Trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo

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Trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo

Os Babilónicos, os Fenícios e os Sumérios inscreviam em tabuletas, (pranchas de madeira, barro, argila, ou outro material), os seus mais ancestrais escritos. Também depois disso, os Gregos e os Romanos usaram tabuletas de chumbo para nelas inscrever todo o tipo de feitiços e maldiçoes, que depois eram enterradas junto de sepulturas, para conjurarem aos espíritos que aceitassem intervir e amaldiçoar uma certa pessoa quanto a uma certa demanda, fosse ela amorosa, ou de vingança, ou de justiça.

Mais que isso:

Os babilónicos, os Fenícios e os Sumérios, foram os primeiros povos – diz-se que por ensinamentos transmitidos por anjos, deuses e demónios – a usar dessas tabuletas para lhes inscrever formulas místicas ocultas que servissem á invocação de espíritos, que mais tarde os Gregos e Romanos vieram a também a saber a aprender.

Na Grécia e em Roma, era frequente executar bruxaria através das Placas de Maldições, ( ou tabletes de maldiçoes), que eram folhas de chumbo preparadas para a realização de actos mágicos e espirituais.

Todo o tipo de maldição inscrita nas placas ou bonecas, era denominada de «amarração», sendo que esse termo perdura até aos dias de hoje, podendo porem ser aplicado aos mais diversos fins, ou seja: para fins amorosos, ou de vingança, ou de afastamento de indesejáveis, ou de justiça, etc.

Olhai:

O termo «amarração» advém do Grego «Katadesmos», «Katadesmoi», «Katadein».

O termo deriva de um verbo encontrado nas próprias placas de maldição e que significa «prender», «amarrar», «restringir» ou «constrangir».

O termo de amarração – no seu sentido mistico – é usado por Platão na sua obra «Republica», e refere-se tanto á forma fisica das placas de maldição, ( que são «enroladas», como que «amarradas» sobre si mesmas quando o feitiço nelas inscritas esta redigido e concluído), como á própria função das mesmas placas, que é «restringir» ou «condicionar» a vida de alguém.

No latim, o termo provem de «defixio», que significa igualmente «amarrar», e que igualmente pode ser encontrado nas placas de maldição gregas e romanas.

Por isso:

o trabalho a que actualmente chamamos «amarração», não é na verdade um trabalho exclusivamente amoroso ou com fins eróticos, tal e qual hoje comummente é entendido. Na verdade, todo o trabalho de bruxaria sempre feito por via de uma maldição, ( desde os tempos mais imemoriais!), e todo esse trabalho por sua vez era denominado uma «amarração».

Explica-se:

– a amarração visava «amarrar» a pessoa visada pela bruxaria a um certo fim, a um certo destino.

Por isso se dizia que uma pessoa embruxada tinha sido «amarrada», pois a vida dessa pessoa tinha sido restringida de forma a que certo efeitos lhe sucedessem.

Daí o termo «amarração», que era igual a dizer que a pessoa fora «amarrada», ou «constrangida», ou «condicionada» de forma a que certos efeitos lhe sucedam na vida.

Na antiguidade, dizer que alguém tinha sido amarrado, era equivalente a dizer que alguem tinha sido embruxado, fosse para que finalidade fosse.

Mas o termo esotérico de «amarração» tem outra origem e explicação, esta talvez mais técnica do ponto de vista da metodologia mística.

Nesses tempos ancestrais, através do processo magico, entendia-se que a alma da pessoa visada pela bruxaria era amarrada a um espírito de um morto, sendo que o espírito desse morto iria ficar na vida da pessoa amaldiçoada, até que esse espírito do falecido fizesse cumprir o objectivo da bruxaria na vida dessa pessoa enfeitiçada.

Para melhor entender:

os cemitérios ou as suas imediações, eram por isso tidos como locais férteis para a pratica de bruxarias, porquanto neles abundavam espíritos de mortos.

A placa ou tablete de maldição, onde estavam inscritas orações de conjuro, a maldição e o nome da vitima, era amarrada á mão de um morto, ou amarrada ao corpo de um morto.

Desta forma, procurava-se que o espírito do defunto a quem a bruxaria foi amarrada, se encarregasse de ir para a vida da pessoa embruxada e cumprisse a missão que lhe foi encomendada.

No fundo, o contacto da placa ou tablete de maldição com o morto, deveria levar a vitima e ser restringida pela acção do espírito desse mesmo morto.

Como são feitos os trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo

Nos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo, deve observar o seguinte mandamento bíblico:

Moisés e Aarão fizeram o que o SENHOR lhes mandou. Aarão levantou a sua vara e bateu na água do rio, na presença do faraó e dos seus servidores; e toda a água se transformou em sangue.
Os peixes do rio morreram e a água do rio cheirava tão mal que os egípcios não conseguiam bebê-la. E havia sangue por todo o Egipto.
 Mas os magos do Egipto fizeram o mesmo com as suas artes mágicas;
Êxodo 7 – 20,22

tableta3Pois assim se sabe:

Foi no rio Nilo que o bastão de Moisés – pelo poder de Deus – fez as suas águas transformarem-se em sangue!, e foi nesse mesmo rio Nilo que os magos do Egipto – através das artes do oculto – executaram igual feito magico.

