santos.

O altar de são Cipriano foi consagrado conforme os mandamentos que assim estão escritos:

Queimaram incenso sobre o altar (…) colocaram os pães em ordem sobre a mesa (…) ofereceram um sacrifício conforme a Lei, sobre o (…) altar dos holocaustos (…) o altar foi consagrado (…) celebraram a consagração do altar durante oito dias, oferecendo alegremente holocaustos

1 Macabeus 4,50-56

Mais assim foi observado:

Será quadrado (…) Farás o altar de madeira

Êxodo 27,1

Assim:

Em apenas em 4 anos de existência, já se observaram mais de 9 dezenas, de favorecimentos e de graças diversas que ocorreram após muitas e muitas situações de dor e tormento terem sido entregues ás mãos de São Cipriano e dos seus saberes espirituais.

7- Sobre os serviços espirituais e místicos do Altar Místico de são Cipriano:

O Altar de São Cipriano existe para concretizar a persecução dos fins e missão descrita no 2º destes Estatutos e Mandamentos.

No âmbito da sua missão, o Altar de São Cipriano todos os seus serviços espirituais são prestados gratuitamente, salvo o previsto no 3º destes Mandamentos e Estatutos.

Para alem dos serviços gratuitos acima descritos, o Altar de São Cipriano presta serviços espirituais de forma onerosa e destinados a , (usando de processos místicos e esotéricos baseados em saberes ocultistas de são Cipriano, bem como saberes  Bíblicos) , praticar rituais místicos de magia branca ou magia negra, assim e por esses intercedendo junto do santo e do mundo espiritual  a favor das causas daqueles que sofrendo, entregam os seus assuntos ao Altar e a são Cipriano.

Professa o altar Místico de São Cipriano, que tanto a prática da Magia Branca e da Magia Negra, como o contacto com os espíritos, é justificado pelos saberes revelados pelas escrituras, como por São Mateus. Assim se saiba:

1º-Dizem-nos as escrituras, (II Reis 3,3), que Salomão praticou magia branca ao dialogar com Deus e os anjos de Deus, ao mesmo tempo que praticou magia negra, ao dialogar com demónios.

2º-São Mateus ensina-nos que Jesus foi maior que Salomão – S Mateus XII – o mais sábio dos magos, havendo contactado tanto com demónios, ( para os expulsar das vidas de quem padecia), como com espíritos de mortos ( Moisés e Elias)

3º-São Cipriano e os seus manuscritos, atestam-nos que o «mago dos magos», praticou magia negra falando com demónios, e magia branca dialogando com Deus e como os anjos de Deus.

Porque assim atestam tanto as escrituras, como os manuscritos de São Cipriano, como os saberes de São Mateus, assim professarmos ser possível exercer tanto a magia branca, como a artes magicae da Nigromancia, prevista em 1456 no direito canónico.

Saiba-se por isso e também:

Todos os tratamentos espirituais realizados no Altar de São Cipriano, são realizados através dos seguintes processos espirituais, sálmicos e bíblicos:

Sobre altares, e sobre as praticas espirituais que neles são exercidas, e como elas funcionam e operam o seu fruto, assim está revelado:

Pegai em sete bezerros e sete carneiros e ide ter com o meu servo Job. Oferecei os animais em holocausto, e o meu servo Job intercederá por vós. Em atenção a ele, não vos tratarei como a vossa insensatez merece

Job 42,8

E eis que assim se sabe que quando apelando a um santo de Deus, dever-se-ão celebrar as devidas oferendas conforme as escrituras instruem, pois que isso é do agrado do Senhor.

E assim fazendo as oferendas instruídas e apelando a um santo de Deus, sabe-se que tal constitui uma veneração que poderá decidir entre as bênçãos e as maldições do Senhor.

E porque na Palavra de Deus assim está revelado, eis que quando se procuram as bênçãos ou as maldições de Deus através de um dos seus santos, ( conforme Elifaz e os seus dois companheiros fizeram junto de Job), se tais mandamentos forem observados, pois eis que eles darão o seu fruto, pois que são do agrado de Deus.

E se tais mandamentos e intercedências forem assim feitas conforme os mais ancestrais saberes espirituais, pois então eis que assim está revelado:

Os seus sacrifícios serão aceites com agrado no meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos

Isaías 56,7

Pois assim se que aqueles de fé que se reunirem num local e em nome de Deus, ( ou dos seus santos), para  ali adorarem, celebrarem, orarem, oferendarem oblações, defumações, holocaustos e  libações, e assim fazendo cumprirem tudo aquilo que a Lei de Deus manda, pois assim se sabe que essa devoção será agradável ao Senhor, e esse local será chamado «altar» e «casa de oração».

E assim fazendo, eis que também se sabe que as bênçãos e as maldições de Deus que forem clamadas conforme o seu preceito e mandamento nessa «casa de oração» e nesse «altar», elas terão resposta.

No cumprimento desta missão em particular, serão celebradas missas esotéricas, (rituais de magia branca ou magia negra), segundo saberes de são Cipriano, visando interceder junto do santo e do mundo espiritual, a fim de obter favorecimentos para os tormentos de quem sofre e ali procura respostas.

Apenas essas acima descritas missas esotéricas de intenções, são cobradas pelo altar de são Cipriano, e pelo justo valor da sua realização, conforme cada situação ali tratada *. Por todos os demais serviços do altar de são Cipriano é proibido que seja cobrado seja que valor for, conforme foi anunciado no 3º e 4º destes mandamentos e estatutos. Qualquer lucro ou benefício que subsista dos donativos prestados para a celebração de missas esotéricas de intenções, será aplicado á manutenção do Altar Místico de São Cipriano e do seu património, conforme o descrito no 5º deste estatutos e mandamentos. Os pagamentos das Missas de Intenções, consideram-se por isso enquanto contribuições/ donativos cedidos tanto para a celebração dos citados rituais, como para o auxílio á manutenção e sobrevivência do Altar de São Cipriano e a sua obra em todos os seus aspectos logísticos e humanos.

(*) Quanto a assuntos de dinheiros, somos regidos por estes mandamentos:

1-«Aquele que semeia bens espirituais junto de vós, deve colher aquilo com que comer e beber junto de vós», conforme anunciado por São Paulo em I Coríntios 9.

2- Fazemos pedidos, orações e suplicas por todos aqueles que nos procuram, tal como também são Paulo recomendou na sua epístola I a Timóteo 2,3

3- Contudo também seguimos a regra exposta nas palavras de São Paulo em II Coríntios 7, pelas quais é instruído que aquele que trabalha com os bens do espírito não deve explorar quem procura auxilio.

Por assim ser:

Todos os serviços prestados pelo Altar Místico de São Cipriano são inteiramente gratuitos, sendo expressamente proibido pedir seja o que for a quem procura a orientação espiritual dos sacerdotes do altar, á excepção de missas-rituais expressamente encomendadas para fins de trabalhos místicos e serviços espirituais com intenções específicas.

Nesse caso, apenas se pede que justamente cada um sustente o encargo dos seus próprios rituais, provendo meios para que esses possam ser realizados, e se assim se justificar pelos resultados alcançados, que qualquer lucro seja considerado um donativo ao altar místico de São Cipriano, a fim de prover pelo seu sustento e persecução da sua obra.

Porem, diferente do pagamento de missas, é o donativo que for solicitado ou que seja de livre vontade prestado ao altar, não na qualidade de um pagamento por missas ou celebrações espirituais,  mas apenas como doação ou contribuição de boa vontade á obra do santuário.

O donativo nesses termos, é aceite como esmola ou tributo prestado sem qualquer intuito lucrativo, mas apenas como forma de subsistência do templo nos termos do 4º e 5º destes mandamentos.

Todos os donativos são consideradas esmolas e tributos que auxiliam á subsistência da obra do altar de São Cipriano.

Sobre o donativo, ( que é uma esmola bem intencionada prestada por aquele que procura o auxilio de um santo e de um altar), assim disse Salomão nos seus provérbios:

Quem dá ao pobre, não passará necessidade

Provérbios 28,27

O ensinamento que daqui professamos emanar, é:

Dê, para poder receber, pois apenas que aquele que dá pode receber.