Pois por isso:

Nos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo o barro – do qual são feitas as tabuletas de amarração – deve ser barro lodoso e fresco colhido do rio Nilo, pois que foi aí que as maravilhas de Deus se manifestaram ao transformarem, ( com a batida do bastão de Moisés) as águas desse rio em sangue!, conforme decreto de deus!, e conforme anunciado pelo santo Moisés!, assim como foi aí que os magos do Egipto manifestaram o seu poder ao também converterem as águas do Egipto em sangue!, assim se confirmando o poder das artes ocultas e da feitiçaria Egípcia.

O barro deve ser aspergido com óleos sagrados de Israel, pois foi aí que Deus manifestou a sua presença e o seu poder através dos seus anjos e dos seus profetas!

Os tabletes de barro ou argila devem ser inscritos com 12 objetos de cunha esculpidos em prata, os quais – cada um deles – inscrevem na tablete um símbolo místico e oculto, sendo que a sequência dessas gravações esculpidas na tablete de argila produzem um forte encantamento a ancestrais espíritos!, pois que aqui se está lidando com saberes muito ancestrais!

A tablete deve ser trabalhada por 14 dias e 14 noites, ao longo das quais vão sendo feitas aspersões de sangue de 14 aves negras consagradas aos rituais de magia, assim como vão sendo feitas libações de bebida fermentada consagrada e entoadas ocultas litanias de magia.

Depois assim ter sido feito por 14 dias e 14 noites, a tablete deve ser sepultada em terreno de cemitério, de forma a quem ninguém jamais lhe possa por os olhos!, nem nela pisar!, pois se isso acontecesse então poderia o feitiço virar-se contra quem o encomendou!, e grandes desgraças poderiam ocorrer!

Por isso:

apenas deve lidar em trabalho deste poder tanto quem os sabe executar, como quem depois os sabe despachar da forma certa e local apropriado.

Que efeitos tem os trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo
tableta1Nos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo, a criatura amarrada será infestada de possessão espiritual, conforme o Egipto foi infestado de pragas sobre pragas até que o Faraó cedesse, e acabasse por libertar o povo de Deus.
Por isso:
conforme assim sucedeu no Egipto, então também assim sucederá no espírito e na alma da criatura infestada de trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo!, e por isso essa criatura em espírito sofrerá no seu espírito um purgatório de pragas – conforme as pragas que atingiram o Egipto – e assim sucederá pelo tempo que tiver de ser, até que essa pessoa se canse de resistir, e se entregue ao mandante dos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo!, e por isso em espírito a alma dessa pessoa não terá sossego nem conhecerá bom destino enquanto não ceder e não se entregar ao mandate dos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo
Porem, olhai:
Conforme o Faraó do Egipto muito resistiu e teimou em não ceder ás 10 pragas que caíram sobre o Egipto, pois também a pessoa amarrada vai sempre teimar e persistir em resistir ás pragas quem em espírito vão recair sobre o seu espirito!, pois essa é a natureza do homem!

Contudo:

Conforme o Faraó do Egipto – apos as 10 pragas de Deus descerem sobre ele – acabou por ceder!, pois também a pessoa amarrada – pelos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo – poderá resistir e teimar conforme quiser, que no final ela acabará, ( tal como o Faraó do Egipto), por ceder e vergar á vontade do santo e dos espíritos !

Por isso, olhai:

Nos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo, a pessoa amarrada não vai virar um vegetal, nem um idiota sem vontade própria!, pois não é isso que se deseja!, pois se isso acontecesse então toda a gente ficaria suspeitando que ela foi vitima de uma amarração!, e isso iria arruinar o efeito da amarração!, pois – conforme são Cipriano ensinou – assim está escrito:

Para o bom êxito, é conveniente que (…) ninguém saiba do vosso segredo; contrariamente, perde toda a magia

Obra de são Cipriano, forças e poderes ocultos, o poder da cabeça de víbora, Pag 317

Por isso:
a pessoa amarrada por trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo, (assim como as pessoas á sua volta!), não podem desconfiar de nada!, e por isso:
a pessoa amarrada por trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo poderá sempre ser livre de teimar como quiser teimar, e ser livre de andar por onde quiser, e ser livre persistir com quem quiser, que porem a amarração em espirito nela insistirá invisivelmente no seu espirito sempre sem cessar, ate que essa pessoa se entregue!, e ela entregar-se-á!!, pois que – sendo este trabalho bem feito e bem lidado – não há quem consiga escapar de um trabalho deste poder!!
Mais:
Nos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo, a amarração persistirá 7 dias apos 7 dias – sempre sem cessar! – em espírito fustigando no espírito da criatura amarrada, e assim será ate ela ceder!, pois enquanto essa criatura em espírito amarrada – pelos trabalhos de amarração das tabuletas do Nilo – não ceder e se entregar ao mandante desse trabalho de amarração, então essa pessoa amarrada jamais encontrará felicidade que sempre dure!, e por isso essa criatura pode insistir conforme quiser insistir, e ela pode teimar conforme quiser teimar, que porem o seu espirito jamais encontrará paz duradoura senão quando essa criatura ceder ao mandante da amarração!, e dai em diante, ( demore o que demorar), a criatura amarrada cederá sempre!, pois conforme o Faraó do Egipto muito teimou ate que acabou por ceder ás 10 pragas do espirito!, pois também a criatura amarrada muito teimará até que cederá!

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