Sobre o devemos fazer quando nos dirigimos a um altar, templo ou santuário procurando o seu auxilio, esta assim escrito:

Trazei o dízimo completo ao meu templo, para que haja alimento na minha casa. Fazei (…) e derramarei sobre vos as minhas bênçãos

Malaquias 3,10

O ensinamento que professamos aqui ser revelado, é:

Quem procura os espíritos, deve prestar-lhes tributo para que no seu templo, altar ou santuário não lhe falte alimento. Fazei por isso dádivas, para que possais depois receber a bênção que esse espírito vos puder dar.

Todas as esmolas e tributos prestados ao altar, ( todos os donativos), são na nossa crença  teologicamente fundamentados nestas revelações..

Os donativos e meras contribuições de boa vontade á obra benemérita e solidária do altar de são Cipriano, que não constituam pagamentos por serviços espirituais, ( mas apenas doações e donativos ao altar), não são passíveis de reembolso, sendo que o subscritor destes serviços assim declara saber, reconhecer  e concordar.

SOBRE O PAGAMENTO DE MISSAS E RITUAIS, CONFORME O CÂNONE 947 DO CÓDIGO DE DIREITO CANONIZO

No altar de são Cipriano, em função dos saberes espirituais de são Cipriano conforme os professamos, celebram-se – como em qualquer igreja ou santuário –  missas esotéricas e rituais em favor de intenções específicas que nos sejam solicitadas.

Assim sendo:

  1. a) Aquele que encomenda missas e rituais com intenções específicas, e para a celebração das mesmas efetua uma contribuição financeira, reconhece estar a contribuir com o seu donativo, tanto para o pagamento das despesas da celebração dos rituais que solicita, como para a subsistência da obra do altar de São Cipriano.
  1. b) Por analogia ao cânone 947do Código de Direito Canónico, (embora o altar de São Cipriano professe um ramo protestante do cristianismo, porem o mesmo reconhece as boas praticas ali descritas nesse cânone), jamais deve a solicitação de celebração de uma missa assumir o aspecto ou revestir-se da forma de um «comercio», ou seja, não constitui o pagamento de uma missa uma contrapartida através da qual a troco de um valor pecuniário se promete a concessão de uma graça.
  1. c) Assim: Um pagamento de uma missa ou ritual, constitui unicamente um pagamento das despesasde celebração daquele rito, e jamais um meio de assegurar a concessão de uma graça dos espíritos, pois que as graças dos espíritos apenas aos espíritos, aos Santos e a Deus cabe conceder, enquanto  que aos membros do altar apenas lhes cabe pedir com fé e conforme os saberes de São Cipriano.
  1. d) Por isso, aquele que solicita missas e rituais ao altar – e realiza por elas um donativo ou contribuição ao altar – assim concorda e reconhece:

d.1) As missas são um instrumento para elevar clamores e pedidos aos espíritos, aos santos e a Deus.

d.2) E porem: se uma missa ou um ritual é uma forma de interceder, de pedir, e de elevar um pedido a Deus,  contudo a missa e o ritual não são porem garantia da resposta que Deus dará na justa medida de dinheiros que forem pagos para celebrar essasmesmeas missas.

d.3) Assim sendo, olhai:

Se o dinheiro serve para custear as despesas com a  celebração de missas ou rituais, já porem o dinheiro não serve para «comprar» os «favores» de Deus, pois que esses serão sempre fruto da FÉ e jamais do DINHEIRO, pois que as missas servem para elevar um PEDIDO a Deus para que depois esse pedido dê bom fruto trilhando um caminho de fé, e não para lhe endereçar dinheiro, nem através do dinheiro assegurar que a Sua resposta será esta ou aquela.

Assim sendo: eis que se depois de celebradas missas ou rituais então um milagre sucede, esse milagre ocorre e é garantido através da FÉ e da resposta de Deus a se trilhar com fidelidade nessa FÉ, e – por isso – nunca o dinheiro poderá garantir um resultado de Deus.

d.4) E dessa forma:

Se dinheiros são necessários para custear as despesas de celebração de uma missa e de um ritual, (pois que a missa e o ritual são uma forma espiritualmente adequada de elevar a Deus um clamor), porem o dinheiro não poderá jamais garantir um resultado de Deus, pois que esse virá sempre como resposta d’Ele á FÉ, querando isto dizer: de se trilhar num caminho de FÉ sem jamais dele desviar nem nele vacilar, e não do dinheiro que no ritual foi gasto.

d.5)

Assim:

Jamais neste altar se recebem dinheiros a título de pagamentos por resultados de Deus, nem neste altar se aceitam dinheiros em troca das graças de Deus, pois que as graças de Deus cabe apenas a Deus conceder e não ao homem, e eis que por isso assim cremos:

Deus responde não conforme o dinheiro investido para celebrar uma missa, mas sim Deus edifica conforme a fé, e Ele tanto poderá responder neste como naquele sentido, conforme se trilhe num caminho de fé com fidelidade a essa fé, e jamais conforme um pagamento de dinheiros.

d.6) E assim sendo, que claramente se saiba que:

se dinheiros são aceites neste altar, eles são-no exclusivamente na forma de contribuições e donativos que servem para custear despesas de missas e rituais, e por isso: jamais dinheiros são aceites neste altar como forma de contrapartida por um resultado de Deus, sendo que isso todo o subscritor destes serviços o aceita e reconhece com clareza.

Assim, jamais e em alguma circunstância são neste altar cobrados dinheiros enquanto uma forma de contrapartida por resultados dos espíritos, pois que os resultados dos espíritos apenas aos espíritos cabeconceder.

d.7) Então:

Quando dinheiros forem aceites pelo altar de são Cipriano, (há exceção de donativos e esmolas livremente contribuídos para a subsistência deste santuário e casa de oração), os mesmos apenas o serão mediante uma encomenda de celebração de missas-rituais, e por isso como um meio de custear as despesas de celebração dessas mesmas missas-rituais com intenções, sendo que por isso destinam-se tais contribuições única e exclusivamente a :

d.7.1-Pagamentos das despesas de missas e rituais, tal como em qualquer igreja são cobradas missas de intenções ;

d.7.2-Donativos, que são aceites como esmola que é um tributo ou um dizimo que permite a subsistência da obra espiritual do altar.

Em resumo:

O altar de São Cipriano é um santuário fundado sobre os pilares de uma fé séria e profunda devoção aos santos, a são Cipriano e a santa Maria Madalena, assim como de crença nos ensinamentos e doutrina oculta de são Cipriano. Assim, o que prometemos é a nossa fé, e o exercício das artes ocultas de São Cipriano, pois apenas a essas podem os espíritos responder, e professamos que respondem sempre e nos termos em que anunciamos na nossa «Mensagem Publica Espiritual» , e nos termos dos nossos «Mandamentos e Estatutos». (vide ponto 3º, 8º, 11º destes mandamentos)

Podereis porem assim afirmar:

«mas eu paguei, e por isso daí em diante não venham cá falar de fé, pois que paguei e por isso  a fé não tem nada que ver com isso, pois que eu paguei !!»

Nesse caso – e se assim pensais – então:

Nem devereis vir a este altar, nem devereis ir a qualquer outro altar,  nem devereis ir a qualquer outro santuário, nem devereis ir a qualquer outra religião de Deus, pois olhai que assim está escrito:

Dois pesos e duas medidas são coisas que Deus detesta

Provérbios 19,10

Pois então:

Não mistureis coisas que não tem mistura, e por isso não mistureis azeite e vinho nas mesmas pipas, pois que um não tem nada que ver o outro.

Assim sendo:

Com certeza que em qualquer altar ou santuário pagareis para que se vos celebrem missas ou rituais, conforme em qualquer igreja se pagam missas quando se as encomendam.

E porem: o dinheiro NADA tem que ver com a FÉ, pois que se o dinheiro é necessário para custear as DESPESAS com a celebração de missas, porem sem fé então a missa não vai dar fruto algum.

Pois então:

Qualquer remedio custa o seu dinheiro para ser feito, e porem de nada vale gastar fortunas num remedio se depois não se for tomar esse remedio da forma certa, e conforme manda a instrução desse remedio.

Por isso:

Podereis pagar as maiores fortunas, que porem nem o melhor médico do mundo vos conseguirá curar se não usardes os seus remédios conforme a bula desses remédios manda usa-los, e conforme o médico vos mandar toma-los.

Da mesma forma: a missa é um instrumento para conduzir um pedido a Deus, e porem em Deus nenhum pedido vai florescer senão pelo caminho da fé.

Assim sendo: a missa é como um elevador que serve para elevar um clamor ao santo e a Deus, e com certeza que para ser feita essa missa e usar-se desse instrumento, logicamente tudo isso implica a sua despesa, e por isso todos esses procedimentos custam dinheiro para serem concretizados.

Já porem: se a missa é um santo instrumento para elevar um pedido aos santos e a Deus, já porem depois de estar esse clamor elevado e por Deus recebido, então daí em diante esse clamor apenas vai dar bom fruto e bom florescimento trilhando no caminho da fé com perseverança – e não noutro caminho – pois que é isso que anunciamos – vide 6 regras dos trabalhos espirituais –  e não coisa diferente.

Pois por isso mesmo, assim está escrito:

Quem fecha os seus ouvidos á Lei, ate a sua oração será detestada

Provérbios 28,9

Pois então: se missa serve para elevar um clamor a Deus, porem é trilhando no caminho da Lei da FÉ que Deus acolhe e faz florescer o fruto da fé, pois acaso não está escrito: «quem fecha os ouvidos á Lei de Deus, então até a sua oração será detestada»?

Pois então: Podereis gastar milhões em missas, fortunas em ofícios, milhares em clamores, ou centenas rituais, que porem se depois disso não trilhardes no caminho da fé a que haveis recorrido, então nenhum fruto colhereis dessa fé, e podereis ate mesmo ver os vossos clamores desprezados, revertidos e invertidos, e isso avisamos com a maior clareza, para a ninguém prejudicar e a todos ajudar sem lesar.

Então:

escutai este AVISO que fazemos com a maior honestidade e clareza, e escutai a este apelo com temor no coração, e assim sendo:

Jamais recorrei de um altar de santo senão indo com fé e para trilhar na fé do santo,  pois que santo é entidade de portento que deve ser lidada com o maior cuidado, pois que lidando com fé e nessa fé trilhando então abrir-se-ão caminhos, e porem da fé desviando e á fé violando então colhereis os maiores dissabores.

8- No cumprimento da sua missão de Intercedência pelos sofredores, seja assim público:

Foram observados dezenas e dezenas de milagres, dezenas e dezenas de graças, bem como dezenas e dezenas de favorecimentos, após dezenas e dezenas de tormentos terem sido entregues ao Altar de São Cipriano.

Por assim ser, atestam os factos que observamos e a nossa fé, que decorrendo da actividade religiosa e mística professada pelo Altar de São Cipriano, dezenas e dezenas de pessoas tem visto os seus tormentos aliviados, e encontrado respostas de favorecimento aos seus desejos neste Altar.

Assim, e em conformidade com a Lei de Liberdade Religiosa, o Altar de São Cipriano procura divulgar esta fé, e fá-lo livremente através de todos os meios ao seu dispor.

A quem recorre ao Altar de São Cipriano afirma-se que a todos aqueles de fé os milagres podem suceder, como já sucederam imensamente no Altar e os nossos olhos assim o testemunharam, bem como o atestaram todos aqueles que ali encontraram resolução das suas aflições.

Também se afirma que cada pessoa pode encontrar diferente intensidade de resposta aos seus pedidos, ou mesmo diferentes tipos de resposta aos seus tormentos, conforme o desígnio das entidades espirituais que operam sobre o tormento de cada um. Apenas aos espíritos cabe a resposta daquilo que aos espíritos cabe responder. A quem procura os espíritos, cabe aceitar com fé as suas respostas.

Afirma-se igualmente que professamos e somos testemunhas que o mundo espiritual pode tocar a vida daqueles que com crença procuram a ajuda dos espíritos.

Também afirmamos que se São Mateus revelou que aos de fé o milagre é possível, ( São Mateus XVII), contudo também foi revelado por São Mateus que nem mesmo o filho de Deus conseguiu operar milagres em Nazaré, tal era a descrença das pessoas daquela terra ( São Mateus XIII). E se devido ou á descrença, ou á maldade, nem o filho de Deus conseguiu a todos auxiliar com sucesso, então nenhum mago pode arrogar-se tal feito. È também verdade, que temos auxiliando com sucesso e prodígios todos aqueles que, observando as instruções do mundo espiritual e actuando com crença, tem depositado os seus problemas nas mãos dos espíritos.

Para alem dos processos espirituais e místicos proporcionados no Altar de São Cipriano realizados com a finalidade de interceder junto das mais poderosas forças espirituais em favor dos que sofrendo ali depositam os seus problemas, também aos que se fazem acudir pela ajuda do Altar de São Cipriano, são dirigidas mensagens de conforto, de fé, de esperança e de motivação positiva, pois tanto na fé, como na firme crença, como na forte motivação positiva, acreditamos que reside uma das grandes e nobres chaves para a abertura dos caminhos da cura dos tormentos humanos, e que sem elas nenhuma graça pode ser alcançada.

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Os processos místicos celebrados no Altar de São Cipriano destinam-se a, através da intercedência junto dos santos, fazer em espírito descer as bênçãos de Deus á  vida de quem ali procurou auxílio, para que elas em espírito operem nos destinos da vida desse sofredor.

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Justificamos esta nossa crença na revelação conforme assim está escrita:

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«São necessários sete dias para a vossa consagração»

Levítico 8,33

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Pois então: cremos que sete dias após a celebração de um auxílio dos santos, eis que o coração de fé estará consagrado aos santos e a Deus, e eis que então a bênção de Deus desce a esse sofredor, e ele será consagrado e abençoado. Cremos por isso que 7 dias demora a consagrar um sofredor a Deus, e que depois desses sete dias,  daí em diante a bênção do Senhor então começará actuando e operando em favorecimento do coração que clamou auxilio.

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Pois então assim cremos, e assim retratamos nesta parábola conforme Jesus falou por parábolas, ou seja:

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A bênção de Deus é como um operário de Deus que está longe de vós e que porem vós chamais, contratais e pedis que venha á vossa casa para vir trabalhar em nosso favor.

E por isso, com a bênção de Deus assim sucede:

O operário que está longe escuta o vosso chamamento, e ele mete pés a caminho para ir para vossa casa, e ele demora 7 dias a chegar á vossa casa, e por isso ao sétimo dia ele chegou, ele bate-vos á porta, ele entra na vossa casa, e ele senta-se no vosso lar para repousar. E no sétimo dia, o operário repousa na vossa casa, e no sétimo ele descansa no vosso lar conforme Deus repousou no 7º dia da Criação. E depois do 7º dia após ele chegar, e após esse 7º dia, então o operário levantar-se-á, e ele arregaçará as mangas, e ele começará trabalhando para vós, e  ele trabalhará pelo tempo que tiver de trabalhar até receberdes a vossa felicidade, e aconteça o que acontecer ele persistirá sempre trabalhando em vosso favor sem jamais desistir nem recuar, e assim sendo eis que o trabalho dele acabará dando o seu fruto no tempo por Deus marcado.

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Assim sendo:  7 dias é o que demora a consagrar um sofredor a Deus, sendo que após esse tempo e dai em diante a bênção de Deus começará operando para abrir caminhos, e eis que os frutos dessas bênçãos ocorrerão no tempo por Deus marcado.

Contudo, se bem que professamos esta crença justificada nas escrituras, também sublinhamos igualmente que os efeitos espirituais das liturgias realizadas podem ocorrer em tempo mais breve que o anunciado, ou verificar-se em tempo mais extenso, dependendo tais efeitos das características de cada assunto, da complexidade de cada problema, e dos desígnios que as forças espirituais invocadas assim ditarem quanto á questão sobre a qual uma Intercedência foi realizada.

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E assim sendo, assim observamos conforme assim está revelado:

Deus disse a Abraão: «Sai desta terra (…) e vai para a terra que Eu te mostrar. Eu farei de ti um grande povo

Génesis 12,1-2

Pois então: Deus prometeu a Abraão uma terra e uma descendência, e Deus cumpriu. E porem: Deus não prometeu «prazos» impacientes, nem «prazos» humanos, mas sim Deus prometeu os «frutos da fé». E por isso: Deus não opera em prazos, mas sim na fé, em espírito, e nos destinos dos homens. E por isso: os frutos da fé ocorrem no tempo por Deus marcado, e não no tempo das impaciências humanas. E por isso: se bem que professamos em 6/7 dias a bênção de Deus desce ao coração de fé conforme desceu a Jesus no momento do seu contato espiritual com os espíritos de Moisés é Elias – Mateus 17,1-3 – porem também cremos que depois da bênção descer naquele que a clamou, então daí em diante – depois de descer – então dai em diante a bênção de Deus começará paulatinamente operando, e assim operará – paulatinamente – bolindo passo a passo e edificando degrau a degrau conforme os desígnios e a sabedoria do Senhor, e por isso ela trabalhará pelo tempo que tiver de persistir e pelos caminhos que tiver de perseverar, e assim sendo ela trabalhará e insistirá – sem jamais recuar, nem cessar, nem desistir – até dar fruto desejado, e porem: o fruto de Deus florescerá – sempre – no tempo por Deus marcado, e apenas nesse tempo, e jamais noutro tempo que não aquele por Deus marcado.

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Por último, saiba todo aquele que procura auxílio no mundo espiritual, que apesar da maior fé e empenho de um sacerdote numa feitiçaria, ou encantamento, ou intercedência, porem essas apenas produzirão o seu fruto se Deus assim o permitir, pois olhai que assim está escrito:

Balaão respondeu:

«Eu já havia dito aos teus mensageiros (….)

mesmo que Balac me dê um palácio cheio de ouro e prata, eu não poderei ir contra a ordem de Deus,

fazendo o bem ou o mal por conta própria»

Números 24;10-13

Assim se revela que aquele que como Balaão e são Cipriano pratica as artes do espírito, apenas poderá produzir o seu prodígio se Deus assim o permitir, e por isso não haverá nem magia branca que floresça se Deus não permitir, nem magia negra que dê frutos se Deus não quiser.

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Dessa forma a todo aquele que recorre á magia negra ou branca assim se diz: «está sempre nas mãos de Deus», pois que quando Deus não quer nem o Diabo se mexe, pois assim está escrito na obra de são Cipriano:

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«(…) Disse o demónio –  Infelizmente nada possa fazer contra o Deus todo poderoso (…) que se quiser poderá nos impedir de qualquer movimento»

 Obra de S. Cipriano – Pag 22, Capitulo «Nascimento, vida e Morte de S. Cipriano; Cipriano e Clotilde»

Pois assim se sabe e ensinou são Cipriano:

Todo o tipo de espíritos estão sob o comando de Deus, e por isso seja na magia branca ou na magia negra eis que com Deus todos os prodígios são possíveis, e porem sem Deus ou contra Deus não há prodígio possível.

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E por isso mesmo, sobre os poderes mágicos da obra de são Cipriano, assim diz a obra de são Cipriano:

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«(…) os manuscritos que ele escrevera e os apontamentos da bruxa Èvora, botou-os no fundo da sua grande arca, pois, apesar de não terem sido fortes o suficiente contra Deus(…), os reconhecia de portentoso valor»

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Obra e vida de S. Cipriano, extraída do Flos Sanctorum

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Pois então: contra Deus não há quem possa nada, e porem se maior remédio existe então ele está nos poderes de são Cipriano.

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E porem: Acautelai-vos sempre, pois que se Deus não quiser, nem são Cipriano pode edificar magia branca ou negra onde Deus mandar, e assim ensinou são Cipriano.

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E por isso: sempre que clamardes ajuda na magia negra ou magia branca, eis que a resposta a toda a magia estará sempre nas mãos de Deus, e Deus decidirá, e por isso a resposta será definitiva e poderosa,  e disto não há escapatória alguma. E assim sendo: se ao mais poderoso meio magico desejais recorrer, então ei-lo, e porem prudência e cautela se vos recomenda, pois que assim opera na verdadeira magia, e por isso ela tanto é do maior poder, como deve ser ponderada e jamais usada em assuntos levianos, imponderados, ou impensados.

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O Altar de São Cipriano, também assim acredita e espalha a sua fé nos seguintes postulados:

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-Não cremos que o ser humano em toda a sua unidade de corpo e alma, foi gerado para uma existência de sofrimento resignado, mas sim para evoluir e alcançar felicidade, sabedoria e elevação a todos os níveis.

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-Acreditamos que a busca da sabedoria, da evolução e da felicidade, é um direito inalienável de todo e qualquer ser humano, e por isso acreditamos que essa busca pela evolução e felicidade deve ser uma das mais importantes missões da sabedoria espiritual, religiosa e mística.

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-Acreditamos nos valores da sabedoria, do misticismo e da fé, que sendo aplicadas ao serviço do ser humano, podem abrir portas á busca dessa felicidade.

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– Por todo o exposto, no Altar de São Cipriano não nos resignamos, e não acreditamos que tenhamos de ficar parados mediante o tormento, aceitando mansamente a dor, vivendo em eterno e passivo sofrimento, pois não cremos que seja nessa postura espiritual que reside a evolução espiritual.

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– Cremos ao contrário, que todos nós nascemos para alcançar algo positivo neste mundo, pois a isso nos destina o mundo espiritual.

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– Acreditamos que intercedendo misticamente junto das grandes forças espirituais, assim como vivendo em sintonia com as suas sabedorias esotéricas e actuando através dos grandes ensinamentos ocultos, podemos ser favorecidos com enormes oportunidades para conquistar evolução e felicidade.

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– Acreditamos que assim o devemos fazer em favor de todo aquele que comunga destes ideais, e que assim entrega consciente e livremente o seu tormento ao nosso auxilio.

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– Aos que procuram uma solução espiritual honesta, espalhamos a fé nas forças do oculto, da magia e do espírito, bem como nos saberes de São Mateus e São Cipriano, afirmando que professamos que a acção do Altar de São Cipriano já semeou milagres em dezenas e dezenas de vidas, que se viram agraciadas com nobres e bons favorecimentos.

9- A quem serve o Altar Místico de São Cipriano, assim estes mandamentos seguirá:

s sacerdotes fiéis servidores do Altar de São Cipriano, efectuam, respeitam e defendem o seguinte juramento de conduta:

«Perante Jesus Cristo e os espíritos ancestrais, entre os quais aqueles das divinas sibilinas, bem como diante das forças celestiais de Hecate, Vénus, Saturno e Júpiter , e também atento aos ensinamento de São Mateus,  juro que servirei com fé e devoção a São Cipriano, assim como ao mundo dos espíritos e aos ensinamentos do ocultismo.

Foram magos, aqueles que presenciaram a vinda de Jesus ao mundo, quando todos os demais ou o ignoravam, ou procuravam a sua morte. Foram magos, aqueles que guiados pelas constelações e pelas estrelas encontraram o santo menino. Foram magos,  aqueles que antes de todos os outros testemunharam e celebraram a vinda de Jesus ao mundo e a sua boa-nova, quando o mundo ainda desconhecia tal mistério. Foram magos, aqueles que lidando com as forças do mal de Herodes, fizeram o bem. Foram magos, que ouvindo os espíritos, salvaram a vida daquele que viria a ser o salvador de vidas. Assim são  Mateus nos ensina, e assim neste juramento nos obrigamos a honrar e respeitar.

Juro também que, no âmbito do meu sacerdócio no Altar de São Cipriano, procurarei ajudar todo aquele que sofre , e fazendo assim agirei com entrega, fé e dedicação, procurando o alívio dos seus tormentos, na medida de todo o meu melhor saber.

Ensinarei sem reserva as minhas artes místicas, magicas e ocultistas aos que me sucederem no Altar de São Cipriano, contudo também jurarei manter oculto todo o saber secreto e místico que possuo, apenas o transmitindo aos merecedores, e mantendo-o fora da esfera dos que não são iniciados no mundo espiritual e os seus saberes mais profundos.

Juro manter em segredo todas as confissões e todos os demais assuntos que ouvir, ler ou tomar conhecimento em virtude do meu exercício de fé no Altar de São Cipriano. Juro igualmente tudo fazer para com verdade, defender a honra do Altar de São Cipriano, a sua fé e as suas nobres praticas espirituais.

Juro que manter-me-ei longe de causar qualquer dano voluntário ou em consciência a quem procura meu auxílio e remédio; que procurarei evitar conselho que leve ao dano de quem me procura;  que aplicarei todo o auxilio espiritual que no meu entendimento for favorecedor do alivio dos tormentos de quem me procurar;  que transmitirei mensagens de fé, confiança e esperança no futuro e na obtenção de melhoras quanto aos tormentos de cada um; que a todos dentro das minhas humanas possibilidades atenderei e ouvirei sem discriminação e nada pedindo em troca; que não insistirei sobre caminho que se venha a verificar ser danoso; e que tudo isso farei não sem imperfeição pois humano sou, contudo tentando cumpri-lo sem macula, porquanto dentro da mais elevada medida do meu esforço, consciência e saber.

Que São Cipriano, os divinos espíritos das sábias Sibilias, os ensinamentos de São Mateus, e as grandes forças espirituais ancestrais de Hecate, Vénus, Saturno e Júpiter, assim me ajudem na prática fiel deste juramento.»

juramento acima descrito, constitui o fundamento do sacramento espiritual que constitui o Código – Deontológico que regula a actuação dos fieis servidores do Altar Místico de São Cipriano. Toda a conduta ética e profissional daqueles que servem o Altar Místico de São Cipriano, é assim regulada e orientada de acordo com estes princípios deontológicos, que assim asseguram uma rigorosa e irrepreensível garantia de idoneidade.

Sacerdote do Altar de São Cipriano, é todo aquele que, sendo instruído nos segredos e saberes místicos, mágicos e esotéricos  de São Cipriano conforme os ensinamentos prestados no Altar de São Cipriano, ali completar com aproveitamento a sua formação religiosa e ocultista, e solenemente se comprometer a  cumprir, respeitar e defender o juramento expresso no 9º destes estatutos.

Saiba-se também que para alem do Juramento prestado pelos Sacerdotes fiéis servidores do Altar de São Cipriano, ( por via do qual se comprometem os mesmos ao Sacramento Espiritual do Altar), não se arrogaram os sacerdotes do Altar de São Cipriano como videntes, mas sim e apenas como homens de fé.

Da mesma forma:

Não se anunciam os servidores do altar por isso nem como profetas, pois profetas não são, mas apenas fieis devotamente crentes em são Cipriano, santa Maria Madalena e Nosso Senhor Jesus Cristo. Tambem não se anunciam os fieis servidores do altar  como pretensamente detentores de qualquer poder sobrenatural duvidoso, mas tão e somente enquanto homens de fé, cujo o seu único instrumento é a sua fé e a sua crença tanto nos ensinamentos de são Cipriano, como na Bíblia.

Em conformidade com a Lei nº 16/2001 de 22 Junho sobre «Direitos individuais de liberdade religiosa» ninguém é obrigado a revelar a sua confissão religiosa, nem por ela pode ser julgado, nem pela mesma pode ser perguntado, nem pela mesma será discriminado, nem em razão dela pode ser forçado a expor as suas publicamente as suas crenças religiosas. Assim, todos os sacerdotes do Altar de São Cipriano reservam-se o direito de apenas revelar a sua confissão e pratica religiosa neste Altar, se assim a sua consciência o ditar. O Altar, obriga-se a igualmente a respeitar a consciência e vontade dos seus membros, fiéis e simpatizantes, no que respeita ao seu anonimato.

10- A quem deseja visitar o Altar Místico de São Cipriano, e quanto ao seu acesso, assim estes mandamentos e estatutos indicam:

O altar de são Cipriano é altar PRIVADO de culto de santo PRIVADO, sendo que o seu acesso é restrito e condicionado aos irmãos da Santa Irmandade do Caminho dos Santos.

O acesso ao altar quando permitido, será sempre condicionado ao Mandamento que ordena conforme assim está escrito:

Aos que estão de fora, tudo se lhes propõem em parábolas, para que os olhem mas não vejam, escutem mas não compreendam

Marcos 4, 11-12

Pois assim:

Certos saberes aqui praticados, são-no apenas pelos irmãos deste altar, pois que outros que os desconhecem não devem ir saber e meter mão naquilo que não conhecem, com grave prejuízo para si mesmos e para outrem.

Assim sendo, assim se declara:

Este altar é uma casa de oração seria, e da prática séria da fé e dos segredos do espírito.

Assim sendo:

O altar de são Cipriano – e todos os terreiros de santo fechados de sua pertença – são espaços de «fé séria» e de lidação no «oculto segredo do santo» que é «segredo» que está conservado há 2.000 anos no maior segredo, e por isso:

Os espaços privados do altar e da Ordem do Caminho dos Santos não são por isso – logicamente – nem «casa» de «espectáculos» aberta ás «curiosidades» do «publico», nem a «espectadores».

E assim sendo:

Os saberes praticados no altar de são Cipriano, são-no apenas pelos irmãos deste altar, pois que outros que os desconhecem não devem nem ver, nem saber, nem ali meter a sua mão.

E assim sendo, olhai que – em boa verdade dizemos – assim se pode ler na obra de são Cipriano:

Vou ensinar-te uma receita (…) mas guarda de a divulgardes, porque te pode ser fatal

Obra de são Cipriano, capitulo «forças e poderes ocultos», versando sobre «trabalho infalível», capitulo 19, Pag 314

Pois então:

O que é praticado em são Cipriano deve sê-lo no maior segredo, com o maior segredo, e – sempre – salvaguardando o maior segredo, ou se o segredo for quebrado então as consequências podem ser fatais tanto para quem pratica o segredo de são Cipriano, como para quem o encomenda.

E por isso:

Não se brinca com o fogo, pois ele queima quem não sabe lidar com ele.

E assim:

Não brincamos com assunto sério, e a linha de são Cipriano é assunto serio.

E por isso:

Ninguém JAMAIS vem a altar de santo nem para ver, nem para olhar aquilo que não lhe cabe nem ver, nem olhar, nem saber – senão aos sacerdotes do altar de santo – pois não deve aquele que desconhece segredos ir – implausivelmente – meter a mão onde não deve, com grave prejuízo para ele e para outros.

Pois então, assim se declara:

O acesso ao altar – ou a qualquer um dos terreiros de santo fechados da sua pertença – é apenas liberado – pontualmente – em situações nas quais alguém – a convite do Conselho de Anciões do Altar – nas quais alguém exterior ao altar seja expressamente convidado a aliacessar, porquanto seja essa pessoa considerada apta para assistir ao ensinamento do santo, e/ou que esteja sendo convidada a ingressar na irmandade do caminho dos santos.

Pois por isso mesmo, neste altar assim se cumpre conforme assim está escrito:

Jesus disse:« (…) deste modo, aquele que semeia alegra-se com aquele que colhe. Na verdade, (…) um semeia, outro colhe

João 4,34-37

Pois então:

Aos irmãos do altar cabe semear e por isso cabem-nos os segredos e os saberes de quem planta.

Por outro lado:

A quem procura ao santo, cabe colher o fruto semeado.

E assim sendo:

Assim fazendo, então alegram-se os corações, pois que se cumpre este mandamento, e não anda um fazendo a missão do outro.

11- A quem procura o auxílio do Altar Místico de São Cipriano, e quanto aos seus serviços, assim esse ou essa , saiba e concorda:

Virá ele ou ela ao Altar de São Cipriano, em busca da orientação dos espíritos para obter o favorecimento da felicidade no assunto desejado, procurando no Altar uma fonte de Intercedência mística e esotérica dos seus sacerdotes junto de forças espirituais, sobre os assuntos ali confiados. Muitas e muitas pessoas assim procedendo, viram a felicidade conquistada, e encontraram milagres no amor, na família, no casamento, nos negócios, no trabalho e na fortuna.

Aquele/a que procura a ajuda espiritual prestada através da sabedoria e praticas celebradas no Altar Místico de São Cipriano, deverá em todos os momentos dizer sempre, rigorosa e inteiramente a verdade, e apenas a verdade, tanto sobre a situação sob tratamento, como sobre todas as demais informações que lhe forem solicitadas e que contribuam para o correcto acompanhamento místico do assunto. A omissão de informação, ou a declaração de informação errónea, seja no decorrer da preparação de um processo místico, seja no decorrer de um tratamento espiritual, pode induzir ao engano e a praticas místicas erradas, o que por sua vez pode lesar irremediavelmente os processos espirituais. Desse facto podem advir danos e prejuízos tanto para quem conjura forças espirituais, como para quem beneficia do auxílio dessas mesmas forças.

Aquele/a que procurar o auxílio esotérico e espiritual dos saberes ocultos do Altar Místico de São Cipriano, deverá observar e cumprir com rigor todas asinstruções que lhe foram providenciadas sobre o seu tratamento espiritual e místico. No decorrer de um processo místico, o incumprimento das regras ou instruções providenciada pelos sacerdotes e magos do Altar de São Cipriano, pode conduzir a perdas marcantes ou efeitos negativos que a ninguém se desejam, e por isso assim se anuncia. Se bem que o mundo espiritual não seja visível, não é por isso que ele não nos pode atingir caso violemos as suas leis, pois também ao vento também os olhos não vêem, e contudo o seu poder pode destruir florestas e montanhas de um só alento. Trate-se por isso o mundo dos espíritos, com respeito e temor, e dele assim poderemos receber a realização dos nossos sonhos.

Procurará ele ou ela, no Altar de São Cipriano, a abertura de portas, o desbloqueio de caminhos, e a criação de oportunidades que favoreçam os seus desejos. Aos espíritos cabe abrir portas e conceder oportunidades, sendo que a cada um de nós cabe usufruir prudente e sabiamente dessas mesmas oportunidades. Os espíritos não farão nascer pedras a partir de videiras, nem figos a partir de espinhos, nem uvas a partir de serpentes, nem pão a partir de escorpiões. Cada árvore, dá o seu fruto, e pelo fruto conhecemos a arvore. O fruto do verdadeiro milagre, é abertura de um caminho antes fechado. Os espíritos farão vir ás nossas mãos as boas sementes, sendo que depois cabe-nos plantar essas sementes com árduo trabalho diário, e assim lutando com esforço e sabedoria, fazer por colher bom fruto. Os espíritos farão bons ventos e favoráveis marés trazer abundante cardume de peixe ás nossas redes, mas cabe-nos usar as redes com prudência e sabedoria, para não afugentar o peixe e sabe-lo assim pescar sabiamente. Os espíritos entregar-nos-ão a boa farinha, mas cabe-nos a nós coser o pão com arte e sabedoria, de forma a não o arruinar, e termos boa ceia posta na mesa. Os espíritos favorecerão boa colheita de uvas, mas cabe-nos a nós fazer boa vindima e usar a uva com sábio trato, a fim que dela se obtenha vinho bom e não azedo. Quando pedimos aos espíritos ajuda na vida financeira, eles não farão chover dinheiro do céu, mas antes concederão oportunidades para que você possa conseguir os seus sonhos. Depois, cabe a cada um lutar afincadamente para fazer uso das oportunidades concedidas. Quando pedimos aos espíritos ajuda no amor, eles não farão nem homem amado, nem mulher amada, cair do céu para os vossos braços, mas antes eles concederão oportunidades de conquista do amor desejado. Depois, cabe a cada um fazer um sábio e empenhado uso dessas oportunidades, para assim conquistar o seu sonho. Os espíritos abrem caminhos antes fechados, e concedem oportunidades. Esse, e apenas esse, é o trabalho dos espíritos. Os espíritos na sua sabedoria e poder, abrirão as portas quando e como entenderem, e uma vez abertas, apenas a vós cabe o papel de entrar por essas portas de forma sabia. Fazei-o, e sereis contemplados com vitória.

12-Sobre a honestidade, transparência e lealdade dos serviços do Altar Místico de São Cipriano:

São estes os 12 os Mandamentos do Altar de São Cipriano, o Altar que a dezenas e dezenas de milagres tem assistido.

A  todos aqueles que procuram o auxílio espiritual do Altar de São Cipriano, estes 12 mandamentos são claros, honestamente divulgados e transparentemente descritos por todos os meios públicos.

Aos 4 ventos estes 12 mandamentos são divulgados, e por todos os meios descritos, a fim que a nossa fé seja divulgada de forma honesta, fiel e isenta de ignorância.

Ninguém por isso poderá alegar desconhecer estes mandamentos, e no Altar encontrar motivo de engano.

Sobre a acção de Deus nas nossas vidas, e como ela opera seja por bênçãos, (magia branca), ou maldições, (magia negra), assim está revelado:

A esperança jamais é falsa, pois que está escrito que «a esperança não engana», (Romanos 5, 3-5), e a esperança deve ser edificada nos corações dos homens, pois que Deus, é o «Deus da esperança», (Romanos 15,13), e as escrituras revelam por fim que a esperança «é como ancora para nossa vida», (Hebreus 6, 19-20), pelo que exortar á esperança na recompensa que provem dos santos de Deus e de Deus através da fé que abunda num coração, é exortar a Deus e aos caminhos de Deus.

O que é a profissão da fé, e a missão dos que vivem semeando a fé na obra e nos prodígios dos santos de Deus e em Deus:

Sem vacilar mantenhamos a profissão da nossa esperança, pois é fiel Aquele que faz a promessa [ e que é Deus]

Hebreus 10, 23

A profissão da fé, é a profissão da «esperança», e é na verdade a profissão da «esperança» na «promessa» dos santos de Deus e de Deus. Por isso em duas coisas cremos: nos santos de Deus e em «Deus»; e em que Deus cumpre sem falhar todas as «promessas» que faz ao homem que tem fé no seu coração. E isso mesmo procuramos exortar em todos aqueles que procuram um santo de Deus e a Deus, exortando em todos eles a mensagem da «esperança» na recompensa de Deus, pois que essa é a missão daquele que opera na fé, conforme assim o anunciam as escrituras

© Constituição, fundação e estatutos conforme «Manifesto Doutrinário», constante de registo em ofício 5244-MC; averb. Reg nº 5847/2009

Algumas notas adicionais a estes estatutos:

Assim está escrito:

As nações que vais conquistar, ouvem astrólogos e adivinhos. Deus não permite que faças isso. Deus fará surgir, dentre os teus irmãos, um profeta

Deuteronómio 18,14

Pois assim cumprimos, pois que não damos ouvidos a adivinhos nem praticamos adivinhações. Ao contrario, somos devotos e crentes nos santos Deus de Deus,  como foi Moisés, que era profeta e era um santo do Senhor, e como foi são Cipriano que é um santo do senhor, e como é santa Maria madalena que é uma santa do senhor. Nesses sim entregamos a nossa fé, e por através do seu intermédio procuramos invocar as bênçãos ou as maldições de Deus para auxiliar aquele que as procura em Deus e nos seus santos.

Também assim está escrito:

Não deixarás viver aquela que pratica magia

Êxodo 22,17

Pois que não praticamos «magia», mas sim procuramos as bênçãos ou maldições de Deus através dos santos de Deus, tal como através de Moisés e Balaão, ( que foram santos de Deus, como o é são Cipriano), as maldições e as bênçãos de Deus se fizeram sentir neste mundo.

E se de «magia» se fala na nossa doutrina, eis que ela se fala observando aquilo que assim esta escrito:

Tendo nascido Jesus (…) alguns MAGOS do Oriente chegaram e perguntaram: «Onde está o rei dos judeus recém-nascido? Nós vimos a sua estrela no oriente, e viemos para Lhe prestar homenagem»

Mateus 2,1-2

Mais assim está escrito:

E a estrela que tinham visto no Oriente, ia diante deles, ate que parou sobre o lugar onde estava o Menino. Ao verem de novo a estrela, OS MAGOS ficaram radiantes de alegria. Quanto entraram na casa, viram o menino com Maria, sua Mãe. Ajoelharam-se diante d’Ele e prestam-lhe homenagem. Depois, abriram os seus cofres e ofereceram presentes ao Menino: ouro, incenso e mirra.

Mateus 2,9-11

E mais,  também assim esta escrito:

Avisados em sonho para não voltarem a Herodes, regressaram á sua terra (…) Depois que os MAGOS partiram, o Anjo do Senhor apareceu em sonho a Jose e disse-lhe:«Levanta-te, toma o Menino e sua Mae e foge para o Egipto»

Mateus 2,12-13

Foram 3 magos, aqueles que Deus escolheu para presenciar a abençoar o nascimento de Jesus, e foram 3 magos a quem Deus deu o sinal da estrela de Belém, e foi sobre 3 magos que o espírito de Deus desceu para com eles falar, anunciando-lhes forma de proteger o Menino das más intenções de Herodes.

Pois se de magos se fala na nossa doutrina, é neste sentido e quanto a isso apenas diremos o que está escrito:

«Qui potest capere, capiat»

  1. Mateus 19,12

E isto o dizemos, pois assim esta escrito na obra de são Cipriano:

«Como diz são Cipriano na sua obra secular: Rogo pois, de todo o meu coração, aos praticantes que estudem com atenção estas instruções, para não se exporem ás maldições do Criador, isso, porque havemos de notar que tudo quanto fazemos é em nome de Jesus Cristo»

Obra de são Cipriano; Instruções a todos os religiosos, Pag. 36

Pois que assim não praticamos a «magia» em nome da «magia», mas se a praticamos é apenas em nome de «Deus»; nem praticamos a «magia» para adorar ou venerar a «magia», nem qualquer falso ídolo, mas apenas a praticamos venerando os santos de Deus, adorando a Deus, temendo a Deus e amando Deus com fidelidade, pois apenas d’Ele pode provir o mistério do espírito. E por isso apenas em Deus se justifica tanto a nossa acção ao procurar as suas bênçãos ou maldições, como o resultado da nossa obra, pois que essa vem sempre de Deus e da sua resposta ao nosso clamor.

Sobre a Missão dos que trabalham no altar de são Cipriano

Assim está escrito:

Que os homens nos considerem servidores de Cristo e administradores dos mistérios de Deus

1 Coríntios 4,1

Pois assim procuramos cumprir no altar de são Cipriano, servindo á devoção dos santos de Deus, ao mesmo tempo que administrando os mistérios de Deus, ou seja, os mistérios do espírito, os mistérios do oculto, os mistérios da espiritualidade e os mistérios dos segredos da espiritualidade conforme a doutrina do «caminho dos santos»

….

6 Regras sobre os trabalhos espirituais, conforme a obra de são Cipriano

1º Ensinamento: sobre a fé.

Sobre a fé, na obra de são Cipriano podemos ler:

«O espírito mau segredou-lhe ao ouvido: tens ainda pouca fé no meu poder, e é por isso que não achas as pedras de que te falei.»

Obra de são Cipriano, «Enguerimanços de são Cipriano ou prodígios do Diabo», capitulo 4º, pagina 251

Assim se fica sabendo que apenas tendo fé no espírito, é possível do espírito retirar a sua obra.

Então:

Se vierdes a um caminho de fé para depois não trilhardes nessa fé conforme esse caminho de fé professa, então dessa fé nenhum fruto colhereis senão amargo fruto.

E porem: Se a um caminho de fé vierdes para depois nessa fé trilhardes conforme nessa fé se professa trilhar, então dessa fé colhereis o bom fruto da fé.

Então: Trilhai numa fé com fé elevada e sem jamais nessa fé vacilardes nem dessa fé vos desviardes, para dessa fé colherdes o seu bom fruto de fé.

Olhai por isso: Abraão esperou o tempo que Deus marcou para que a promessa de Deus se cumprisse, e ele tivesse o seu desejado filho Isaac. (Romanos 4,18-21 – Génesis 12, 1-2;4;7. 21,5) Da mesma forma: Moisés trilhou no deserto pelos caminhos e pelo tempo que Deus marcou, até que a promessa de Deus se cumprisse, e então ele visse o seu povo entrar na terra prometida. (Deuteronómio 8,2)

E porem: nem Abraão nem Moisés vacilaram na fé, e nenhum deles se perdeu nem em dúvida, nem em impaciência, nem em descrença, e por isso:

Em Abraão e Moisés se cumpriu a promessa de Deus, e ela não falhou!, como jamais falha naquele que trilha conforme Abraão e Moisés trilharam.

Pois por isso anunciamos: a obra de Deus ocorre sempre – e ela jamais falha ! – e porem: ela não floresce senão trilhando no caminho da fé, e jamais fora dele.

2º Ensinamento: sobre a paciência

Sobre a paciência, na obra de são Cipriano podemos ler:

«[Implorou Siderol]: perdão, perdão, Lúcifer (…)

[Respondeu Lúcifer]: não te disse já, (…), que na minha lei também é preciso ter paciência? »

Obra de são Cipriano, «Enguerimanços de são Cipriano ou prodígios do Diabo», capitulo 8º, pagina 260

Assim se fica sabendo que se desejamos entregar os destinos de um assunto ás mãos de um espírito, então assim o façamos para que o espírito dele se encarregue e por ele providencie. Porem, se não temos fé e paciência para entregar o destino desse assunto ás mãos de um espírito, e tendo-lhe entregue o assunto ainda assim persistimos em tomar o assunto em nossas mãos, então de que serviu entregar o problema ás mãos do espírito se persistimos ainda assim em tratar dele pelas nossas mãos? Uma vez entregue um assunto ao espírito, deixai então que ele trate do problema pelas suas mãos e não pelas nossas, porque das nossas mãos mortais nada colheremos, e sabendo deixar operar as mãos de um espírito ele assim vos dará a chave que abre a porta que não se vos abre.

3º Ensinamento: sobre a sacrifico

Sobre sacrifico, na obra de são Cipriano podemos ler:

«Para que gozes da minha protecção, é necessário que faças algum sacrifício»

Enguerimanços de são Cipriano ou prodígios do Diabo, capitulo 7º, pagina 260

Pois assim sabemos que nenhum milagre, nem nenhum prodígio, nem nenhuma protecção do espírito cairá do céu sem algum sacrifício. E porem, esse sacrifício aliado á fé, será então o grão de areia que fará a montanha mover-se a vosso favor.

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4º Ensinamento: sobre Deus

Sobre Deus, assim está escrito na obra de são Cipriano:

«(…) Disse o demónio –  Infelizmente nada possa fazer contra o Deus todo poderoso (…) que se quiser poderá nos impedir de qualquer movimento»

 Obra de S. Cipriano – Pag 22, Capitulo «Nascimento, vida e Morte de S. Cipriano; Cipriano e Clotilde»

Por isso assim se sabe que aquilo que Deus aceitar firmar Ele firmará, porem aquilo que Deus não aceitar decretar Ele não decretará, e esta é a lei. Assim ensina são Cipriano que quando desejais a mais forte das magias, lembrai-vos de Balaão e de são Cipriano, e assim não caia o vosso apelo em orações fúteis e fé mal guiada, mas antes dirigi-vos a um altar onde os santos de Deus são venerados, pois que apenas através de um santo de Deus podereis obter permissão para que tanto anjos, ( magia branca), como demónios, ( magia negra), actuem em vosso favor, pois que apenas através da autoridade de Deus se podem tais prodígios firmar, e todo o santo de Deus apenas a Deus clama para abrir caminhos, seja na magia branca, ou na magia negra.

5º Ensinamento: sobre a oração

Sobre a oração, assim está escrito na obra de são Cipriano:

«A oração é o meio que o homem tem para comunicar-se com Deus e com os espíritos»

Obra de S. Cipriano Pag 391

Pois assim se sabe que é na oração, proferida com fé numa casa de oração e num altar dedicado a um santo de Deus como é são Cipriano, em que muitas orações se juntam clamando em todo o seu poder, que todos os prodígios são possíveis, e fora da oração e da fé expressas numa casa de oração e num altar de um santo de Deus, pouco será alcançado pois que assim são Cipriano ensinou.

6º Ensinamento: sobre as instruções

Sobre o cumprimento das instruções de um trabalho espiritual, assim diz a obra de são Cipriano:

«Cumpridas as instruções de Lúcifer, Cipriano pode então apossar-se de Elvira, como pretendera»

Obra de S. Cipriano, Pag 20, Capitulo «Cipriano e Elvira»

Pois assim se sabe que apenas cumprindo com rigor as instruções de um espírito, então será possível colher o fruto da acção desse espírito. Respeitai a instrução e podereis ter o benefício do espírito, porem desrespeitai a instruções do espírito e nada vos será dado, mas apenas tirado.

Em resumo: o ensinamento geral sobre os saberes de são Cipriano

Sobre os saberes de são Cipriano, assim diz a obra de são Cipriano:

«(…) os manuscritos que ele escrevera e os apontamentos da bruxa Èvora, botou-os no fundo da sua grande arca, pois, apesar de não terem sido fortes o suficiente contra Deus(…), os reconhecia de portentoso valor»

Obra e vida de S. Cipriano, extraída do Flos Sanctorum

Eis por isso que são portentosos e valorosos os saberes de são Cipriano, e se os usais conforme estas 6 regras, eis que eles vos responderão sem falhas, e sempre conforme estes 6 ensinamentos aqui revelados por são Cipriano.

 

Outros 4 ensinamentos da obra de são Cipriano:

1- Sobre a magia, sobre o mundo do espírito e sobre Deus, assim está escrito na obra de são Cipriano:

[respondeu são Cipriano] Amanha, á nona hora, vai ter comigo ao templo dos cristãos, que te apresentarei ao presbítero Eugénio, para que te dê as aguas lustrais, e logo te direi o segredo que torna essa magia infalível (…)

De manha estando [ são Cipriano]  na igreja com o presbitério, viu entrar a bruxa que correu a beijar os pés do sacerdote. Em seguida foi baptizada, e no fim da cerimónia chamou-a Cipriano e deu-lhe um pergaminho quadrado onde estava escrita a seguinte oração: «faz 3 vezes o sinal da cruz (…)» (…) Logo que a feiticeira acabou de rezar a oração (…) o duque vestiu o fato defumado pela bruxa, prostrou-se aos pés da duquesa a pedir perdão pelas suas leviandades. No dia seguinte, tirou um olho á amante e desprezou-a

Obra de são Cipriano; forças e poderes ocultos do ódio e do amor; capitulo 16º; Pag. 311

Ensina são Cipriano na sua obra que a oração, e o sinal da cruz, ( ou seja: o poder de Deus), é a chave que faz a magia operar os seus prodígios, e que se alguma magia for infalível ela apenas o é se o poder de Deus a firmar e sustentar;

E assim, eis que são Cipriano ensina que essa, ( a fé na oração e Deus),  é a chave para Deus poder aceitar firmar aquilo que é clamado, rogado e pedido numa magia, feitiço, conjuro ou encantamento, ensinando também que é em Deus que reside o poder de qualquer prodígio de magia branca ou negra, ou seja, de bênçãos ou maldições.

2- Em assuntos de amor ou de família, assim está revelado na obra de são Cipriano:

Pelas chagas de Cristo, juro que (…)  se faço isto é pelo muito amor que lhe consagro e para que não tome afeição a outra mulher

Obra de são Cipriano; forças e poderes ocultos do ódio e do amor; capitulo 1º

Pois assim se fica sabendo que quem procura magia branca ou negra em assunto de amor, se o fizer por bem e por amor, então não está ofendendo a Deus e está apelando ao seu imparável poder.

3- Em assuntos de males malignos que afectam as vidas do sofredor e lhe trazem apenas contratempos, padecimentos e tribulações, assim está revelado na obra de são Cipriano:

Os verdadeiros e eficazes remédios são os de que usa a igreja, e estes são: o sinal da cruz; a invocação dos santíssimos nomes de Jesus e Maria; os exorcismos; os jejuns; as orações; as esconjurações; as relíquias de santos; a bênção das casas; aspersões de água benta

Obra de são Cipriano; Remédios contra os espíritos; Pag 272

Pois assim se conhecem os verdadeiros remédios que no altar de são Cipriano são usados para ajudar todo aquele que vê a sua vida destruída pelo mal e o maligno que brota dos maus corações

4- Sobre como são Cipriano actua em Cristo e na cristandade, assim está escrito na obra de são Cipriano:

Socorro-te porque a minha religião que é a cristã, diz que todos são filhos do mesmo Deus Omnipotente, e que não se deve perguntar as crenças ao irmão que sofre (…) Sou Cipriano, o antigo feiticeiro, mas logo que senti a água do baptismo, não posso mais usar da magia; mas já que é para o bem e alcanço uma alma para a cristandade, dir-te-ei o modo como se faz essa coisa que em vão tens preparado

Obra de são Cipriano; forças e poderes ocultos do ódio e do amor; capitulo 16º;pag311

Pois assim se sabe que são Cipriano agiu como são Paulo, que assim escreveu:

Com os judeus, comportei-me como judeu, a fim de ganhar o maior número possível; com os que estão sujeitos á Lei, comportei-me como se estivesse sujeito á Lei (…) a fim de ganhar aqueles que estão sujeitos á Lei. Com aqueles que vivem sem Lei, comportei-me como se vivesse sem a Lei (…) para ganhar aqueles que vivem sem Lei. Com os fracos tornei-me fraco, a fim de ganhar os fracos. Tornei-me tudo para todos, a fim de salvar alguns a qualquer custo.

1 Coríntios 9,20-23

E porque assim foi revelado por são Paulo, pois sabemos que o mesmo fez são Cipriano, pois que mesmo já convertido ao cristianismo, pela cristandade são Cipriano acorreu aos que procuravam solução na magia, desde que por esse meio se ganhassem almas para Cristo.

E assim agiu são Cipriano, pois que mesmo já convertido ao cristianismo, pela cristandade são Cipriano acorreu aos que procuravam solução na magia e no mundo dos espíritos, ensinando-lhes os mais poderosos saberes, e porem ao mesmo tempo evangelizando e afirmando sem equívocos que nenhum prodígio pode ocorrer sem que Deus o permita, e sem que Deus o aceite, pois apenas Deus tem poder sobre todas as coisas, ate mesmo sobre a magia branca e a magia negra.

Eis por isso que são Cipriano é fonte de portentosos saberes, e porem eis que o santo assim o ensinou que sem Deus, fora de Deus, sem a anuência de Deus, e sem a lei de deus…. nenhum prodígio ocorre nem sucederá.

Por isso ensina são Cipriano: se procurais auxílio nas magias brancas ou negras, procurai-o num santo de Deus, na intercedência do santo junto de Deus, e através da anuência de Deus, pois apenas no Senhor e na sua palavra revelada nas escrituras poderá um encantamento, feitiço, magia ou intercedência operar os seus fins.

Assim se vos afirma sobre a forma como os santos de Deus e Deus respondem ao coração sofredor que entrega o seu tormento a um santo de Deus e a Deus, pois eis que assim esta revelado:

Assim acontece com a Palavra que sai da minha boca: ela não volta para Mim sem ter produzido o seu efeito, sem ter realizado o que Eu quero e sem ter cumprido com sucesso a missão para a qual Eu a mandei

Isaías 55,11

Pois assim se sabe: aquilo que Deus aceita firmar, e aquilo que Deis ordena que se firme, será estabelecido e edificado. E quando por intercedência de um dos seus santos, então Deus envia um espírito para cumprir aquilo que Deus ordenou, eis que ele trabalhará o tempo que for necessário e fará tudo o que necessário for, ate que a missão que Deus lhe deu esteja realizada e uma tal ordem se cumpra. Assim, não procureis pela recompensa de um santo de Deus, (como são Cipriano), e de Deus com impaciências ou descrenças, que são como a erva daninha que mata o fruto da fé; antes procurai são Cipriano e nele depositai a vossa esperança, fazendo-o com esta certeza que vos garante a Palavra da Escritura. Assim se sabe: quando através de um santo de Deus o Senhor o aceita, e quando Deus quer, então a promessa do Senhor cumpre-se sempre, e a recompensa por Deus prometida ser-vos-á sempre entregue. Por isso exortamos-vos a que entregueis o vosso tormento, a vossa fé, e a vossa esperança nos santos de Deus e em Deus, pois que aquele que entrega e deposita a esperança em Deus e nela souber perseverar…. esse vencerá.. E por isso, assim está revelado:

Tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu.

Mateus 18,18

Pois assim sabeis que tudo aquilo que por um santo de Deus e por Deus for num altar ligado, amarrado, atado ou talhado…. então tudo isso será também no mundo do Espírito ligado, amarrado , atado, ou talhado. Assim, tudo o que neste mundo e num altar de Santos for feito ou desfeito, assim em Espírito será também feito ou desfeito. E assim tudo o que em Espírito foi feito ou desfeito, também no tempo por Deus marcado neste mundo será feito ou desfeito. E assim sendo, se Deus assim o quiser, então tudo aquilo que através de um santo de Deus no seu altar ligardes, também em Espírito e em Deus será ligado, e assim tudo o que em Espírito for ligado também nesta terra será ligado. E assim observardes com crença e fé, então como Abraão e Sara recebereis a vossa felicidade e ela jamais vos falhará.

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